A Associação Empresarial do Baixo Ave (AEBA) e o Gabinete de Arquitectura ad quadratum promoveram uma visita à Unidade Industrial da Trofa do Grupo Cerealis, que em 2009 foi sujeito a uma remodelação e ampliação, dotando-o de “novas áreas de produção, embalamento e de armazenagem”.

O sócio gerente do gabinete de arquitetura e autor da obra, José António Lopes, explicou que a visita surgiu de “uma solicitação feita pela AEBA” pelo facto de “ vários diretores industriais e administradores aseus associados terem demonstrado o interesse para fazer esta visita” pela “relevância e pioneirismo” que a unidade empresarial representa em termos de “sistemas industriais, como a singularidade do projeto de arquitetura”. Ao longo de “12 anos”, a unidade industrial foi sujeita a “muitas e diversas intervenções”, desde a “completa eliminação dos sistemas industriais pré-existentes à dotação de novos sistemas industriais, reabilitação de um edifício antigo e ampliação”, que, segundo José António Lopes contou dispõe “o dobro do que era a área primordial”.

À data nasceu um grande armazém automático, “ponta de lança nas soluções de armazenagem e uma solução totalmente inovadora”. “É uma área de projeto muito gratificante, porque à dez anos, quando foi executado, era pioneiro neste sistemas e ainda hoje é uma referencia para os instaladores da maquinaria que fazem a honra e questão de vir mostrar este edifício automático a outros clientes”, mencionou.

Já José Manuel Fernandes, presidente AEBA, referiu que esta foi “uma visita de reconhecimento e ao mesmo tempo de expansão que representa estrategicamente para o concelho e na região do baixo ave”, sendo a unidade da Cerealis “bastante avançada e um exemplo na reorganização da gestão de operações” e “um exemplo na questão de rentabilidade dos play outs, com aplicações bastante avançadas em termos robóticas, armazenagem automática e respeito pelas regras do ambiente”.

Para Rui Amorim de Sousa, administrador Delegado do grupo Cerealis SGPS, o objetivo desta visita era “dar a conhecer a outros empresários da zona como foi este processo, e, eventualmente, ressuscitar zonas de responsabilidade mútua, fazer perguntas, interagir uns com os outros, saber como os podemos ajudar no futuro, cooperar e usufruir das experiências que cada um vai tendo no seus projetos empresariais”.