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Com a bricolage tudo é feito

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A pandemia alterou em muito os nossos hábitos, e o principal foi o tempo que passamos a estar em casa. Com mais tempo disponível, muitas pessoas passaram a assistir na televisão a séries e filmes com mais frequência, ou a passar mais tempo a utilizar o telemóvel. Para outras pessoas, o caminho encontrado foi pôr a leitura em dia, dedicar-se aos trabalhos manuais, como artesanato, pequenas obras e reparações em casa ou a tornar um espaço exterior mais bonito e aprazível. Estes últimos juntaram-se a muitos outros que fazem da bricolage uma forma de vida. 

Para quem quer começar no mundo do faça você mesmo, do inglês Do It Yourself, mas ainda tem algumas dúvidas, este texto foi criado para isso mesmo, para esclarecer o que é a bricolage, o que permite fazer e quais as vantagens que oferece. 

O que é a bricolage? 

A bricolage refere-se à execução de trabalhos manuais, que podem ser mais ou menos complexos, sem a necessidade de se recorrer à contratação de profissionais especializados, por isso também é conhecida pelo “Faça Você Mesmo”. Entre as atividades mais comuns estão:  

  • Pintar e arranjar as paredes e os tetos; 
  • Trocar as lâmpadas, as torneiras ou as fechaduras; 
  • O envernizamento das portas, das janelas ou do soalho; 
  • A colocação de papel de parede; 
  • A remodelação da cozinha e das casas de banho; 
  • Substituição do pavimento; 
  • A renovação da canalização e do sistema elétrico; 
  • A decoração e o melhoramento da organização de espaços como salas ou escritórios. 

Alguns outros trabalhos como a reciclagem e a reutilização de objetos, a jardinagem, a pintura de móveis e a reparação de peças de roupa, de acessórios de moda e de molduras por exemplo, fazem também parte dos trabalhos de Bricolage. Muito pode ser feito apenas com a ajuda de uma supercola.   

As vantagens do “Faça Você Mesmo” 

A bricolage não é recente, surgiu nos anos 50 do século passado, mas nos últimos dois anos o número de pessoas que se iniciaram nesta atividade foi ainda maior. Durante a pandemia, a bricolage foi uma das atividades que mais cresceu no período da pandemia. Está provado que as pequenas obras e os trabalhos manuais oferecem momentos de relaxamento e proporcionam o prazer de criar algo, mas também permitem: 

  • A poupança de dinheiro com a mão de obra especializada; 
  • O passar do tempo de uma forma mais útil; 
  • Incentivo da sustentabilidade ao reutilizar objetos antes em uso; 
  • A obtenção de satisfação pessoal e o reconhecimento pelo trabalho realizado; 
  • O estímulo à criatividade e o combate ao sedentarismo; 
  • Criação de peças únicas para oferecer ou vender; 
  • Pode transformar-se numa fonte extra de rendimento. 

O número de profissionais especializados em certos trabalhos está a diminuir, o que leva à falta de mão de obra e ao aumento do valor dos serviços. A bricolage é a escolha atual para as obras e remodelações também por isso. Com a vontade de aprender e a atenção a medidas simples de segurança, é possível fazer muito pelo próprio lar e pelo próprio bolso. 

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Lifestyle

3 Pontos a ter em atenção ao pedir crédito pessoal

Pedir um crédito pessoal é um processo simples e rápido, no entanto, deve ter em atenção diversos fatores antes de solicitar um.

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Pedir um crédito pessoal é um ato cada vez menos burocrático e rápido de ser formalizado. Algo essencial para quem procura obter financiamento de uma forma célere. Contudo, existem diversas instituições financeiras que disponibilizam este género de empréstimo, o que pode tornar o processo de escolha algo mais complexo.

Deste modo, neste artigo, vamos explicar-lhe 3 pontos essenciais para conseguir o melhor crédito pessoal.

  1. Finalidade do Crédito

Apesar de não existir obrigatoriedade de dizer à instituição qual o propósito do financiamento, ao solicitar um crédito terá sempre a possibilidade de selecionar uma finalidade. A diversidade é vasta, sendo os mais comuns o crédito pessoal para obras, educação, férias, automóvel e consolidado. Porém, existem entidades onde poderá também escolher um crédito pessoal para saúde, energias renováveis, eletrodomésticos, entre outros.

Assim, se o consumidor apresentar um propósito único para aplicar o financiamento, deve evitar solicitar um crédito pessoal sem finalidade. Isto porque, ao selecionar uma finalidade poderá encontrar taxas de juro mais baixas, seguros adaptados a essa mesma finalidade e melhores condições de acesso ao financiamento, como, por exemplo, um prazo de pagamento mais alargado.

  1. Comissões Bancárias

Quando solicita um crédito pessoal a uma dada instituição, terá de pagar o Imposto de Selo, mas também algumas comissões iniciais que poderão variar conforme o prazo e o montante de financiamento.

Outra comissão que deve ter em consideração é a amortização antecipada. Sempre que quiser antecipar/liquidar o seu empréstimo de forma parcial ou total, terá de pagar até 2% do valor que pretende abater.

Contudo, algumas instituições, por forma a atraírem novos clientes, acabam por não cobrar esta comissão inicial. Por isso, na análise ao melhor crédito pessoal para as suas necessidades, o consumidor deve estar atento a este fator e a possíveis campanhas em vigor por parte das entidades.

  1. Prazo de Pagamento

Nos últimos anos assistimos a um aumento do prazo médio por contrato, tanto em crédito habitacional como no crédito pessoal. Só de 2021 para 2022 a média dos contratos passou de 4,7 para 4,9 anos.

Quando o consumidor pretende adquirir um crédito, tende a contratualizar um prazo de pagamento alargado para ter uma prestação mensal mais baixa durante a vigência do contrato. É algo normal tendo em conta o aumento do custo de vida e da dificuldade das famílias conseguirem sustentar os seus encargos mensais.

Contudo, quanto maior for o prazo de pagamento, mais juros terá de pagar. Por isso, é aconselhável avaliar e encontrar o ponto de equilíbrio entre aquilo que pode pagar mensalmente e o custo total do empréstimo – pode encontrar este valor no MTIC (Montante Total Imputado ao Consumidor) disponibilizado pela instituição na Ficha de Informação Normalizada do crédito.

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Pedir um crédito com uma mensalidade muito elevada pode também não ser a solução – aumenta a probabilidade de face a algum imprevisto entrar em incumprimento com a instituição financeira. Estando nesta situação, além de entrar na lista negra do Banco de Portugal, para regularizar a sua situação, terá de pagar taxas de juro de mora pelo valor em atraso.

Fazer Contas Antes de Contratualizar Um Crédito

Embora seja tentador conseguir obter financiamento de uma forma célere, um contrato de crédito é uma responsabilidade financeira que não pode levar de ânimo leve. Por isso, o consumidor deve fazer diversas análises sobretudo à TAEG (Taxa Anual Efetiva Global) – este será o melhor indicador comparativo entre as diversas propostas.

Tenha em atenção que, algumas instituições financeiras podem-lhe propor a contratualização de outros produtos financeiros, como seguros, para baixar as taxas de juros. Se isso acontecer, analise a proposta com e sem estas variáveis para saber se compensa.

As instituições financeiras antes de fornecerem o crédito fazem também uma análise à solvabilidade dos seus clientes por forma a compreender se estes têm capacidade de pagar o financiamento de forma sustentável.

Todavia, o consumidor tem de ter essa mesma iniciativa e avaliar a sua própria taxa de esforço – relação entre os encargos financeiros e os rendimentos líquidos mensais de um dado agregado familiar.

Se fizer uma simulação da sua taxa de esforço e esta for superior a 40%, então saiba que, além de ser arriscado pedir um crédito, a maioria das entidades financeiras vão reprovar o pedido de crédito.

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Lifestyle

Como criar uma sala mais aconchegante em 5 passos

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Se quer criar uma sala mais aconchegante, está no sítio certo! Hoje iremos partilhar consigo 5 dicas de decoração para tornar a sua sala mais acolhedora e convidativa. Tudo para que se torne na sua divisão favorita da casa! Vamos a isto?

1. Escolher o sofá certo

Numa sala, o sofá é, sem dúvida, um dos elementos mais importantes e onde boa parte da atividade se desenrola. Por isso, escolher o sofá certo é essencial para conseguir uma atmosfera mais agradável.

Para começar, conforto é a palavra-chave na hora de fazer a escolha do sofá. Opte por sofás mais robustos, de aspecto mais almofadados e ar confortável. Poderá sempre complementar o sofá com umas poltronas baratas, de modo a reforçar esse efeito.

E, qual cereja no topo do bolo, não deixe de investir em acessórios decorativos para reforçar esta sensação de aconchego. Ffalamos, por exemplo, de umas almofadas ou de uma manta – tudo combinado e será conforto assegurado!

2. Uma mesa mais intimista

Para conseguir um ambiente mais intimista na sala, o nosso conselho passa por optar por uma mesa de jantar redonda. Além de ocuparem menos espaço, são perfeitas quer para refeições em família, quer para serões de jogos com amigos e muitas brincadeiras com os mais novos. O facto de facilitarem a aproximação física e o contacto visual, torna-as num elemento-chave capaz de tornar a sua sala ainda mais agradável!

E se lhe preocupa o dia em que for receber visitas em casa, recordamos-lhe que pode sempre optar por mesas redondas extensíveis. Assim, quando o momento chegar, só precisa de abrir!

3. A luz certa

Para criar uma sala mais aconchegante, a iluminação é um elemento essencial e não deverá ser descuidado. Para este efeito, recomendamos-lhe apostar em tons quentes, pois transmitem sempre mais calor e introspecção ao espaço. 

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Outro detalhe que com certeza fará toda a diferença é o uso de velas pela sala. Opte por velas aromáticas, apostando em cheiros quentes, como a canela ou a madeira. Afinal, para um efeito aconchegante não basta ver, o olfato também tem de sentir!

4. Os têxteis mais apropriados

E falando em “sentir”, não poderíamos descartar a parte do tacto. Assim sendo, aposte em têxteis mais calorosos e agradáveis ao toque. Falamos, por exemplo, das penas, das malhas ou do veludo. Para o conseguir, bastam pequenos apontamentos como uma manta, um tapete ou umas almofadas. Ou seja, não precisa forrar a sala a veludo!

Quanto aos tapetes, estes são outra peça-chave. Sobretudo os de tecidos mais “fofos”, visto que contribuem para aquecer o ambiente e até a se sentar no chão da sala!

5. Os (seus) objectos decorativos

Para uma sala acolhedora, sabe quais são os objetos certos?
A resposta é: os seus!

Rodeie-se dos objectos que lhe fazem feliz, transmitindo alguma familiaridade e proximidade. Tal pode revelar-se de várias formas, desde o uso de fotografias a ter na sala os seus livros e/ou discos favoritos. Faça é uma seleção ou acabará por sentir um sufoco ou até algum desconforto por ter demasiadas “coisas” à sua volta.
Afinal, para nos sentirmos acolhidos, equilíbrio deve ser sempre o caminho certo.

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