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Ano 2011

Reguila marcou centésimo golo (c/video)

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Reguila alcançou a meta dos cem golos marcados ao serviço do Trofense. Avançado ainda não sabe se permanece no clube esta temporada.

Corria a época de 2002/2003. A jogar contra o S. Pedro da Cova, o Trofense perdia por 2-0. A cinco minutos do fim da partida, já poucos acreditavam que a equipa conseguisse arrecadar algum ponto. Já nos descontos, quando esperavam pelo apito final do árbitro, Nuno Filipe Rodrigues Silva, avançado do clube da Trofa, apontou dois golos, estabelecendo o empate, que fixou o resultado. Foi a sua primeira “aparição”. Pelo nome, poucos saberão de quem se trata, mas a alcunha ficará eternizada na memória da massa associativa do emblema trofense.

Onze anos depois, Reguila continua a festejar com a mesma camisola. No primeiro jogo desta época, frente ao Leixões, fez o centésimo golo ao serviço do Trofense. O tento surgiu logo nos primeiros minutos, na sequência de uma grande penalidade.

O avançado mostrou “fome” de golos, mostrando que quer esquecer a época anterior, a menos concretizadora em toda a carreira que trilhou no Trofense. Reguila só apontou um tento na equipa que foi orientada por Porfírio Amorim.

O golo marcado ao Leixões foi festejado com euforia, juntamente com os adeptos, que sempre nutriram uma simpatia especial pelo jogador.

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Os sentimentos do “goleador” foram de “enorme satisfação” e de “dever cumprido”. “Já perseguia isto há muito tempo e, felizmente, esta meta foi alcançada”, frisou.

O avançado acredita que ter “começado da melhor maneira” pode ser o prenúncio para fazer “muitos golos” esta época e “dar muitas alegrias ao Trofense”.

No entanto, ainda não é certo que Reguila continue na Trofa esta temporada. A comissão administrativa propôs-lhe uma redução salarial, dadas as restrições orçamentais, e as conversações ainda não estão concluídas. No entanto, Reguila manifestou o desejo de continuar a vestir a mesma camisola: “As coisas ainda não estão bem definidas, mas vamos esperar que se chegue a um acordo. A minha vontade é ficar”.

Na hora de escolher o golo mais especial da carreira, não há hesitações: “O que eu guardo com mais sentimento foi o que marquei ao Benfica, porque também foi o mais mediático”.

Este golo contribuiu para a vitória do Trofense frente ao Benfica por 2-0, na época de estreia da equipa na Primeira Liga, em 2008/2009. Para o clube encarnado foi uma estreia pouco auspiciosa na Trofa, já que neste jogo perdeu a liderança do campeonato para o rival Futebol Clube do Porto.

A época mais produtiva de Reguila foi a de estreia, em 2002/2003, com 25 golos marcados. O avançado continuou com o pé certeiro, marcando 17 na temporada seguinte. Depois de um ano emprestado ao Gondomar, Reguila regressou da melhor maneira, superando a vintena de golos (21) em 2005/2006. Seguiram-se duas temporadas com 12 e cinco tentos marcados, respetivamente. Na época em que jogou na Primeira Liga conseguiu apenas marcar três golos e regressou à Liga de Honra como melhor marcador do campeonato, com 15 tentos apontados. Na época passada, com 1028 minutos cumpridos, marcou apenas um golo.

Reguila chegou ao Trofense depois de fazer furor na Divisão de Honra da Associação de Futebol de Braga, ao serviço do Sporting da Ucha. Na altura, esteve para representar o Sporting de Braga B, mas acabou por ser desviado para a Trofa, onde, à exceção do empréstimo ao Gondomar em 2004/2005, se manteve fiel até aos dias de hoje.

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Goleador homenageado

No domingo, no jogo com o Penafiel a contar para a 2ª jornada da Taça da Liga, Reguila vai ser homenageado. A TrofaTv, patrocinadora do concurso “Reguila Golo 100”, produziu um vídeo com imagens de vários golos do avançado, que vai passar no ecrã gigante do estádio.

 

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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