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AMADEU DIAS É O CANDIDATO DO PS À CÂMARA DA TROFA

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A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista anunciou este sábado, 9 de janeiro, a recandidatura de Amadeu Dias à presidência da Câmara Municipal da Trofa nas Eleições Autárquicas de 2021.

Amadeu Dias foi eleito como recandidato à autarquia trofense com 97% dos votos dos militantes da Concelhia da Trofa do Partido Socialista.

Já em 2017, Amadeu Dias foi o candidato apresentado pelo PS Trofa, vendo o voto de confiança da Concelhia renovado pelo “excelente trabalho demonstrado enquanto vereador, um vereador presente, interventivo, com pensamento estratégico e que está sempre ao lado dos trofenses na luta pelos interesses da comunidade”, afirma Miguel Tato Diogo, membro do Secretariado Concelhio do PS Trofa e vereador do Partido Socialista na Câmara Municipal da Trofa.

Amadeu Dias garante que o Partido Socialista continuará a afirmar-se enquanto alternativa política na Trofa, adotando uma postura construtiva e assumindo a dianteira da discussão política com o impulso da participação cívica no concelho. “Esta será uma candidatura moderna, desempoeirada e aberta à comunidade, em que todos são convidados a dar o seu contributo”, reforça o candidato.

Amadeu Dias

Amadeu Dias tem 32 anos e é professor de Inglês e Espanhol. Em fevereiro de 2020, assumiu a liderança da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista da Trofa. Desempenha as funções políticas de vereador na Câmara Municipal da Trofa desde 2017. Foi ainda presidente da Tendência Sindical Jovem Socialista, membro do Secretariado Nacional da Juventude Socialista (JS), presidente da Comissão Política da Federação Distrital da JS Porto, presidente da concelhia da Trofa da JS e presidente da Associação de Estudantes da Escola Secundária da Trofa.

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Incêndios: Governo vai declarar situação de alerta a partir de sexta-feira

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“O Governo irá acionar a declaração de alerta para limitar todas as ações que possam pôr em risco as populações e criar todas as condições que permitam garantir a mobilização dos recursos necessários e indispensáveis para o esforço que os próximos dias irão exigir”, disse José Luís Carneiro aos jornalistas.

O ministro avançou que, nos próximo dias, existirá um elevado grau de severidade meteorológico em que os níveis de humidade vão estar muito baixos e as temperaturas muito altas com vegetação muito seca.

O governante acrescentou que vão ser dias “muito exigentes e preocupantes” no que toca ao risco de incêndio rural.

José Luís Carneiro, juntamente com o ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro, e a secretária de Estado da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, participou hoje de manhã na reunião do Centro de Coordenação Operacional Nacional (CCON), na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide.

O ministro sublinhou que “a determinação da situação de alerta deve ser sempre adequada e proporcional aos indicadores que estão disponíveis, o que corresponde a uma resposta graduada e será adotada pelo tempo considerado necessário às circunstâncias que sejam determinadas”.

“Está mesmo previsto para os próximos dias noites tropicais, o que significa noites muito quentes e um esforço acrescido do dispositivo que tem que se prolongar em regime de horários mais exigentes”, precisou, acrescentando que a ANEPC tem “um conjunto de medidas de antecipação operacional para garantir uma resposta rápida e eficaz” às ocorrências de incêndio.

O ministro alertou para que a população evite comportamentos negligentes e sustentou que “a tolerância é zero relativamente ao uso do fogo”, sendo proibido, nos próximos dias, a realização de queimas e queimadas, fazer fogueiras e fumar ou fazer lume nos espaços rurais, além do uso de maquinaria agrícola ou de corte de mato.

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O governante relembrou igualmente que “qualquer ignição pode rapidamente transformar-se num incêndio de grandes proporções”.

O ministro disse também que o Governo não exclui “a adoção de outras medidas” necessárias para proteger o país dos incêndios, que serão tomadas em função do diagnóstico que é “feito hora a hora” pela ANEPC.

O governante garantiu que “Portugal está melhor preparado para o combate aos incêndios florestais” do que em 2017, destacando o reforço dos meios de combate e de natureza preventiva.

José Luís Carneiro deu ainda conta de que a GNR registou este ano 600 contraordenações por falta de limpeza dos terrenos e notificou mais de 11 mil proprietários.

Por sua vez, o presidente da ANEPC, Duarte Costa, afirmou que há um conjunto de medidas e de meios que estão a ser equacionados, considerando que existe uma “perspetiva evolutiva com as cartas de risco”.

“Nada está definido e nada é fixo. A palavra-chave é a flexibilidade”, disse.

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Edição 769 do Jornal O Notícias da Trofa

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Edição de 07de julho de 2022

 

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