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Ano 2011

Trofa com média positiva no Ensino Secundário

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A nível do Ensino Secundário, as escolas da Trofa conseguiram uma média positiva. O Colégio da Trofa é o estabelecimento do concelho mais bem posicionado no ranking.

O Colégio da Trofa foi a escola com melhores notas no Ensino Básico e Secundário, no concelho da Trofa, no ano letivo 2010/2011. O estabelecimento de ensino surge no lugar 61 do ranking das escolas a nível do Ensino Secundário publicado pelo semanário Expresso e no 76º na tabela publicada pelo jornal Público.

No ensino público, a Escola Secundária da Trofa surge na 106ª posição no Expresso e no 120º lugar no Público. Nas disciplinas que foram alvo de exame nacional, de acordo com o Expresso, a Biologia e a Geologia (30º) foi a que melhor posicionou o Colégio da Trofa, com uma média de 13,5. Seguiu-se o Português (101º lugar) com 10,7, a Física e Química (128º) com 11,6 e a Matemática A (236º) com 10,6.

Por seu lado, a Escola Secundária está no 132º lugar nas notas obtidas a Física e Química (11,5), no 153º em Português (10,3), no 169º a Matemática A (11,3) e na 384ª posição em Biologia e Geologia (10,2). No Ensino Secundário, aTrofa surge no 15º lugar na tabela dos concelhos com uma média global de 11,3. Ambas as escolas tiveram notas acima da negativa.

Já no Ensino Básico, onde as notas atribuídas aos alunos são de um a cinco, o Colégio conseguiu o 104º lugar, no Expresso, e o 71º, no Público. A Escola Básica 2/3 de Alvarelhos é o estabelecimento público mais bem posicionado do concelho, constando no 220º lugar, no Público, e no 249º lugar, no Expresso. Segue-se a EB 2/3 Professor Napoleão Sousa Marques, na 519ª posição (Público) e na 636ª (Expresso). A Escola Secundária surge logo a seguir nas posições 551 (Público) e 659 (Expresso). A EB 2/3 de S. Romão do Coronado é a última classificada do concelho, no 651º lugar (Público) e 749º posto (Expresso). Apesar de ser o estabelecimento do concelho menos bem classificado, a EB 2/3 de S. Romão foi a única que subiu relativamente ao ano letivo passado (na tabela do Expresso estava no 879º lugarem 2010).

A nível de Ensino Básico,a Trofa surge no 116º lugar (Expresso) dos concelhos com as melhores notas, com uma média de 2,86. Para o diretor do Colégio da Trofa, Manuel Pinheiro, é um “motivo de orgulho” o estabelecimento de ensino ter sido considerado o melhor no concelho da Trofa quer a nível do Ensino Básico quer do Secundário. “No Básico, mesmo juntando com as escolas do concelho de Santo Tirso, continuamos a ser os primeiros. Já a nível nacional, e no que respeita ao Ensino Secundário, estamos muito orgulhosos dos resultados alcançados”, asseverou. A base do sucesso encontra-se no “rigor, na disciplina, nos bons professores e no ambiente de responsabilidade” que o estabelecimento privado incute nos seus alunos.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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