Alunos que compõem quadro de excelência da EB 2/3 de S. Romão do Coronado receberam prémios de mérito, patrocinados pela empresa Savinor.

A cerimónia foi simples, mas muito simbólica. Nas cadeiras ordenadas colocadas no polivalente da escola sentaram-se os alunos que compõem o quadro de excelência da escola. Acompanhados por familiares orgulhosos, 16 alunos do 5º ao 9º ano de escolaridade da Escola Básica 2/3 de S. Romão do Coronado foram premiados pelo mérito do desempenho escolar que tiveram no ano letivo que terminou.

Chamados um a um, pela voz do diretor do Agrupamento Vertical de Escolas do Coronado e Covelas, José Magalhães, os homenageados receberam das mãos da responsável de marketing da Savinor um prémio monetário e alguns brindes. A empresa decidiu associar-se, mais uma vez, a uma iniciativa da escola. De acordo com Inês Nabais, “a Savinor, à semelhança do restante Grupo Soja, na sua responsabilidade social, tem que apoiar e promover iniciativas desta natureza, inseridas nas comunidades locais onde as suas instalações se encontram”.

A representante da empresa garantiu que a Savinor “estará sempre disposta a apoiar este género de iniciativas”, deixando antever futuros patrocínios na escola.

Para José Magalhães, é premente a colaboração das empresas nestas ações: “As escolas básicas não dispõem de verbas para atribuição de prémios de mérito ao contrário das secundárias, pelo que temos que recorrer a entidades externas que nos facultem o apoio financeiro necessário e nesse sentido a Savinor é uma das empresas, como podem ser outras no futuro”.

O diretor do Agrupamento considera que “há empresas que, pela sua atividade têm mais responsabilidade social, já que a atividade económica pode trazer danos colaterais à comunidade”. “A Savinor apercebeu-se disso e foi possível constituir uma parceria que nos facilita este tipo de iniciativas (entrega de prémios de mérito), que também estão abertas a outras entidades”, frisou.

José Magalhães adiantou ainda que a Savinor “comprometeu-se a evitar ou diminuir os efeitos ambientais que as suas atividades provocam” e que “está a fazer um esforço”, pelo que os responsáveis da escola também se sentem “reconfortados” por “contribuir para a melhoria do ambiente na região”.

 

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