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Edição 417

“Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância” assinalado pela autarquia

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Câmara Municipal da Trofa, através da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) do Concelho, assinalou na tarde desta quarta-feira, dia 3 de abril, a abertura do “Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância” com a largada de balões e revelação do Laço Gigante.

 O “Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância” não vai passar indiferente no concelho da Trofa. Esta iniciativa contemplada no plano de ação nacional da CPCJ 2013 – Comissão de Proteção de Crianças e Jovens estará patente durante o mês de abril.

Através da CPCJ do concelho, a Câmara da Trofa, representada por José Magalhães Moreira, vice-presidente,, procedeu à abertura do “Mês da Prevenção”, no Parque Nossa Senhora das Dores, com uma largada de balões, que “simbolicamente representaram esta problemática”, e o início do Concurso “Cria o laço mais criativo”, aberto a todas as escolas do concelho, onde é proposto aos alunos “criar um laço criativo, espelhando algo relacionado com a prevenção dos maus-tratos”.

Esta iniciativa inclui ainda um ciclo de cinema itinerante, onde são apresentados dois filmes relacionados com esta problemática, a 12 de abril na Junta de Freguesia de S. Martinho de Bougado e a 24 de abril na freguesia de S. Romão do Coronado, ambas às 21 horas.

A sessão de encerramento desta ação acontece a 26 de abril, na Casa da Cultura da Trofa, pelas 15.30 horas, com a entrega de prémios aos vencedores do concurso e com a apresentação de um vídeo promocional dos alunos da oficina do Instituto Nun’Alvres.

Todos os trabalhos realizados no âmbito da atividade “Cria o laço mais criativo” vão estar em exposição na Casa da Cultura da Trofa, de 16 a 26 de Abril.

“Esta ação desenvolve-se assim com o objetivo de consciencializar a comunidade para a importância da prevenção dos maus-tratos na infância, procurando o fortalecimento das famílias, no sentido de uma parentalidade positiva e o fortalecimento das próprias crianças”, afirmou fonte da autarquia. 

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Edição 417

Alunos da Forave solidários

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No último dia de aulas, antes das férias da Páscoa, a turma de Apoio Familiar e à Comunidade (AFC) 11/13 da Escola Profissional Forave dinamizou duas atividades inseridas no projeto de turma “AFC Saudável e Solidária”.

A iniciativa consistia numa caminhada solidária pelas ruas de Lousado. Os participantes foram “convidados a oferecer um género alimentar a uma instituição de solidariedade social de Vila Nova de Famalicão”, revelou fonte da organização.
Para além do exercício físico, o “espírito de partilha” esteve patente e todas as ofertas recolhidas já foram entregues à associação “Dar as Mãos”, que as fará chegar a quem mais precisa.

Após o exercício físico solidário, todas as turmas da Forave participaram no concurso “Mesas de Páscoa”, decorando uma mesa com “doces típicos desta festividade e partilhando-os com toda a escola”, assegurou fonte da organização.

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Socratinices requentadas do artista da cassete pirata

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Uma declaração prévia da intenção de escrever sobre José Sócrates: nunca votei nele; nunca acreditei nas suas palavras agridoces de encantar os mais distraídos; não gosto dele como pessoa; não gosto do seu estilo de fazer política; vejo nos seus olhos um olhar de ódio pela vida; vi no discurso da noite da derrota eleitoral, um discurso presidenciável; é minha opinião que foi o pior primeiro-ministro que nos governou em democracia; é o grande culpado, mas não o único, do descalabro das contas públicas; é um político com uma agenda escondida. Mesmo assim, acho que tem todo o direito a defender-se publicamente daquilo que é acusado. É assim a liberdade e a democracia.

Como se não bastasse a péssima governação com que José Sócrates “brindou” o país ao longo de seis anos, deixando os portugueses a pão e água, vem agora fazer de nós uns “camelos” a atravessar o deserto da ignorância. Nas suas falinhas mansas de “carneiro mal morto”, lá teve o seu tempo de antena para justificar a sua péssima governação. Depois de dois anos sabáticos parisienses, apareceu no seu estilo, em grande forma. Foram mais de noventa longos minutos de retórica persuasiva e manipuladora.

Com constantes golpes de rins, Sócrates lá foi adulterando factos, manipulando números, mentindo e apresentando verdadeiros embustes. E foram tantos. Num facto, José Sócrates tem razão; Cavaco Silva é também culpado pela situação a que Portugal chegou. É verdade! O Presidente da República deveria ter demitido o governo socialista quando o descalabro começou a acentuar-se, não fora as eleições presidenciáveis que estavam à porta. Com essa estratégia pessoal, Cavaco Silva relegou para segundo plano o interesse nacional. Deu no que deu, com o país a afundar-se cada vez mais.

José Sócrates manipulou os números das PPP – parcerias público-privadas, afirmando que no seu governo os encargos até baixaram, quando o que aconteceu nos seis anos de governação socialista foi uma quase duplicação desses encargos, passando de 16 mil milhões de euros em 2005, para quase 33 mil milhões em 2012; aumentou sempre os funcionários públicos e em 2009, ano de eleições, os aumentos foram de 2,9%, no valor nominal mais alto desde 2001; foi o primeiro a aplicar cortes salariais à Função Pública, pois em 2011, as reduções salariais variaram entre os 3,5% e os 10% para salários acima de 1.500 euros; afirmou que a dívida subiu mais com o atual Governo, mas ignorou que foram assumidas dívidas do passado nos períodos mais recentes e alteradas as regras contabilísticas, como em 2011, quando houve alterações contabilísticas que aumentaram a dívida pública, designadamente as associadas às ex-Scut’s e ao reforço de capital do BPN.

As socratinices requentadas do verdadeiro artista da rádio, tv disco e da cassete pirata estiveram à altura do estilo com que sempre nos habituou, da sua postura manipuladora, da sua arrogância e falta de humildade para reconhecer os graves erros cometidos. Ao contrário do seu camarada António Guterres, que recentemente pediu desculpas públicas pelos erros que cometeu na governação do país. Que diferença!

José Maria Moreira da Silva

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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