Espetáculos
Rock no Rio Febras – Fotorreportagem
O lema é vital e já virou tradição:
“Briteiros é o sítio. Solidariedade é o motivo. Rock é o espírito”
Há 5 anos a dar Festival, Rock no rio Febras, a união, o sentimento de comunidade e objetivos em comum. A Casa do Povo de Briteiros, além da sua missão social e comunitária, tem vindo a trabalhar e desenvolver o Festival no norte do país com propósito único: a empatia, a solidariedade, o sentimento de pertença para o bem comum da sua comunidade e das suas pessoas.
Para o público foram três dias de festival. Mas para os voluntários que sonharam e concretizaram foram muitas mais horas e dias de envolvimento, dedicação e emoções.
Nos passados dias 24 e 25 de Julho, o destino foi Briteiros para a festa rock. No dia 24 subiram ao palco: banda vimaranense This Penguin can fly, Them Flying Monkeys, banda do sul do país, com mais 10 anos de rock alternativo e psicadélico. A tão esperada banda Clã, com mais de 30 anos de estrada, Manuela Azevedo e companhia impuseram e contagiaram com a energia tão carismática e feliz. A última banda no palco foi The Last Internationale, banda americana de hard rock, levando Briteiros e o Febras além fronteiras.
No sábado os festivaleiros ouviram: Correr Andar – super felizes em cima do palco e realizam um sonho que se vão lembrar para sempre, Twist Connection, banda com 10 anos de carreira e internacionalizações na Europa, seguidos de Dapunksportif de Peniche, desde 2006. Blind Zero, banda portuguesa, foram cabeça de cartaz deste segundo dia e fizeram um manifesto à atualidade mundial, num concerto com uma energia soberba entre público e banda. Wolfmother, última banda internacional a subir ao palco antes do fecho com dj’s da “casa”.
Depois de “40 mil entradas e mais 15 mil pataniscas vendidas” em 2026, resta-nos esperar pela agenda de 2027, Briteiros espera-nos.


