Alunos da Escola Básica 2/3 de S. Romão do Coronado aprenderam a confecionar alimentos utilizando a energia do sol, numa atividade promovida em parceria com a Savinor.

Aprender que o sol serve para muito mais do que bronzear foi um dos objetivos das atividades que decorreram durante um dia inteiro, na EB 2/3 de S. Romão do Coronado, a 13 de junho. Na sequência da parceria que mantém com a empresa Savinor, a escola consciencializou os alunos para o desenvolvimento sustentável. A iniciativa “Energias Raras” decorreu durante todo o dia com ateliês de construção de fornos solares que serviram, segundo o diretor da escola, José Magalhães, para “sensibilizar os alunos para a necessidade de preservarem o planeta e para a sua própria sustentação”. As atividades basearam-se “na utilização do sol como energia para a confeção de alimentos”.

João Pedro Azevedo, administrador da Savinor, explicou que a empresa decidiu apoiar esta iniciativa no sentido de “comemorar o dia da energia, que também está integrado no Eco-Escolas e na educação ambiental das crianças”. A parceria com a empresa tem possibilitado, à direção da escola, dinamizar o ano letivo com várias iniciativas extracurriculares. José Magalhães fez saber que a empresa “é muito bem-vinda” à luz da parceria que cultiva “o compromisso de fazer o que está ao nosso alcance para agir de acordo com os interesses da comunidade”. “Sabemos que a Savinor (empresa de transformação de sub-produtos animais) não é bem-vinda em termos comunitários nalguns setores, mas connosco tem uma parceria que é de respeito. Não é um aproveitamento da escola para a atividade industrial da empresa, mas sim uma parceria em que também exigimos o respeito pela comunidade”. 

No fim das atividades, os presentes foram convidados a degustar os alimentos confecionados pelos alunos nos fornos solares que construíram durante o dia.

Palestra sobre doenças raras

Depois de os mais novos aprenderem mais sobre desenvolvimento sustentável, a escola foi palco de uma palestra sobre doenças raras, com a chancela da Associação Raríssimas, que acolhe crianças com doenças das quais a medicina ainda possui poucos conhecimentos, que também é apoiada pela Savinor.

“Apoiamos a Raríssimas e um caso concreto de uma criança, que não tem o poder económico para pagar o tratamento que o ajuda  a ter melhor qualidade de vida e a progredir. É um apoio continuado, que não tem limite temporal”, explicou João Pedro Azevedo. O responsável da empresa afirmou ainda que “dentro das possibilidades”, a Savinor “vai continuar a apoiar causas justas”.

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