Agrupamento de Escuteiros de S. Romão do Coronado comemorou 30 anos de existência com um programa variado de atividades.

“Trinta anos não se resumem, vivem-se”. Esta é a convicção de Paulo Damasceno, chefe do Agrupamento de Escuteiros de S. Romão do Coronado que assinalou três décadas de existência com um fim de semana recheado de atividades.

O local escolhido foi a Quinta de S. Romão que recebeu, logo na manhã de sábado, 16 de julho, os escuteiros que cedo montaram as tendas para o acampamento. Para a noite estava reservado um Fogo de Conselho, que reuniu muitos antigos e atuais escuteiros e amigos, mas o ponto alto estava marcado para a tarde de domingo, aquando da realização da missa campal, celebrada pelo pároco Manuel Domingues e concelebrada por Lucindo Silva, que foi assistente do agrupamento durante mais de 20 anos. Nas comemorações marcaram presença a presidente da Câmara Municipal, Joana Lima, o presidente da Junta de Freguesia de S. Romão do Coronado, Guilherme Ramos,

o chefe regional do Corpo Nacional de Escutas (CNE) do Porto, o chefe David Ribeiro e uma representante da Junta de Núcleo Norte do CNE.

Paulo Damasceno, chefe do Agrupamento, salientou que o grupo “teve momentos mais altos e mais baixos”, mas “tem persistido nesta aventura e desafio que é o escutismo”, em que o objetivo é “dar uma educação e uma convivência saudáveis às crianças e jovens da região”, pois há escuteiros de S. Romão e de outras freguesias. Atualmente, o Agrupamento conta com 83 elementos, depois de ter estabilizado ao boom que teve com mais de uma centena de escuteiros. “Agora temos um bom efetivo, que já dá muito que fazer aos nossos dirigentes”, conta, entre risos.

Nestes 30 anos de Agrupamento, já se perdeu a conta às atividades promovidas, no entanto há algumas que ficam marcadas de forma especial, como “a viagem à Suíça, a Espanha e aos Açores”. E desafios como “a construção da sede há pouco mais de dez anos”.

Paulo Damasceno não quis deixar de prestar homenagem ao fundador do Agrupamento, Fernando Ribeiro, e de alguns assistentes que deram largos anos das suas vidas em prol do escutismo.

Depois das comemorações do aniversário, os escutas romanenses preparam já o acampamento do ano, que está marcado para agosto, em Viana do Castelo. Segue-se um colóquio, em setembro, para abordar os desafios do escutismo para os próximos anos. “Continuamos com uma série de desafios, que são lançados pelos nossos escuteiros. Eles sonham e nós tentamos que esses sonhos se tornem realidade”, concluiu.

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