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Edição 767

Novo edifício do Hospital de Santo Tirso pronto em 2023

Depois de concluído o novo edifício, as atenções viram-se para a requalificação profunda das atuais instalações do Hospital.

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Novo edifício dedicado à saúde mental do Hospital de Santo Tirso deve estar pronto em junho de 2023.

Num dia dedicado aos concelhos de Santo Tirso e Trofa, o grupo de deputados do PS eleitos pelo círculo do Porto iniciaram um périplo que vai passar por todos os concelhos do distrito. Um dos momentos-altos da visita de 30 de maio aconteceu no Hospital de Santo Tirso, com a visita ao novo edifício que está a ser construído e que vai dotar aquela unidade de mais valências, com especial enfoque para a área da saúde mental. “O Plano Nacional para a Saúde Mental previa um internamento em Santo Tirso. É uma ideia antiga, que, felizmente, agora está a ser possível concretizar. Vamos ter 24 camas no internamento de saúde mental, completamente moderno e correspondendo a todas as exigências atuais. Teremos também um hospital de dia e uma unidade de ambulatório, que será complementada com outra a instalar no Hospital de Famalicão. Vamos ficar com uma resposta muito qualificada para as necessidades atuais da região em termos de saúde mental”, sublinhou António Barbosa, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Ave.
Segundo o responsável, o prazo para a conclusão da obra acaba “no primeiro semestre de 2023” e a expectativa, perante o avanço dos trabalhos, é que esse objetivo seja conseguido.
A representar a comitiva de deputados, na qual se incluía a trofense Joana Lima, o socialista Carlos Brás sublinhou que esta “é uma obra interessantíssima no ponto de vista da resposta que vai adicionar ao que o Hospital já tinha” e “é um projeto há muito tempo ambicionado pelos utentes, que viu a luz do dia com o governo do PS”. “Esperamos que, brevemente, seja inaugurado e colocado à disposição do público, que já o merecia há muito tempo”, acrescentou.
António Barbosa fez questão de frisar que o Hospital de Santo Tirso conta com “mais valências” do que a de Famalicão e a intenção é “continuar a diferenciá-lo”. “Em finais do ano passado, passamos a ter uma unidade de gastroenterologia que não tínhamos e estamos a procurar alargar as especialidades”, atestou.
Depois de concluído o novo edifício, as atenções viram-se para a requalificação profunda das atuais instalações do Hospital.

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Memórias e Histórias da Trofa: O embrião da industrialização

A Trofa, ao longo da sua história, sobretudo na época contemporânea, foi recebendo nas freguesias do seu futuro concelho várias indústrias, algumas delas o tempo foi apagando a sua memória, existindo muitas que estão, praticamente, longe do conhecimento da maioria dos populares. O tempo, por vezes, é ingrato na história.

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A Trofa, ao longo da sua história, sobretudo na época contemporânea, foi recebendo nas freguesias do seu futuro concelho várias indústrias, algumas delas o tempo foi apagando a sua memória, existindo muitas que estão, praticamente, longe do conhecimento da maioria dos populares. O tempo, por vezes, é ingrato na história.Apesar…

 

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Escrita com Norte: Ter tempo

Eu e os outros, que ontem tinham 16, 17, 18 anos, hoje passaram os 40 e dou por mim a ser o meu pai de há 30, 40 anos, dizendo, “Hoje encontrei aquele rapaz da minha idade…” e na discussão de muito temas, argumento, “No meu tempo…”.
Velho? Talvez…mas não! Apenas tenho Tempo.

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Lembro-me perfeitamente de, em criança, de entre várias coisas, ouvir o meu pai dizer, “Aquele rapaz meu amigo…”, geralmente, “rapazes” da idade dele, ou, “No meu tempo…”.
Sempre que ele nos falava (a mim e ao meu irmão) e aplicava estas frases, as mesmas eram acompanhadas de uma expressão de estranheza nas nossas caras por não compreendermos que, na idade dele, se referisse aos da mesma geração como “rapazes”! Em contraponto, e desta vez de forma correcta, com a expressão “No meu tempo…”, colocava-se no devido lugar de “gente velha”.
Na adolescência, a expressão de estranheza começou a ser acompanhada por outra, a de incompreensão. Se em crianças os nossos pais são super-heróis, na adolescência passam a incompreendidos e nós, adolescentes, tomamos o lugar de “Maiores”. Como qualquer adolescente normal, eu era (achava-me) o “Maior”. E tenho quase a certeza que o Quim (nome fictício do tótó da minha turma), no seu íntimo, também se achava o “Maior”, sonhando à noite, enrolado à almofada, com a Jennifer Lopez.
Os píncaros da “velhice” e “antiguidade” (e minha vergonha) eram as demonstrações de afecto. Se em privado eram toleradas, já em público os beijos e abraços da minha mãe superavam em humilhação a dos funcionários de um banco chinês açoitados em público por não terem atingido os objectivos. Eu passei sempre de ano… porquê tanto afecto humilhante em público?!
Neste tempo, o Tempo não passa ou passa devagar, e, nos momentos de angústia (os “Maiores” também os têm), chegava a andar para trás, por isso o vislumbre de chegar a “velho” e dizer, “Aquele rapaz meu amigo…” ou, “No meu tempo…”, era algo muito distante e arrastado como a evolução do Ser Humano… ou seja, algo que nunca iria acontecer.
O Ser Humano não evoluiu, mas o Tempo passou e tenho a sensação que o tempo em que pensava que ele não passava foi ontem!
Eu e os outros, que ontem tinham 16, 17, 18 anos, hoje passaram os 40 e dou por mim a ser o meu pai de há 30, 40 anos, dizendo, “Hoje encontrei aquele rapaz da minha idade…” e na discussão de muito temas, argumento, “No meu tempo…”.
Velho? Talvez…mas não! Apenas tenho Tempo.
Tenho Tempo pela frente e Tempo suficiente vivido, que me faz sorrir com as demonstrações públicas de afecto da minha mãe e me faz olhar, outra vez, para o meu pai com a capa do Super-Homem, apoiado na sua bengala.
Quanto a mim, de “Maior” de ontem, passei a “Realista” de hoje, com noção das minhas limitações e das coisas que não sei, incomodando-me unicamente no passar do Tempo o crescimento desordenado de alguns pelos das sobrancelhas, que me obrigam a arrancá-los.
E tenho quase a certeza que o Quim, quando as luzes do seu quarto se apagam, continua a agarrar-se às almofadas, imaginando-as como sendo a Jennifer Lopez e a Monica Bellucci, nunca dizendo, “No meu tempo…” mas, “Sempre fui o Maior!”.

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