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Edição 712

Memórias e Histórias da Trofa – Obras na Santa Eufémia

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Decorria o ano de 1920 e surgia a necessidade de concretizar obras no Santuário de Santa Eufémia para melhorar o aspeto e também as condições para os romeiros na zona envolvente da ermida como também do caminho até à mesma.

Várias atividades iam acontecendo para conseguir financiar essas mesmas obras, para concretizar com sucesso essa missão, certamente que tinha havido várias atividades num passado recente e iriam haver ainda mais num futuro a curto prazo, sendo exemplo a que irá ser relatada nos próximos parágrafos.

No dia 13 de junho de 1920 iria se realizar um sorteio que tinha sido organizado por José António Martins que era chefe fiscal das contribuições e imposto, não surgindo mais elementos sobre esta figura e iria consistir num sorteio de dois objetos em ouro, sendo eles: um relógio de senhora e também um alfinete para gravata.

O proveito dessas vendas foi confirmado que seria para ajudar as obras que estavam a decorrer naquela fase da história do santuário e iria também se realizar um pequeno arraial com a presença da Banda de Música de Paços de Ferreira.

Naquele espaço temporal era comum, nas festas que iam acontecendo no futuro concelho da Trofa estar presente a Banda de Música de Paços de Ferreira, sendo presença quase assídua, desconhecendo as razões para esse facto, se havia uma proximidade com a Trofa ou era apenas obra do acaso.

Uma festa simples e singela, com atuação também de grupo de Zés Pereiras que iriam atuar em redor do santuário, queima de foguetes, missa, com um pormenor que no final de todos aqueles eventos iria haver também uma corrida de sacos, algo que é quase uma memória bem longínqua no presente para os membros das gerações mais novas.

As obras iam decorrendo com maior ou menor facilidade, dependendo obviamente da receita das atividades que eram realizadas como também outros donativos que iam surgindo, faltando construir dois lanços de escadas e possivelmente ainda poderia ser ampliado os outros lanços.

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O evento foi um sucesso, os bilhetes foram sorteados e conseguiram reunir um lucro praticamente de 600$ que era fundamental para concluir as obras que estavam a ocorrer no santuário.

José Pedro Reis

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Edição 712

Atelier72 a projetar obras de futuro

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Ouvir, pensar, resolver são as chaves-mestras que permitem abrir as “portas” da relação da Atelier72 com os seus clientes. Esta empresa da Trofa, que projeta e ajuda a materializar os sonhos dos seus clientes, sejam moradias ou outras infraestruturas, coloca tudo o que são os seus profissionais naquilo que a empresa faz.

“A nossa filosofia assenta na relação que pretendemos estabelecer com o cliente, estando o desenvolvimento dos projetos ligados diretamente aos desejos dos nossos clientes, pois admitimos que a arquitetura é uma ferramenta que deve ser posta ao serviço das pessoas. Acreditamos que o processo na elaboração de um projeto de arquitetura deverá ser realizado em conjunto com os clientes, pois só dessa forma os arquitetos poderão ter a verdadeira perceção de como vivem no seu dia a dia e quais serão as suas necessidades. Assim, é fundamental que sejamos capazes de ouvir e pensar para resolver”, adianta Ana Célia Costa, da Atelier.

No desenvolvimento da sua missão de que as soluções que “apresenta são sempre na tentativa de uma convergência com o desejo dos clientes”, a empresa tem em conta vários fatores como “o terreno em questão, o tipo de programa que se pretende e acima de tudo o budget que os clientes têm disponível”.

“Entendemos que cada cliente tem uma forma de viver, de sonhar, de investir. Por esse motivo não temos uma imagem de marca que relacione a nossa Arquitetura. O que temos sim é um método que é utilizado para todos os clientes e isso assenta no rigor, no profissionalismo e num acompanhamento diário junto nossos clientes e dos nossos projetos”, apostando assim na diferenciação e proximidade.

Já com um vasto portfólio, a Atelier 72 é uma empresa ainda jovem, mas já se destaque por desenvolver projetos mais arrojados como é exemplo “a Garagem/Museu da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa, que neste momento se encontra em fase de execução de obra, um projeto de reabilitação integral de uma moradia na Trofa junto à Alameda e uma moradia Unifamiliar em Labruge, Vila do Conde, que foi pensada e desenhada para uma família de quatro pessoas e que está inserida num loteamento apenas destinado a moradias”.

Instalada fisicamente na Trofa, a Atelier 72 lembra a importância das políticas de reabilitação urbana que “foi um dos motores fundamentais para a retoma económica que se vive em Portugal”. “Neste tipo de projetos temos de ter o maior respeito possível pelo edifício existente, mas devemos encarar a sua renovação como uma oportunidade de o trazer à atualidade. Surgem sempre desafios neste tipo de projetos, pois são estruturas que apresentam algumas condicionantes, mas as vantagens permitem-nos reconstruir a cidade que em certo momento ficou abandonada”, explicou.

O detalhe e o rigor ajudam todos os dias a Atelier 72 a desmistificar a associação do universo da construção às inevitáveis “derrapagens” orçamentais. “Quando falamos em ‘pormenorização, detalhe e rigor’, queremos que os clientes percebam a vantagem de ter um profissional como o arquiteto do seu lado e que o acompanhe até à entrega da chave da sua casa. Para isto acontecer, o projeto tem de ser pensado sempre com todo o rigor, sendo o arquiteto o responsável pela coordenação direta com os engenheiros e com os empreiteiros no momento da obra. Esta relação que o Atelier72 pretende implementar sempre nos seus projetos é realizada através do aprofundar de todas as questões técnicas e estéticas sempre antes do início da obra, reduzindo dessa forma a margem para as conhecidas ‘derrapagens’”.

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A arquiteta Ana Célia Costa lembra que “vivemos numa era digital, onde as imagens valem mais do que mil palavras, o que em alguns casos pode tornar o processo de um projeto de Arquitetura mais difícil de ser concluído. A razão para isso acontecer é que todos os dias é muito fácil ter acesso a imagens que encantam/desencantam, informam/desinformam, em resumo o dia a dia de todos nós. Os clientes procuram sempre algo que os entusiasme, principalmente quando falamos do projeto das suas casas. Não diria a máxima “menos é mais” mas sim do “mais com menos”, concluiu.

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▶ Video – Espetáculo hilariante assinala 30 anos de carreira de Miguel 7 Estacas

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Foi com sala cheia que Miguel 7 Estacas se apresentou em palco, no Centro Cultural Municipal de Vila das Aves, com o espetáculo da tournée “7estacas.zip”, que marca os 30 anos de carreira como comediante.

Tal como um ficheiro informático zip, este espetáculo compacta alguns dos momentos e personagens que celebrizaram Miguel 7 Estacas no humor. O Senhor Limpinho, o Mágico Urini e o trolha Fredo arrancaram gargalhadas a um público que não arredou pé durante as duas horas e meia de apresentação.

“Esta tournée começou em Guimarães e esta é a sétima data que cumprimos. O problema é que nos entusiasmamos e o espetáculo estica e estica. Daqui a pouco, terei de marcar sessão para dois dias, para começar no sábado e acabar na segunda-feira”, disse o comediante ao NT.

Acompanhado por outros dois artistas, uma delas Olga Sousa, atriz no grupo de teatro Aviscena, de Santo Tirso, Miguel 7 Estacas conseguiu, por exemplo, inovar ao apresentar ao público a “esposa” do Senhor Limpinho.

O sketch destas personagens é a chave de ouro que encerra o espetáculo e um válido argumento para – utilizando linguagem futebolística – atestar o excelente momento de forma do comediante.

A tournée vai continuar e tem como ponto alto a sessão no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, a 21 de março. Os bilhetes já estão à venda. Seguem-se espetáculos na Póvoa de Lanhoso e Póvoa de Varzim, em maio, e Felgueiras, em junho.

Miguel 7 Estacas subiu pela primeira vez a palco para fazer rir em 1989. “Ainda bem que eu nasci para a comédia. É tão bom fazer rir, é quase uma terapia. É tão delicioso sabermos que estamos a fazer as outras pessoas felizes nem que seja por um momento. Esta foi a melhor profissão que me podia ter aparecido”, sublinhou.

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Apesar do grave acidente que sofreu numa corrida de carrinhos de rolamentos, em Laúndos, Póvoa de Varzim, em 2015, o humorista está numa fase ascendente da carreira, com salas cheias e vários projetos em mãos, mantendo-se no leque de mais requisitados do país. “A fasquia está muito elevada”, reconhece, mas sabe que o segredo para se manter no auge entre humoristas jovens com “muito talento” passa por “trabalhar constantemente para não ficar para trás no tempo”.

“O registo de humor que se usava vai ficando fora de moda e temos de nos atualizar. Às vezes, é difícil porque nem sempre nos identificamos com o novo registo, mas depois temos de analisar o público e perceber que é aquilo que ele quer”, postulou.

Depois de alguns anos a animar vários públicos em diversas salas de Portugal, Miguel 7 Estacas teve um dos momentos mais relevantes da carreira, em 2002, quando integrou o grupo de comediantes do programa da SIC “Levanta-te e Ri”, no qual teve a oportunidade de regressar recentemente, no relançamento feito pelo canal de televisão.

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