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Ano 2011

Escuteiros de S. Romão celebram 30 anos de Agrupamento

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Agrupamento de Escuteiros de S. Romão do Coronado comemorou 30 anos de existência com um programa variado de atividades.

“Trinta anos não se resumem, vivem-se”. Esta é a convicção de Paulo Damasceno, chefe do Agrupamento de Escuteiros de S. Romão do Coronado que assinalou três décadas de existência com um fim de semana recheado de atividades.

O local escolhido foi a Quinta de S. Romão que recebeu, logo na manhã de sábado, 16 de julho, os escuteiros que cedo montaram as tendas para o acampamento. Para a noite estava reservado um Fogo de Conselho, que reuniu muitos antigos e atuais escuteiros e amigos, mas o ponto alto estava marcado para a tarde de domingo, aquando da realização da missa campal, celebrada pelo pároco Manuel Domingues e concelebrada por Lucindo Silva, que foi assistente do agrupamento durante mais de 20 anos. Nas comemorações marcaram presença a presidente da Câmara Municipal, Joana Lima, o presidente da Junta de Freguesia de S. Romão do Coronado, Guilherme Ramos,

o chefe regional do Corpo Nacional de Escutas (CNE) do Porto, o chefe David Ribeiro e uma representante da Junta de Núcleo Norte do CNE.

Paulo Damasceno, chefe do Agrupamento, salientou que o grupo “teve momentos mais altos e mais baixos”, mas “tem persistido nesta aventura e desafio que é o escutismo”, em que o objetivo é “dar uma educação e uma convivência saudáveis às crianças e jovens da região”, pois há escuteiros de S. Romão e de outras freguesias. Atualmente, o Agrupamento conta com 83 elementos, depois de ter estabilizado ao boom que teve com mais de uma centena de escuteiros. “Agora temos um bom efetivo, que já dá muito que fazer aos nossos dirigentes”, conta, entre risos.

Nestes 30 anos de Agrupamento, já se perdeu a conta às atividades promovidas, no entanto há algumas que ficam marcadas de forma especial, como “a viagem à Suíça, a Espanha e aos Açores”. E desafios como “a construção da sede há pouco mais de dez anos”.

Paulo Damasceno não quis deixar de prestar homenagem ao fundador do Agrupamento, Fernando Ribeiro, e de alguns assistentes que deram largos anos das suas vidas em prol do escutismo.

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Depois das comemorações do aniversário, os escutas romanenses preparam já o acampamento do ano, que está marcado para agosto, em Viana do Castelo. Segue-se um colóquio, em setembro, para abordar os desafios do escutismo para os próximos anos. “Continuamos com uma série de desafios, que são lançados pelos nossos escuteiros. Eles sonham e nós tentamos que esses sonhos se tornem realidade”, concluiu.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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