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Edição 757

CLDS 4GIR quer amor a crescer na Trofa

Tendo como mote o dia de S. Valentim, que se assinala a 14 de fevereiro, o projeto desafia “as escolas e instituições do concelho” a participar na construção de um “coração gigante”, que ficará exposto na delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa, entidade coordenadora do projeto.

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“Faz crescer o amor” é o epíteto da próxima ação comunitária do CLDS 4GIR da Trofa. Tendo como mote o dia de S. Valentim, que se assinala a 14 de fevereiro, o projeto desafia “as escolas e instituições do concelho” a participar na construção de um “coração gigante”, que ficará exposto na delegação da Trofa da Cruz Vermelha Portuguesa, entidade coordenadora do projeto.
“Serão entregues às escolas e instituições um coração por aluno/participante, que deverão ser preenchidos com belas mensagens ou desenhos alusivos ao amor. Estes corações serão posteriormente entregues nas instalações da Cruz Vermelha, em Santiago de Bougado, entre os dias 2 e 11 de fevereiro de 2022, e aí estarão expostos, numa espécie de coração gigante criado para o efeito, até final de fevereiro”, explicou a instituição, em nota informativa.
“Colocar a comunidade em ação e ‘espalhar’ o amor” são os objetivos desta iniciativa, que pretende também contrariar os “tempos de pandemia, que condicionaram muito as demonstração de amor e de afeto” entre as pessoas.
A participação está sujeita a uma inscrição obrigatória, até ao dia 25 de janeiro de 2022, através do formulário online.
Segundo a entidade promotora, “a inscrição deve ser feita por escola e/ou instituição, no entanto no formulário deve constar o número de alunos/ participantes por escola e/ou instituição”. O levantamento dos corações pode ser feito a partir de 28 de janeiro, nas instalações da Cruz Vermelha.
Em caso de dúvida ou questão, os interessados podem contactar a organização através do e-mail coordenadora@4gir.pt, ou através do número de telefone 252 419 083.

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Feira Anual cancelada pelo segundo ano consecutivo

A azáfama que ano após ano invade a Junta da União de Freguesias de Bougado nos meses que antecedem a Feira Anual da Trofa não se sente, deixando antever que em março não se vai realizar o evento.

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A azáfama que ano após ano invade a Junta da União de Freguesias de Bougado nos meses que antecedem a Feira Anual da Trofa não se sente, deixando antever que em março não se vai realizar o evento.
A confirmação chega pela boca do presidente da junta, Luís Paulo Sousa que em declarações ao NT confirma o pior cenário: “À semelhança do que aconteceu em 2021, não vamos realizar a nossa Feira”.
Com um trabalho preparatório árduo que se inicia muitos meses antes de março, e face as incertezas da forma como iria evoluir a pandemia “o executivo da junta reuniu e tomou a decisão de, para segurança de todos, este ano não realizarmos a Feira Anual da Trofa” .
A decisão está tomada e está agora a ser tornada pública, numa altura em que o número de novas infeções por covid-19 continua a crescer, assim como o número de mortes e de internamentos. “Por uma questão de bom senso e cautela tomamos esta difícil decisão para bem de todos”, frisou o autarca.

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Memórias e Histórias da Trofa: Quando Alvarelhos, Guidões e S. Cristóvão queriam voltar a ser da Maia

No ano de 1834 eram lançadas as primeiras sementes do futuro concelho de Santo Tirso e com o passar dos anos as futuras freguesias do concelho da Trofa seriam incluídas neste novo território que iriam deixar de ser pertença do concelho maiato.

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No ano de 1834 eram lançadas as primeiras sementes do futuro concelho de Santo Tirso e com o passar dos anos as futuras freguesias do concelho da Trofa seriam incluídas neste novo território que iriam deixar de ser pertença do concelho maiato.
A transferência seguramente não foi pacífica, até porque eram séculos de histórias e tradições que eram interrompidas por decreto e urgia tentar inverter essa situação. Novamente o centralismo institucional do país demonstrava as suas guerras e terá sido um dos muitos exemplos desta prática que até hoje perdura no tempo.
Anos depois, em 1843, concretamente a 4 de março, na Câmara dos Pares, era discutida, por iniciativa do deputado Pimentel Freire, uma representação dos moradores das freguesias de Alvarelhos, Guidões e S. Cristóvão do Muro para apelarem relativamente a uma futura desanexação do concelho de Santo Tirso. Queriam reverter aquela situação a favor do concelho da Maia.
Os habitantes destas freguesias deslocavam-se pela primeira vez à Câmara dos Pares, no atual Palácio de S. Bento, para serem ouvidos junto da nata da elite política nacional, na expectativa que o seu pedido fosse atendido. Serve de valorização o facto de os habitantes daqueles pequenos territórios conseguirem ter expressão e serem ouvidos pelos elementos que governavam o país, conseguindo levar as suas preocupações ao principal palco político nacional.
Atendendo ao que nos diz a história, este pedido não foi atendido, ou melhor, acabou em parte por ser atendido com a mudança para a autonomia concelhia da Trofa no ano de 1998. As freguesias continuaram a ser pertença do concelho de Santo Tirso por vários anos e décadas, alimentando-se a divergência e diferentes formas de estar que se foram tornando insanáveis.

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