quant
Fique ligado

jonati

Edição 510

Passeio de Enduro com “300 participantes”

Publicado

em

O Team Extreme Maia Enduro promoveu um passeio por terras da Trofa e da Maia para promover o convívio entre os amantes das motas.

“Cerca de 300” motociclistas juntaram-se em S. Mamede do Coronado para um passeio de enduro, sem cariz competitivo, no sábado, 7 de fevereiro. A organização esteve a cargo do Team Extreme Maia Enduro e da Junta de Freguesia do Coronado.
O número de participantes foi um dos pontos mais positivos da iniciativa, destacou Manuel Martins, elemento da Team Extreme. “É a primeira prova que estamos a fazer este passeio e fazemos um balanço muito positivo. Temos pessoas daqui e até de fora do país, como Espanha e Luxemburgo”, referiu, em entrevista ao NT e à TrofaTv.
Por trilhos de várias freguesias dos concelhos da Trofa e da Maia, o passeio de enduro teve como ponto de partida e meta o campo de futebol de S. Mamede. Manuel Martins explicou a razão da escolha: “A freguesia de Coronado sempre nos apoiou. Desta vez, falamos com o presidente da Junta para fazermos este tipo de prova e ele aceitou”.
Considerando o conceito “interessante” e uma “excelente iniciativa”, o executivo do Coronado sentiu-se “na responsabilidade” de apoiar, também pelas contrapartidas em termos de “promoção da freguesia”. “Toda esta gente vem conhecer a nossa freguesia e o nosso concelho”, afirmou o presidente José Ferreira.
A “colaboração” com o movimento associativo tem feito a Junta de Freguesia mostrar uma ação “dinâmica” no concelho. “Acabamos por alimentar essa proximidade ao apoiar, nunca do ponto de vista financeiro, porque as pessoas já perceberam que não temos essa possibilidade, mas do ponto de vista logístico temos abertura para colaborar com as coletividades que nos abordam”, sustentou o autarca.
Além da adrenalina entre vales, trilhos sinuosos e paisagens naturais, os participantes tiveram oportunidade de conviver num jantar que encerrou a atividade. Perante os resultados, a organização mostrou vontade de repetir a experiência em 2016.

Continuar a ler...
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado.

Edição 510

Terrorismo financeiro

Publicado

em

Por

Joao mendes

Graças a mais uma corajosa e exaustiva investigação do The International Consortium of Investigative Journalists (ICIJ), ficamos esta semana a conhecer um novo caso de fraude financeira de dimensões astronómicas. Após a denúncia inicial de um antigo funcionário do banco HSBC em 2008 ter passado algo despercebida na imprensa, o ICIJ revelou esta semana que mais de 100 mil clientes deste banco, oriundos de cerca de 200 países, fizeram uso de esquemas complexos e sofisticados de fuga aos impostos nos seus países através da filial suíça deste banco.
Os números estão em constante actualização mas, segundo a Euronews, estamos a falar de um montante superior a 180 mil milhões de euros, valor que daria para pagar duas vezes o resgate financeiro a que Portugal foi sujeito (78 mil milhões) e ainda sobraria para pagar todos os estádios do Euro2004 (665 milhões de euros) 36 vezes. Através do esquema agora denunciado, que envolve paraísos fiscais e outros estratagemas obscuros, este valor saiu dos países de origem sem pagar um cêntimo de impostos.
Entre os clientes do HSBC que alinharam neste conluio, contam-se políticos, atletas de alta competição, empresários, membros de famílias reais, estrelas de Hollywood e até personalidades associadas ao tráfico de armas e de droga. Multimilionários sem qualquer tipo de problemas financeiros que justificassem esta monstruosidade. Pura ganância.
Como não poderia deixar de ser, Portugal está “representado” neste golpe com uns “humildes” 858 milhões de euros. Entre os nomes revelados até ao momento, destaca-se o de Américo Amorim (5,2 M€) e duas empresas com a chancela Espírito Santo – ESAF SGPS e ESAF Asset Management – que juntas aplicaram cerca de 310 milhões de euros neste esquema. Tenham este dado em consideração quando a factura do afundamento do universo Espírito Santo começar a sair do vosso bolso.
Enquanto escrevo estas linhas, as televisões dão conta dos resultados operacionais da CGD no ano de 2014: -348 milhões de euros, resultado para o qual a exposição ao Grupo Espírito Santo foi um dos factores decisivos. Para os mais distraídos, é sempre bom relembrar que a CGD é um banco público, logo propriedade de todos. Se apresenta prejuízo, trata-se de um prejuízo de todos. Se parte desse prejuízo diz respeito a um banco gerido por autênticos mercenários financeiros, todos em liberdade e confortavelmente instalados nas suas mansões na Comporta, talvez esteja na hora de nos questionarmos seriamente sobre as prioridades de um país onde há pessoas a morrer nas urgências dos hospitais porque o SNS não tem recursos para dar resposta às suas necessidades.
Na selva desregulada que o actual regime neoliberal nos vem impondo, a única lei que impera é a do mais forte. Num dia obtêm-se lucros magníficos, imediatamente distribuídos pelos accionistas, no dia seguinte assistimos à implosão de instituições bancárias que acabam por ser resgatadas pelo dinheiro dos nossos impostos. E os responsáveis por estes atentados seguem com as suas vidas sem que um cêntimo lhes seja subtraído até porque, quando a bolha rebenta, estes terroristas nunca têm bens em seu nome. Em 2014, o BES desintegrou-se, CGD (-348 milhões de euros, BPI (-161,6 milhões de euros) e BCP (-217,9 milhões de euros) registaram prejuízos significativos e a conta do BPN não parou de aumentar. Enquanto isso, o desespero invade comissões parlamentares. Até quando seremos vítimas do terrorismo financeiro?

Continuar a ler...

Edição 510

“Variante Inviável” e a “Circular” que não circular…

Publicado

em

Por

Finalmente foi tornada pública a tão esperada solução do problema da “Variante da Trofa”, por parte do Sr. Primeiro Ministro de Portugal, Dr. Pedro Passos Coelho.
Com a carga de cepticismo que muitos Trofenses detêm relativamente ao investimento público na Trofa, fui a esta sessão na expectativa de conhecer a solução para o problema que ao longo do tempo (duas décadas) sofreu sucessivos avanços e recuos, que extravasam as cores partidárias. Mas se a solução estava encontrada, IMPORTAVA ANTES DE MAIS CONHECÊ-LA, PORQUE, PARA BEM DA TROFA, A CONCRETIZAÇÃO DA OBRA É NECESSÁRIA.
Mas, se acredito existir algum consenso quanto ao facto desta “circular” poder melhorar a situação do caos rodoviário na Trofa, criando um eixo alternativo, já apresento fortes reservas que esta seja a solução ansiada pelos Trofenses.
Ora vejamos:
1º. A “circular” que no dicionário será “Que tem forma de círculo; Cercar; Circundar” é tudo menos uma circular. “Um Eixo alternativo a EN14”, referiu o Presidente das Estradas de Portugal (EP), mais coerente a meu ver, mas que fundamentalmente é uma via de eixo simples, que abandona saídas desniveladas similares às vias rápidas, e desagua em rotundas iguais ao nosso tão desesperante “Catulo”. Esta é a proposta da “circular” apresentada, no receio que possamos vir a ter “Catulos 2, 3, 4”.
2º. Na apresentação pública, está escrito “A circular da Trofa para além de assegurar o desvio do tráfego do centro urbano (…)”, o que merece o meu regozijo, porque foi o motivo pelo qual se lutou pela Variante, tirar o trânsito pesado do centro. Verifico, no entanto no traçado proposto (nunca discutido), que o trânsito pesado de mercadorias passa, nesta “solução”, pela rotunda da escola EB 2/3 Napoleão Sousa Marques e segue pela actual Avenida 19 Novembro, junto à nova estação da Refer e do aglomerado habitacional aí existente. Esta zona será urbana ou rural? No anterior projecto este trajecto ligava à Variante para quem aí queria entrar/sair, agora faz parte integrante. Será partida de Carnaval, dado o corso carnavalesco ser nesse local?
3º. Quando o Primeiro Ministro afirma, “A Variante é inviável” e será feita a “libertação do espaço canal reservado no âmbito do processo original da variante à EN14 entre a Maia e Famalicão”. Caros trofenses, morre definitivamente a possibilidade futura de se transformar em Variante, ficando apenas como um “Eixo Alternativo”, sem segundas fases, possibilidade de expansão futura, e a passar pelo centro urbano da Trofa.
4º. Afirma-se que têm uma “solução económica, mas eficiente” passando de 190 milhões de euros para 36 milhões de euros, convenhamos um feito que merece aplauso. Lamento que se ignore a proposta de resolução de 2012 subscrita pelos 3 municípios que previa redução expressiva de custo com a variante, ficando com um “Eixo alternativo” porque temos que apertar o cinto. Obviamente percebo a necessidade de mudança de paradigma. Necessitamos cortar despesa, mas não percebemos o que é investimento estratégico. O Plano de investimentos da EP 2015-2020 contempla 886,3 milhões de euros de investimento, em que não é possível uma “Variante na Trofa”, porque só temos 36 milhões de euros. Continuamos a potenciar Zonas Industriais (vizinhas), com menor carga fiscal, novas acessibilidades que se traduzem em cada vez maior atractividade face à Trofa.
Percebo o lema “Trofa, o futuro passa aqui”, só lamento que não se consiga que o futuro se viva aqui.

Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também

} a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);