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Edição 432

24 horas de Slotcar regressaram à Trofa

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Pavilhão polivalente dos Bombeiros Voluntários da Trofa acolheu a 6ª edição das 24 horas de Slotcar, que contou com a participação de 22 equipas, entre 12 e 14 de julho. A competição, organizada pelo Clube Slotcar da Trofa, está “entre as melhores a nível internacional”.

Desde a primeira edição que a GT Team Art Slotcar de Braga participa nas 24 horas de Slotcar na Trofa, tendo já conquistado um 2º e 3º lugares. Com a 6ª edição, que contava com “três pistas” com perímetro de “50 metros cada”, a situação não foi diferente e a equipa bracarense voltou a estar presente nesta prova, mas desta vez sagrou-se vencedora.

Para Augusto Amorim, um dos responsáveis da GT Team Art Slotcar de Braga, a competição correu “bem”, estando desde o início nos “primeiros cinco lugares”, mas “subindo aos poucos”, a equipa lá conseguiu tomar conta do 1º lugar. A sorte também esteve do lado da equipa bracarense, pois uma outra adversária não esteve imune a “alguns problemas”. Augusto Amorim denotou que a equipa gosta “muito” de marcar presença nesta prova da Trofa, que tem uma “excelente” organização.

Quem também marcou presença foi a Cric Crac Sport (Espanha), conhecida por participar em “grandes eventos internacionais”, que terminou em 5º lugar. Apesar de a prova ter corrido “bem”, Lluis Arias, um dos elementos da equipa, explicou que o “carro é que não esteve à altura”. Quanto a esta competição, o espanhol referiu que “pouco a pouco vai progredindo e superando-se”, antevendo que brevemente estará “entre as melhores internacionais”.

Para Pedro Ortiga, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa, é “um motivo de orgulho” acolher “uma prova internacional, que congrega um conjunto de atletas de referência a nível nacional”.

O presidente da coletividade, João Pedro Costa, estava satisfeito com mais uma edição, que “correu muito bem”, com a presença de “22 equipas”, o que é um “número aceitável em termos do panorama internacional” da modalidade. João Pedro Costa salientou que esta é uma prova “afirmada a nível internacional, pela própria construção que tem sido dada em termos de sustentabilidade”, sendo que com “estas características é a única em Portugal”. “Na Europa, a prova de slotcar da Trofa é muito bem vista e isso comprova-se com a presença da Cric Crac, que vem de Barcelona, e só marca presença em grandes eventos internacionais. Neste momento, ao falar de slotcar a nível europeu é fácil encontrar o Clube Slotcar da Trofa associado”, asseverou.

Já para Rúben Almeida, um dos organizadores e participantes na prova, este foi um fim de semana “duro”, que começou na “semana anterior” com as montagens, ao qual se juntou o “calor intenso que dificultou o trabalho”. O cansaço “extremo” refletiu-se na prova, com a equipa da Trofa a ficar-se pelo 3º lugar. Contudo, Rúben Almeida estava “supercontente” por ter alcançado o pódio.

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Apesar de “não querer ouvir falar em slot durante cinco meses”, devido ao “muito trabalho” que dá, Rúben Almeida comprometeu-se a avançar para outra edição em dezembro ou janeiro, satisfazendo os pedidos dos participantes, que só questionavam “quando é a próxima”.

Pela Europa as provas desta modalidade estão num decrescendo, o que não acontece com esta competição. Para o atleta, o segredo para que continue em crescendo é “fazer bem” e “querer fazer cada vez melhor”, “dando mais benefícios e tendo as melhores condições a todos os níveis”.

 

Clube prepara lançamento de nova modalidade

Veículos Antigos e Clássicos será a nova modalidade do Clube Slotcar da Trofa. Com a abertura da quarta modalidade, a coletividade procura ser “aglutinadora de mais um polo preferencialmente entre os mais jovens”, levando a cabo “outras iniciativas que possam atingir outro tipo de público”.

Desta forma, o clube vai passar a ser um local onde os aficionados por estes veículos possam “defender e mostrar as réplicas reais que têm”. O presidente do Clube espera que com o lançamento de uma nova modalidade, que deve acontecer “entre julho e agosto”, traga “mais e outro tipo de associados” e seja “transversal a todas as idades”.

 

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Edição 432

António Azevedo, presidente da Junta de Freguesia de Santiago de Bougado, em entrevista

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 “Sem apoio da Câmara da Trofa, conseguimos requalificar a Casa Mortuária e pavimentar várias ruas”

Liderou durante 12 anos a freguesia de Santiago de Bougado e nas próximas eleições deixa “um valor patrimonial imenso”. Só não conseguirá construir a obra que serviu de bandeira política: o Centro de Dia. António Azevedo diz que “há dinheiro” para a empreitada, mas acusa autarquia de “discriminação”.

O Notícias da Trofa (NT): Como avalia o mandato que está prestes a completar, assim como toda a sua estadia na Junta de Freguesia de Santiago de Bougado?

António Azevedo (AA): Sobre a “avaliação deste mandato”, direi que foi um misto de uma vontade e de uma luta enorme por parte da Junta de Freguesia de Santiago de Bougado de construir a Casa Mortuária, Centro de Dia e alguns arruamentos e uma vontade clara por parte da Câmara Municipal da Trofa, na pessoa da senhora presidente Joana Lima, para que nada fosse feito na freguesia de Santiago de Bougado. Mesmo assim, e sem apoio nenhum da Câmara da Trofa, ainda conseguimos requalificar a Casa Mortuária e pavimentar várias ruas…

Em relação à “avaliação a toda a sua estadia na Junta de Freguesia”, permita-me que sejam os bougadenses a avaliar o nosso trabalho de 12 anos, não a nossa estadia, pois a Junta de Freguesia nunca foi para nós um local de férias.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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Edição 432

Seniores divertem-se nas colónias balneares

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Executivo camarário visitou seniores que participaram na primeira quinzena das colónias balneares, na Praia do Leixão, na Póvoa de Varzim. 

“Hoje vai haver pagode”, afirmava Maria Irene Sousa, batendo numa pandeireta, quando avistou o executivo camarário chegar perto da barraca onde estava sentada junto das companheiras de praia. Despachada, a mulher de S. Romão do Coronado lá explicou o sentido da afirmação: “Somos pobres, mas alegres e estamos aqui quase de graça, ainda melhor”.

Maria Irene lá confessou que as colónias balneares servem para muito mais do que para meros banhos de sol e de mar: “Eu quase que nem entro na praia. Começo a volta com o pequeno-almoço e depois vou à missa. Depois vamos ao peixe ou comprar alguma coisa que precisámos e depois vamos embora todas contentes”.

Leia a reportagem completa na edição desta semana d’ O Notícias da Trofa, disponível num  quiosque perto de si ou por PDF.

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