Vazio diretivo instalou-se no Trofense. Nova reunião de associados para discutir futuro do clube deverá ter lugar nos primeiros dias de julho. Nova época poderá estar em risco.

Ainda não foi desta que o Clube Desportivo Trofense viu decidido o seu futuro. A Assembleia Geral de sócios, realizada esta quarta-feira,  acabou praticamente como começou…sem presidente. O ponto único em discussão, que previa a possibilidade de Rui Silva substituir o aval pessoal pela oneração do património do clube, acabou por nem ser discutida pelos sócios presentes no salão Polivalente dos Bombeiros Voluntários da Trofa, já que a própria banca não aceitou esta situação.

O presidente da Assembleia Geral Armando Dias explicou ao sócios que uma vez conhecida a posição da banca face a realização da reunião deixava de fazer sentido pois a oneração do património do Clube para a continuidade de Rui Silva à frente do trofense era o único ponto da ordem de trabalhos.

No entanto, Armando Dias permitiu que os associados colocassem questões. Assim, quatro associados  usaram da palavra e três deles mostraram descontentamento pelo facto de Rui Silva estar mais uma vez ausente da Assembleia. João Fernandes, um dos sócios do Trofense presentes na Assembleia lamentou que “Rui Silva não estivesse aqui pelo menos para informar os sócios que têm demonstrado um grande carinho e reconhecimento pelo trabalho que tem feito”. Fernandes foi mais longe e adiantou ter esperança que Rui Silva reconsidere na sua decisão de abandonar o clube e que  “sinta que os trofenses estão com ele  na gestão dos destinos do clube.”

 

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