Alunos do 1º ano da Escola Básica do Paranho entregaram, na terça-feira, dia 10, o livro da Fada dos Dentes na Casa da Cultura, onde ficará exposto.

A magia da Fada dos Dentes inspirou o projeto Histórias de Encantar, desenvolvido, ao longo do ano, pela professora, encarregados de educação e alunos do 1º ano da turma 30 da Escola Básica do Paranho. 

O trabalho, inserido na disciplina Área de Projeto, tinha o objetivo de “desenvolver várias competências pedagógicas nos alunos”, como, por exemplo, para a leitura e escrita criativa. No final, o projeto resultou num livro de um 1.30 metros, onde consta 23 histórias realizadas pelos alunos e encarregados de educação, numa peça de teatro e numa música.

Como o projeto foi vivido de uma forma “tão intensa pelas crianças”, a professora Leonídia Sousa, não quer que o projeto encerre por aqui. Por essa razão, entregou, conjuntamente com alguns pais e alunos da turma, o livro na Casa da Cultura da Trofa, para que seja possível “partilhar ideias”, deixando uma mensagem aos presentes: “A contracapa do livro está em branco, para que os visitantes possam participar, deixando uma dedicatória ou uma reflexão daquilo que viram”.

Para receber esta oferta, bem como para agradecer a lembrança e a sensibilidade dos pequenos criadores, Joana Lima, presidente de Câmara Municipal da Trofa, Teresa Fernandes, vereadora do pelouro da Educação, e Assis Serra Neves, vereador do pelouro da Cultura, marcaram presença na Casa da Cultura, aproveitando o momento para elogiar o trabalho efetuado por toda a comunidade escolar, em particular os alunos envolvidos.

Em declarações ao NT, a presidente felicitou, uma vez mais, a “comunidade escolar da EB1 do Paranho, pelo magnífico trabalho”, desenvolvido ao longo do ano. Um trabalho não só pedagógico, mas também “de hábitos de saúde e de higiene”. “É a primeira vez que vejo um trabalho daquela natureza. A Fada dos Dentes acaba por trazer a este projeto uma criação muito importante. Primeiro para a imaginação das crianças e segundo na higiene oral das próprias. Está ali um trabalho magnifico”, reafirmou, frisando que, com estes trabalhos, “as crianças estão aptas para encarar a vida no futuro”, visto este ser um “trabalho de responsabilidade, de imaginação e, sobretudo, de vocação à escola”.

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