A feira é sempre um local por excelência para uma ação de campanha eleitoral. Com as Europeias à porta – realizam-se a 25 de maio – João Torres, um dos elementos que constam da lista candidata da CDU, esteve na Trofa, na manhã de sábado, na feira semanal a apelar ao voto.

Nas interpelações, o candidato encontrou de tudo: pessoas que paravam e ouviam, outros que pegavam no papel do manifesto e seguiam caminho e alguns avessos “à política e aos políticos”. A campanha é mesmo assim, ainda para mais quando, segundo João Torres, “ainda há muito preconceito anticomunista”. Nada que o demova nem o impeça de estar “de cara levantada”.

“Não há nada que nos possam apontar”, atirou. Apesar de se tratar de eleições europeias, o candidato afirmou que veio à Trofa “convencer as pessoas que o único voto capaz de derrotar o Governo, a política de direita e abrir a perspetiva de uma alternativa política e da criação de um Governo patriótico e de esquerda é na CDU”. O resto, garante, “é conversa”.

O candidato contou com o apoio dos elementos da CDU local, que o acompanharam na missão de caçar votos. “Estamos cá para reforçar a nossa postura perante todos os níveis da governamentação. Falamos a uma só voz, na Trofa, em Lisboa e em Bruxelas”, afirmou, sem deixar de sublinhar que a CDU “é a única alternativa válida” contra “a ameaça que a direita tem sido aos direitos dos trabalhadores e do povo”.

Já esta quarta-feira, os ativistas trofenses da CDU, acompanhados por João Torres e pelo responsável regional do PCP, Jaime Toga, estiveram em contacto com os trabalhadores da Preh.