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Festival Meo Marés Vivas 2013 – 1º Dia Foto-Reportagem

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A edição 2013 do Festival Marés Vivas abriu no Palco Santa Casa com os portuenses The Throe + The Shine. Atuando para um público ainda reduzido – muito encontravam-se à volta das barraquinhas dos patrocinadores a colecionar os mais diversos brindes -, foram incansáveis no apelo à dança, contagiando aqueles que os viam e escutavam. Vindos do festival Roskilde (Dinamarca) e atuando agora em casa, apresentaram uma inesperada e contagiante fusão de rock e kuduro e, apesar de terem chegado desconhecidos para a maioria do público, terão certamente ganho novos fãs para a sua missão.

Ainda no palco secundário, seguiram-se os The Glockenwise, vindos de Barcelos. À semelhança da sua atuação no Festival Optimus Primavera Sound, mantiveram o humor, a boa disposição, a energia e a promessa de que podem crescer e dar cartas.

Com o cancelamento de Beware of the Darkness, coube a We Trust a abertura das hostilidades no Palco MEO. Com grande entusiasmo e um empenho extra, o projeto de André Tentugal contou com uma formação alargada em palco e uma participação especial de Catarina Salinas, dos Best Youth, para interpretar Surrender e Tell me Something. O fecho da atuação ficou a cargo do conhecido Time (“Better not stop”). O público respondeu com entusiasmo e agrado a todo o concerto.

Ainda houve tempo para dar um pulinho ao Palco Santa Casa e ouvir Rey Brandão (nome artístico de António Brandão) e o seu rock.

De volta ao palco MEO, os Bush surgiram em muito boa forma com o mítico Machinehead, que contagiou os milhares que os escutavam e viam. Numa combinação bastante interessante de temas novos (desconhecidos da maioria), velhos êxitos e com um ousado cover de Come Together dos Beatles, a banda de Gavin Rossdale conquistou os fãs de sempre e os “teenagers” que por lá andavam. Senhores representantes de uma sonoridade muito “anos 90”, conseguiram dar um concerto seguro e energético. Houve passagem pelo primeiro álbum Sixteen Stonecom Glycerinee e Everything Zen (single de estreia ou como Rossdale o anunciou: “como tudo começou”), The Chemicals Between Us (do álbum The Science of Things) e Swallowed (do trabalho Razorblade Suitcase). Rossdale pôs o público em delírio ao atuar na relva adjacente ao palco, prova da energia deste vocalista já quarentão, proporcionando um bom espetáculo.

A noite iria fechar com os muito aguardados The Smashing Pumpkins, ou antes, Billy Corgan e os outros, uma vez que só o vocalista resta da formação original da mitíca banda criada em 1988. Acompanhado de Nicole Fiorentino no baixo, Jeff Schroeder na guitarra e Mike Byrne na bateria, o líder indisputado e carismático Billy Corgan entrou no palco ao som de Space Odity num cover bastante interessante do original de David Bowie de 1969. Corgan foi agradecendo a forma carinhosa como é sempre tratado em Portugal. Os fãs não desiludiram e o flashback da fase áurea da banda de Corgan desencadeou um entusiamo e uma euforia alicerçadas em músicas cantadas em uníssono pelo público. Afinal, os Smashing Pumpkins são uma das bandas mais marcantes da década de 90 e muitos fãs rumaram ao Cabedelo ontem à noite para ouvir e cantar os temas mais queridos de Mellon Collie and the Infinite Sadness (que vendeu mais de 10 milhões de cópias só nos Estados Unidos): Bullet With Butterfly Wings (euforia do público ao longo de toda a música), Thirty-Three, Tonight Tonight, Zero; e ainda Disarm (a arrancar um coro uniforme do início ao fim da música) e Today, os dois singles de maior sucesso de Siamese Dream e Ava Adore do álbum Adore. O experimentalismo dos temas do mais recente “Oceania” não conseguiu cativar o público, e Corgan não terá ficado indiferente a tal ao agradecer “às cinco pessoas que compraram o disco” mais recente. O concerto terminou com o óbvio encore e o regresso ao palco para cantar numa voz só com o público 1979

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Texto: Joana Teixeira
Fotos: Miguel Pereira

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As cartas colecionáveis mais valiosas do mundo

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Jogar às cartas: é um dos passatempos mais antigos da humanidade e faz parte da cultura portuguesa há centenas de anos. Seja por culpa dos tradicionais torneios de sueca ou pela crescente popularidade do poker online, Portugal é um país onde as cartas de jogar têm sempre lugar à mesa.
No entanto, nem todas as cartas podem ser compradas por um ou dois euros num quiosque perto de si. Algumas são tão raras e valiosas que podem chegar a valer uma verdadeira fortuna…

Scarlett Tally-Ho Legacy Edition

Jogue poker com os seus amigos com o baralho de cartas mais exclusivo do mundo.

Desenhadas pelo norte-americano Jackson Robinson, as cartas de jogar Scarlett Tally-Ho encontram-se entre as mais valiosas e prestigiadas do mundo. No entanto, nenhum dos baralhos desenvolvidos pela Scarlett Tally-Ho é tão valioso como o Legacy Edition. A coleção Legacy Edition inclui apenas 50 exemplares e foi lançada em 2015. Desde então, o preço dos baralhos já aumentou consideravelmente e atraiu cada vez mais colecionadores. As cartas da Legacy Edition destacam-se pelo seu design único, inspirado pela iconografia do Velho Oeste, e contam com uma caixa protetora em madeira cuidadosamente fabricada à mão.
Se gosta de jogar às cartas com os seus amigos, os exclusivos baralhos Scarlett Tally-Ho Legacy Edition são a melhor maneira de os impressionar. Aprenda tudo sobre os melhores jogos de cartas para 2 no site Poker 888, onde também é possível jogar poker online no telemóvel e computador.

Black Lotus

Magic the Gathering é um jogo de cartas de fantasia que é alvo do entusiasmo de milhares de jogadores em todo o mundo. Enquanto as tradicionais cartas de jogar são vendidas em formato de baralho, as cartas colecionáveis Magic the Gathering são vendidas individualmente ou em edições de 15 unidades. Novas edições de cartas colecionáveis são lançadas periodicamente desde a década de 80, mas ainda nenhuma carta Magic conseguiu ser tão rara e valiosa como a Black Lotus.
A Black Lotus é uma carta Magic tão poderosa que foi banida dos torneios oficiais. Por ter sido produzida numa das primeiras edições desenvolvidas pela Magic the Gathering, apenas 1,100 Black Lotus foram criadas. Consequentemente, os colecionadores mais fanáticos de Magic the Gathering estão dispostos a pagar autênticas fortunas por uma Black Lotus original.
Uma das poucas Black Lotus em circulação chegou a ser vendida em leilão por qualquer coisa como vinte e sete mil euros!

Crush Card Virus

Menções a “vírus” são pouco inspiradoras nos dias que correm, mas não existe nenhum motivo para suspeitar do Crush Card Virus. Este é o nome da carta colecionável mais valiosa do universo Yu-Gi-Oh, que continua a apaixonar vários colecionadores nostálgicos em todo o mundo.
As cartas da Yu-Gi-Oh não são tão valiosas como as de Magic: the Gathering ou Pokemón, mas a carta Crush Card Virus é tão rara que é praticamente impossível comprar uma por menos de três mil euros.

Pikachu Illustrator

A aplicação Pokémon Go foi um dos principais fads da década de 2010.

Mais do que a inspiração para uma série de cartas colecionáveis extremamente valiosas, Pokémon é um fenómeno de popularidade que apaixona miúdos e graúdos há mais de duas décadas. Há não muito tempo, os célebres pokémons invadiram a cultura mainstream após o lançamento de Pokémon Go, uma aplicação para o telemóvel que gerou muita polémica.
Em 2022, o YouTuber Logan Paul chegou mesmo a investir mais de três milhões de dólares num pack de cartas Pokémon que acabou por ser falso. Mas quanto vale a carta colecionável Pokémon mais rara do mundo? De acordo com a última venda registada, qualquer coisa como uns impressionantes cinquenta e quatro mil euros! Trata-se de uma carta conhecida como Pikachu Illustrator, e estima-se que existam apenas quatro em circulação.

Venexiana Gold

Se está à procura do baralho de cartas de jogar mais luxuoso do mundo, a resposta só pode ser uma: a edição Venexiana Gold, lançada em 2014 pela Half Moon Playing Cards. Apenas 212 baralhos Venexiana Gold foram produzidos, e o grande detalhe que faz com que as cartas sejam tão valiosas é o acabamento a ouro no verso.
O baralho foi desenvolvido por um designer conhecido como Lotrek, que teve bastante dificuldade em arranjar um fabricante que conseguisse aplicar um padrão em folha de ouro nas cartas. A folha de ouro acabou por ser manualmente inserida no verso de cada carta. Desde o seu lançamento, o preço dos baralhos Venexiana Gold não tem parado de aumentar.

T206 Honus Wagner

Cartas de beisebol não são usadas para jogar, mas continuam a ser cartas colecionáveis extremamente valiosas. O mercado para este tipo de objeto é enorme nos Estados Unidos, e a raríssima T206 Honus Wagner é a carta de beisebol mais cara de todos os tempos. Inacreditavelmente, foi comprada em leilão por uns impressionantes 3.2 milhões de euros! Anteriormente, a carta já tinha sido vendida por qualquer coisa como 1.27 milhões de dólares—suficiente para comprar uma casa de luxo no Algarve.
Representado na carta encontra-se Honus Wagner, um jogador do período clássico do beisebol (1909-1920) que era conhecido como o “The Flying Dutchman” (O Holandês Voador).

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CCB transmite concerto da Orquestra de Câmara Portuguesa no Museu Soares dos Reis

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O Centro Cultural de Belém vai transmitir, no dia 15 de julho, o concerto Serenata, da Orquestra de Câmara Portuguesa, no Museu Soares dos Reis, no Porto. A entrada é livre e a transmissão começa às 21h30.

Este evento surge no âmbito do projeto CCB – Cidade Digital, que o Centro Cultural de Belém desenvolve, em parceria com a Direção-Geral do Património Cultural, com o objetivo de transmitir gravações de espetáculos do CCB por todo o país e permitir a novos públicos, a fruição digital de espetáculos, em lugares fundamentais da nossa cultura e identidade.

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