Casa do Professor celebrou um protocolo com a autarquia e “mudou-se” para o FIJE. Presidente quer “período próspero” para este projeto.

Foi ao som das músicas de Ivo Machado, com o arranjo de Rui Mesquita, e alguns poemas declamados por António Sousa, responsável pela animação cultural da Casa da Cultura, que os sócios da Casa do Professor assinalaram o reencontro. Depois de abandonar o local onde o projeto foi inaugurado, por constituir uma despesa incomportável, a presidente Estela Coutinho garantiu um espaço no FIJE (Fórum Inovação e Jovens Empreendedores), através da celebração de um protocolo com a Câmara Municipal da Trofa.

Esta nova etapa da Casa do Professor começou com um tributo a Agostinho da Silva, com músicas inspiradas nos seus poemas, interpretadas por Ivo Machado. Depois deste reinício, Estela Coutinho espera um período “próspero” para este projeto. “Em setembro vamos apresentar o nosso plano de atividades e temos já agendadas algumas iniciativas. Pretendemos trabalhar com uma dinâmica diferente. Uma vez que não temos encargos mensais, podemos oferecer aos sócios atividades culturais variadas, o que dantes era impossível”, frisou.

O outro espaço, na rua Camilo Castelo Branco, em S. Martinho de Bougado, obrigava a “despesas mensais fixas, que não davam para suportar”. “Não podíamos oferecer aos professores aquilo que tínhamos prometido. Entretanto surgiu a oportunidade de celebrar este protocolo e estou muito contente”, acrescentou.

Estela Coutinho anunciou ainda que os sócios da Casa do Professor vão sentir “o corte de 50 por cento nas cotas”.

Assis Serra Neves, vereador da Cultura da Câmara Municipal da Trofa, esteve na iniciativa e salientou a relevância deste projeto para o concelho, já que “em contrapartida” da cedência do espaço, a Casa do Professor terá que “desenvolver ações com muito interesse para os trofenses”.

{fcomment}