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Edição 757

Polvo da Brasmar renova “Sabor do Ano” pelo 6.º ano consecutivo

Por mês, saem da empresa de Guidões para os mercados “mais de 500 toneladas” de polvo limpo ultracongelado, produto-estrela da Brasmar.

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Por mês, saem da empresa de Guidões para os mercados “mais de 500 toneladas” de polvo limpo ultracongelado, produto-estrela da Brasmar, não fosse este “Sabor do Ano” pelo sexto ano consecutivo.
O prémio já faz parte do portefólio do “currículo” da Brasmar e não só com o polvo. Pelo terceiro ano consecutivo, a mesma distinção foi atribuída aos lombos e postas de bacalhau demolhado ultracongelado.
“Produto fundamental para a gastronomia portuguesa e que continua a ser presença assídua no cabaz de compras semanal, tem apresentado uma relevância cada vez maior na faturação da empresa. Das seis unidades industriais da Brasmar, cinco delas processam bacalhau e três dedicam-se em exclusivo à produção de bacalhau salgado e seco, nomeadamente, na Noruega, Gafanha da Nazaré e Famalicão. É na unidade da Trofa que se produz, mensalmente, 500 toneladas de bacalhau demolhado”, explicou a empresa, em comunicado.
Para Fátima Macedo, gestora de marca da Brasmar, “os excelentes resultados conseguidos mais uma vez comprovam que os consumidores reconhecem o Polvo e o Bacalhau da Brasmar enquanto símbolos de qualidade”.

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Feira Anual cancelada pelo segundo ano consecutivo

A azáfama que ano após ano invade a Junta da União de Freguesias de Bougado nos meses que antecedem a Feira Anual da Trofa não se sente, deixando antever que em março não se vai realizar o evento.

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A azáfama que ano após ano invade a Junta da União de Freguesias de Bougado nos meses que antecedem a Feira Anual da Trofa não se sente, deixando antever que em março não se vai realizar o evento.
A confirmação chega pela boca do presidente da junta, Luís Paulo Sousa que em declarações ao NT confirma o pior cenário: “À semelhança do que aconteceu em 2021, não vamos realizar a nossa Feira”.
Com um trabalho preparatório árduo que se inicia muitos meses antes de março, e face as incertezas da forma como iria evoluir a pandemia “o executivo da junta reuniu e tomou a decisão de, para segurança de todos, este ano não realizarmos a Feira Anual da Trofa” .
A decisão está tomada e está agora a ser tornada pública, numa altura em que o número de novas infeções por covid-19 continua a crescer, assim como o número de mortes e de internamentos. “Por uma questão de bom senso e cautela tomamos esta difícil decisão para bem de todos”, frisou o autarca.

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Memórias e Histórias da Trofa: Quando Alvarelhos, Guidões e S. Cristóvão queriam voltar a ser da Maia

No ano de 1834 eram lançadas as primeiras sementes do futuro concelho de Santo Tirso e com o passar dos anos as futuras freguesias do concelho da Trofa seriam incluídas neste novo território que iriam deixar de ser pertença do concelho maiato.

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No ano de 1834 eram lançadas as primeiras sementes do futuro concelho de Santo Tirso e com o passar dos anos as futuras freguesias do concelho da Trofa seriam incluídas neste novo território que iriam deixar de ser pertença do concelho maiato.
A transferência seguramente não foi pacífica, até porque eram séculos de histórias e tradições que eram interrompidas por decreto e urgia tentar inverter essa situação. Novamente o centralismo institucional do país demonstrava as suas guerras e terá sido um dos muitos exemplos desta prática que até hoje perdura no tempo.
Anos depois, em 1843, concretamente a 4 de março, na Câmara dos Pares, era discutida, por iniciativa do deputado Pimentel Freire, uma representação dos moradores das freguesias de Alvarelhos, Guidões e S. Cristóvão do Muro para apelarem relativamente a uma futura desanexação do concelho de Santo Tirso. Queriam reverter aquela situação a favor do concelho da Maia.
Os habitantes destas freguesias deslocavam-se pela primeira vez à Câmara dos Pares, no atual Palácio de S. Bento, para serem ouvidos junto da nata da elite política nacional, na expectativa que o seu pedido fosse atendido. Serve de valorização o facto de os habitantes daqueles pequenos territórios conseguirem ter expressão e serem ouvidos pelos elementos que governavam o país, conseguindo levar as suas preocupações ao principal palco político nacional.
Atendendo ao que nos diz a história, este pedido não foi atendido, ou melhor, acabou em parte por ser atendido com a mudança para a autonomia concelhia da Trofa no ano de 1998. As freguesias continuaram a ser pertença do concelho de Santo Tirso por vários anos e décadas, alimentando-se a divergência e diferentes formas de estar que se foram tornando insanáveis.

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