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Ano 2011

Trofense seguro vence na Covilhã

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O Trofense manteve-se hoje firme na luta pela subida de divisão ao vencer no terreno do Sporting da Covilhã por 2-0, na 14.ª jornada da Liga de Honra de futebol.

A equipa da Trofa venceu com um golo ‘oferecido’ a Zé Manel por Abdoulaye (33 minutos) e outro marcado por Licá nos descontos (90+4), instantes depois de o árbitro João Ferreira ter anulado o tento do empate dos serranos.

Bahim, logo no primeiro minuto de jogo, rematou por cima e Nildo, aos 9, num livre junto à lateral, atirou forte para a defesa de Igor, dando mostras da vontade dos visitantes.

Mas até à passagem da meia hora viu-se pouco futebol na Covilhã, com nenhuma das equipas a pegar na iniciativa de um jogo equilibrado, pouco disputado e a desenrolar-se a um ritmo muito lento.

Ao minuto 33, Abdoulaye, que pouco antes tinha derrubado Serginho à entrada da área, ‘ofereceu’ o primeiro golo aos forasteiros. O central, sozinho, foi displicente na receção da bola, deixou-a escapar e Zé Manuel, em velocidade, isolou-se e atirou forte para o primeiro tento do encontro.

Volvidos dois minutos, Nildo, de livre, rematou por cima da barra. Já os serranos, não conseguiram criar qualquer ocasião de perigo.

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No segundo tempo foi o Trofense quem assustou pela primeira vez, mas o Sporting da Covilhã foi ganhando mais dinâmica, passou a praticar um futebol mais apoiado e a ser a equipa que mais vezes rondou a baliza adversária, embora nem sempre de forma consequente.

 

Severino e Rincón tentaram a sorte, mas Marco soube opor-se. Do lado contrário, Igor também negou os golos a Zé Manel e Reguila.

Nos minutos finais os serranos aumentaram a pressão e, já nos descontos, João Ferreira anulou o golo do empate a Rincón, por suposta obstrução à ação do guarda-redes, decisão muito contestada pelos “leões da serra”.

Volvido um minuto, os visitantes aproveitaram a desconcentração do Sporting da Covilhã para fixar o resultado final, por intermédio de Licá, que tinha substituído Zé Manel aos 83 minutos.

Jogo no Complexo Desportivo da Covilhã.

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Sporting da Covilhã – Trofense, 0-2.

Ao intervalo: 0-1.

Marcadores:

0-1, Zé Manel, 33 minutos.

0-2, Licá (90+4).

Equipas:

– Sporting da Covilhã: Igor Araújo, Zezinho, Wagnão, Abdoulaye, Samson (Paulico, 45), Flávio, Dani, Vasco Varão (Hélder, 86), Fofana, Rincón e Vouho (Severino, 46).

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(Suplentes: Luís Miguel, Nuno Gomes, Moia, Paulico, Hélder, Andrezinho e Severino).

– Trofense: Marco, João Dias, Varela, Pedro Ribeiro, Igor, Gége, Filipe Gonçalves, Zé Manel (Lica, 83), Nildo, Serginho (Nikiema, 79) e Bahim (Reguila, 61).

(Suplentes: Alex Alves, Moreilandia, Moustapha, Reguila, Nikiema, Ricardo Nunes e Licá).

Árbitro: João Ferreira (Setúbal).

Ação Disciplinar: Cartão amarelo para Abdoulaye (27), Fofana (28), Nildo (28), Vasco Varão (48), Serginho (59), Nikiema (82), Hélder (90+2).

Assistência: 360 pessoas.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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