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Festival Meo Marés Vivas 2013 – 2º Dia Foto–Reportagem

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O palco Santa Casa abriu a segunda noite de música no Cabedelo com os portugueses The Happy Mess, um projeto de um grupo de amigos. Começaram há alguns anos enquanto adolescentes, e voltaram a juntar-se há cerca de dois anos ao sentirem que tal fazia sentido. A música não é a profissão de todos eles, havendo um psicológo, arquitectos, um publicitário, enfim, como eles diziam ontem, a formação deles não é a convencial nas bandas de música. Têm tido bastante trabalho com concertos ao vivo e admitiram um cansaço natural de quem anda às voltas entre concertos e preparação do álbum. Animaram o início de noite, apesar do público ainda escasso. 

Seguiu-se um nome improvável para um festival de verão, a portuguesa Márcia, que deu um concerto muito interessante, misturando as músicas do primeiro álbum , com as do novo trabalho Casulo. Todas as letras e músicas do novo álbum são da autoria de Márcia, à excepção de um temo cuja letra foi escrita em co-autoria com Samuel Úria. Não faltaram Cabra Cega, Para Quem Quer Ser e A Pele que há em Mim (sem JP Simões e cantada por Márcia sozinha em palco e sem munição). Com o desenrolar do concerto, a cantora tornou-se muito comunicativa e a simpatia contagiou a plateia, chegando a apresentar toda a equipa, desde os músicos em palco aos técnicos de som e luz. Um concerto simples e bonito.

Os portugueses Orelha Negra estrearam o palco principal nesta segunda noite do festival. Com a sua música eclética e sob a denominação de super banda portuguesa de música urbana, Francisco Rebelo, DJ Cruzfader, Fred Ferreira, João Gomes e Sam the Kid, proporcionaram uma verdadeira agitação entre o público que começava a encher o recinto. Colagens, muitos samples e uma batida que junta hip hop, jazz, soul, electrónica. Foram pedindo manifestações de entusiasmo: “A cena tá forte. Eu quero ouvir barulho!”, e a sua mescla de sons captou a plateia, animando-a para a noite longa que se antevia.

Seguiram-se os britânicos La Roux, projecto de synthpop, com assumida influência de grandes nomes da cena britânica de 80 (Erasure, Depeche Mode, The Human League, etc). A banda deve o nome ao cabelo ruivo de Elly Jackson, cuja figura é incontornável e impossível de ignorar em palco: andrógina, cheia de energia e muito senhora de si, não hesita nos passos que dá (passos de dança, entenda-se) nem nas letras que debita. O público reagiu com entusiasmo mesmo às palavras mais ou menos imperceptíveis de Elly entre músicas, e as palmas e gritos de euforia reflectiam uma festa que era começava no palco com Elly e companhia. Com apenas um álbum de estúdio em carteira (lançado há mais de 4 anos) a música de La Roux é um tanto ou quanto indistinta, numa massa de eletropop que apresenta algumas evidentes fraquezas, não registadas ontem à noite pelo público. O concerto fechou em grande celebração com o hit Bulletproof.

James Morrison era um nome muito esperado do festival. Trazendo na bagagem as suas músicas sentimentais, James está de bem com a vida e canta esse estado, apelando aos corações. O público foi incansável nas manifestações de apreço a Morrison e o cantor retribuiu com os constantes “Obrigado” entre músicas, e chegando a afirmar que a assistência era a melhor dos últimos tempos. Uma actuação muito bem planeada e apontando para o delírio do público, em que não faltou o hit You Give me Something, do álbum de estreia, cantado em uníssono com a plateia.

O fecho da noite esteve a cargo de David Guetta, DJ de profissão e muito aguardado por um mar de gente. Com a sua house e eletropop, que o tornaram num dos mais populares DJs dos nossos dias, Guetta pôs todo o recinto aos pulos, de mãos no ar e proporcionou uma verdadeira rave à beira rio – viam-se pessoas de muitas idades a desfrutar do concerto, e a dançar. Intenso e vibrante conseguiu ainda a proeza de ser o campeão dos curiosos que se empoleiravam nas paredes do recinto para espreitar a atuação apartir do lado de fora do mesmo. 

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Texto: Joana Teixeira
Fotos: Miguel Pereira

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As cartas colecionáveis mais valiosas do mundo

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Jogar às cartas: é um dos passatempos mais antigos da humanidade e faz parte da cultura portuguesa há centenas de anos. Seja por culpa dos tradicionais torneios de sueca ou pela crescente popularidade do poker online, Portugal é um país onde as cartas de jogar têm sempre lugar à mesa.
No entanto, nem todas as cartas podem ser compradas por um ou dois euros num quiosque perto de si. Algumas são tão raras e valiosas que podem chegar a valer uma verdadeira fortuna…

Scarlett Tally-Ho Legacy Edition

Jogue poker com os seus amigos com o baralho de cartas mais exclusivo do mundo.

Desenhadas pelo norte-americano Jackson Robinson, as cartas de jogar Scarlett Tally-Ho encontram-se entre as mais valiosas e prestigiadas do mundo. No entanto, nenhum dos baralhos desenvolvidos pela Scarlett Tally-Ho é tão valioso como o Legacy Edition. A coleção Legacy Edition inclui apenas 50 exemplares e foi lançada em 2015. Desde então, o preço dos baralhos já aumentou consideravelmente e atraiu cada vez mais colecionadores. As cartas da Legacy Edition destacam-se pelo seu design único, inspirado pela iconografia do Velho Oeste, e contam com uma caixa protetora em madeira cuidadosamente fabricada à mão.
Se gosta de jogar às cartas com os seus amigos, os exclusivos baralhos Scarlett Tally-Ho Legacy Edition são a melhor maneira de os impressionar. Aprenda tudo sobre os melhores jogos de cartas para 2 no site Poker 888, onde também é possível jogar poker online no telemóvel e computador.

Black Lotus

Magic the Gathering é um jogo de cartas de fantasia que é alvo do entusiasmo de milhares de jogadores em todo o mundo. Enquanto as tradicionais cartas de jogar são vendidas em formato de baralho, as cartas colecionáveis Magic the Gathering são vendidas individualmente ou em edições de 15 unidades. Novas edições de cartas colecionáveis são lançadas periodicamente desde a década de 80, mas ainda nenhuma carta Magic conseguiu ser tão rara e valiosa como a Black Lotus.
A Black Lotus é uma carta Magic tão poderosa que foi banida dos torneios oficiais. Por ter sido produzida numa das primeiras edições desenvolvidas pela Magic the Gathering, apenas 1,100 Black Lotus foram criadas. Consequentemente, os colecionadores mais fanáticos de Magic the Gathering estão dispostos a pagar autênticas fortunas por uma Black Lotus original.
Uma das poucas Black Lotus em circulação chegou a ser vendida em leilão por qualquer coisa como vinte e sete mil euros!

Crush Card Virus

Menções a “vírus” são pouco inspiradoras nos dias que correm, mas não existe nenhum motivo para suspeitar do Crush Card Virus. Este é o nome da carta colecionável mais valiosa do universo Yu-Gi-Oh, que continua a apaixonar vários colecionadores nostálgicos em todo o mundo.
As cartas da Yu-Gi-Oh não são tão valiosas como as de Magic: the Gathering ou Pokemón, mas a carta Crush Card Virus é tão rara que é praticamente impossível comprar uma por menos de três mil euros.

Pikachu Illustrator

A aplicação Pokémon Go foi um dos principais fads da década de 2010.

Mais do que a inspiração para uma série de cartas colecionáveis extremamente valiosas, Pokémon é um fenómeno de popularidade que apaixona miúdos e graúdos há mais de duas décadas. Há não muito tempo, os célebres pokémons invadiram a cultura mainstream após o lançamento de Pokémon Go, uma aplicação para o telemóvel que gerou muita polémica.
Em 2022, o YouTuber Logan Paul chegou mesmo a investir mais de três milhões de dólares num pack de cartas Pokémon que acabou por ser falso. Mas quanto vale a carta colecionável Pokémon mais rara do mundo? De acordo com a última venda registada, qualquer coisa como uns impressionantes cinquenta e quatro mil euros! Trata-se de uma carta conhecida como Pikachu Illustrator, e estima-se que existam apenas quatro em circulação.

Venexiana Gold

Se está à procura do baralho de cartas de jogar mais luxuoso do mundo, a resposta só pode ser uma: a edição Venexiana Gold, lançada em 2014 pela Half Moon Playing Cards. Apenas 212 baralhos Venexiana Gold foram produzidos, e o grande detalhe que faz com que as cartas sejam tão valiosas é o acabamento a ouro no verso.
O baralho foi desenvolvido por um designer conhecido como Lotrek, que teve bastante dificuldade em arranjar um fabricante que conseguisse aplicar um padrão em folha de ouro nas cartas. A folha de ouro acabou por ser manualmente inserida no verso de cada carta. Desde o seu lançamento, o preço dos baralhos Venexiana Gold não tem parado de aumentar.

T206 Honus Wagner

Cartas de beisebol não são usadas para jogar, mas continuam a ser cartas colecionáveis extremamente valiosas. O mercado para este tipo de objeto é enorme nos Estados Unidos, e a raríssima T206 Honus Wagner é a carta de beisebol mais cara de todos os tempos. Inacreditavelmente, foi comprada em leilão por uns impressionantes 3.2 milhões de euros! Anteriormente, a carta já tinha sido vendida por qualquer coisa como 1.27 milhões de dólares—suficiente para comprar uma casa de luxo no Algarve.
Representado na carta encontra-se Honus Wagner, um jogador do período clássico do beisebol (1909-1920) que era conhecido como o “The Flying Dutchman” (O Holandês Voador).

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CCB transmite concerto da Orquestra de Câmara Portuguesa no Museu Soares dos Reis

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O Centro Cultural de Belém vai transmitir, no dia 15 de julho, o concerto Serenata, da Orquestra de Câmara Portuguesa, no Museu Soares dos Reis, no Porto. A entrada é livre e a transmissão começa às 21h30.

Este evento surge no âmbito do projeto CCB – Cidade Digital, que o Centro Cultural de Belém desenvolve, em parceria com a Direção-Geral do Património Cultural, com o objetivo de transmitir gravações de espetáculos do CCB por todo o país e permitir a novos públicos, a fruição digital de espetáculos, em lugares fundamentais da nossa cultura e identidade.

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