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Edição 767

Mc’Donalds expõe trabalhos artísticos de funcionária

No Mc’Donalds da Trofa, as pinturas expostas nas paredes do restaurante provaram que gastronomia e arte podem estar em sintonia. Os desenhos que decoram o espaço foram pintados por Tânia Cardoso, uma funcionária do restaurante.

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Quem disse que comer um hamburguer não pode ser um momento cultural? No Mc’Donalds da Trofa, as pinturas expostas nas paredes do restaurante provaram que gastronomia e arte podem estar em sintonia. Os desenhos que decoram o espaço foram pintados por Tânia Cardoso, uma funcionária do restaurante, que está também a frequentar a licenciatura em Artes Visuais e Tecnologias Artísticas, na Escola Superior de Educação do Porto.
“Desde pequena que tenho esta paixão. Nesses tempos, era eu que desenhava os vestidos para as minhas bonecas. Acabei por direcionar o meu percurso académico para esta área e esta exposição é resultado de alguns trabalhos realizados entre 2019 e 2020”, contou a artista em entrevista ao NT.
Tânia Cardoso começou a trabalhar no Mc’Donalds da Trofa para “conseguir uma maior independência” enquanto não acaba os estudos e acabou por gostar da “adrenalina” característica de um restaurante como este.
Depois de conhecer o talento da funcionária através de um “jornal interno”, a franqueada do Mc’Donalds decidiu abrir as portas do restaurante da Trofa para uma exposição de alguns trabalhos de Tânia.
“Nós fazemos isto com a Tânia, que é nossa colaboradora, mas fazemos também com artistas locais nas várias áreas, como música ou literatura, através do projeto ‘momentos com sabor’. Se quiserem divulgar os seus trabalhos, têm de entrar em contacto com o restaurante”, explicou a responsável Regina Alves.

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Edição 767

Memórias e Histórias da Trofa: O embrião da industrialização

A Trofa, ao longo da sua história, sobretudo na época contemporânea, foi recebendo nas freguesias do seu futuro concelho várias indústrias, algumas delas o tempo foi apagando a sua memória, existindo muitas que estão, praticamente, longe do conhecimento da maioria dos populares. O tempo, por vezes, é ingrato na história.

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A Trofa, ao longo da sua história, sobretudo na época contemporânea, foi recebendo nas freguesias do seu futuro concelho várias indústrias, algumas delas o tempo foi apagando a sua memória, existindo muitas que estão, praticamente, longe do conhecimento da maioria dos populares. O tempo, por vezes, é ingrato na história.Apesar…

 

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Escrita com Norte: Ter tempo

Eu e os outros, que ontem tinham 16, 17, 18 anos, hoje passaram os 40 e dou por mim a ser o meu pai de há 30, 40 anos, dizendo, “Hoje encontrei aquele rapaz da minha idade…” e na discussão de muito temas, argumento, “No meu tempo…”.
Velho? Talvez…mas não! Apenas tenho Tempo.

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Lembro-me perfeitamente de, em criança, de entre várias coisas, ouvir o meu pai dizer, “Aquele rapaz meu amigo…”, geralmente, “rapazes” da idade dele, ou, “No meu tempo…”.
Sempre que ele nos falava (a mim e ao meu irmão) e aplicava estas frases, as mesmas eram acompanhadas de uma expressão de estranheza nas nossas caras por não compreendermos que, na idade dele, se referisse aos da mesma geração como “rapazes”! Em contraponto, e desta vez de forma correcta, com a expressão “No meu tempo…”, colocava-se no devido lugar de “gente velha”.
Na adolescência, a expressão de estranheza começou a ser acompanhada por outra, a de incompreensão. Se em crianças os nossos pais são super-heróis, na adolescência passam a incompreendidos e nós, adolescentes, tomamos o lugar de “Maiores”. Como qualquer adolescente normal, eu era (achava-me) o “Maior”. E tenho quase a certeza que o Quim (nome fictício do tótó da minha turma), no seu íntimo, também se achava o “Maior”, sonhando à noite, enrolado à almofada, com a Jennifer Lopez.
Os píncaros da “velhice” e “antiguidade” (e minha vergonha) eram as demonstrações de afecto. Se em privado eram toleradas, já em público os beijos e abraços da minha mãe superavam em humilhação a dos funcionários de um banco chinês açoitados em público por não terem atingido os objectivos. Eu passei sempre de ano… porquê tanto afecto humilhante em público?!
Neste tempo, o Tempo não passa ou passa devagar, e, nos momentos de angústia (os “Maiores” também os têm), chegava a andar para trás, por isso o vislumbre de chegar a “velho” e dizer, “Aquele rapaz meu amigo…” ou, “No meu tempo…”, era algo muito distante e arrastado como a evolução do Ser Humano… ou seja, algo que nunca iria acontecer.
O Ser Humano não evoluiu, mas o Tempo passou e tenho a sensação que o tempo em que pensava que ele não passava foi ontem!
Eu e os outros, que ontem tinham 16, 17, 18 anos, hoje passaram os 40 e dou por mim a ser o meu pai de há 30, 40 anos, dizendo, “Hoje encontrei aquele rapaz da minha idade…” e na discussão de muito temas, argumento, “No meu tempo…”.
Velho? Talvez…mas não! Apenas tenho Tempo.
Tenho Tempo pela frente e Tempo suficiente vivido, que me faz sorrir com as demonstrações públicas de afecto da minha mãe e me faz olhar, outra vez, para o meu pai com a capa do Super-Homem, apoiado na sua bengala.
Quanto a mim, de “Maior” de ontem, passei a “Realista” de hoje, com noção das minhas limitações e das coisas que não sei, incomodando-me unicamente no passar do Tempo o crescimento desordenado de alguns pelos das sobrancelhas, que me obrigam a arrancá-los.
E tenho quase a certeza que o Quim, quando as luzes do seu quarto se apagam, continua a agarrar-se às almofadas, imaginando-as como sendo a Jennifer Lopez e a Monica Bellucci, nunca dizendo, “No meu tempo…” mas, “Sempre fui o Maior!”.

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