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Edição 577

Excursão a Viana para angariar verba para Jornadas Mundiais da Juventude

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O grupo Juventude Sem Fronteiras (JSF) do Muro organizou, no dia 10 de junho, uma excursão, com 228 participantes, a Viana do Castelo. O objetivo era “angariar verbas para que o maior número de pessoas possa ir às Jornadas Mundiais da Juventude deste ano, em Cracóvia, tentando assim que ninguém fique impossibilitado de ir por motivos financeiros”. Simultaneamente, partilhar “um bom momento de convívio”. De manhã, na Capela de Santa Luzia, realizou-se uma missa, organizada e animada pela JSF Muro. À tarde, foi tempo de conviver. A Quinta da Presa foi o local escolhido para comer, beber, cantar e dançar. O momento contou ainda com a atuação do Grupo de Danças Pra’pulares do Muro.
O feedback positivo relativo à atividade faz a JSF Muro sentir que consegue “chegar positivamente à comunidade que os tem acompanhado nesta longa caminhada”. No dia seguinte, 11 de junho, a JSF Muro esteve em Fátima, na Festa  da Família das Missionárias Franciscanas de Nossa Senhora. Por lá, atuaram no auditório Paulo VI e conviveram com entidades ligadas à comunidade.

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Escola de Alvarelhos representa Portugal no Campeonato Espanhol de Kyokushin

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Quatro atletas da Escola de Karate Kyokushin de Alvarelhos vão representar a Associação Kyokushinkai Portugal no Campeonato Espanhol de Kyokushin, a 25 de junho, em Barcelona.
Na prova, organizada pela International Karate Organization Kyokushinkaikan, Rui Cardoso e Ricardo Faria vão participar em Kumite. Nesta modalidade, os combates realizam-se “sem proteções (apenas coquilha) e põem à prova os limites de resistência física e mental, bem como o seu espírito de sacrifício”, segundo fonte da escola.
Já o Sensei Jorge Ferreira e Senpai Paulo Castro vão participar em Kata, que exige “um nível técnico elevado, um conhecimento e entendimento profundo do karaté Kyokushin e grande concentração e precisão na sua execução”.
Segundo fonte da Escola de Karate Kyokushin de Alvarelhos, os atletas vão ser acompanhados pela Senpai Marlene Dias, que prestará “os necessários apoios”, e com a presença e representação oficial do Shihan António Fernando. “Após terem desembolsado horas e horas de treino, com o todo o esforço e determinação, os atletas anseiam alcançar os melhores resultados possíveis e, independentemente do resultado que venham a obter, merecem o maior reconhecimento”, completou

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O “papa” subidas

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Aos 19 anos, Rúben Costa concilia da melhor maneira a paixão pelo futsal, os estudos no curso de Direito que está a frequentar na Universidade do Porto e as atividades que desenvolve no Grupo de Jovens de Bougado. Ao longo de vários meses, no reboliço da semana, dedicou horas aos treinos da ARJ Muro e do CR Bougado e muitas outras ao estudo, abdicando de muitos momentos com a família e a namorada. Mas o esforço compensou e os feitos desportivos até lhe valeram uma entrevista ao NT.
O futsal surgiu na vida de Rúben há meia dúzia de anos, por acaso e de forma engraçada. “Nas traseiras da minha casa (Urbanização da Barca), existe um ringue, onde vários jovens vão até lá para jogar à bola e, durante as minhas férias de verão, gostava bastante de estar à janela e vê-los jogar, até que um dia decidi ir jogar também, mas desconhecia o facto de que, muitos desses jovens, pertenciam a uma equipa sediada no bairro onde eu morava. Num dos dias em que fui jogar para o ringue, apareceu lá o presidente e o treinador da associação e convidaram-me para fazer as captações e, felizmente, gostaram do que viram”, contou. Antes, Rúben já tinha experimentado o futebol, no Clube Desportivo Trofense, modalidade que abandonou pelos estudos e pelos custos inerentes que a prática desse desporto “começou a ter”.
Já no futsal, competiu nos campeonatos concelhios, onde foi campeão e, mais tarde, “saltou” para a Maia, onde, ao serviço do GCD Silva Escura “B” também jogou no concelhio. A Associação Recreativa Juventude do Muro foi a equipa que, segundo o jovem, possibilitou a época onde sentiu “maior crescimento individual”. A isso juntou-se o título coletivo de campeão de série da 2.ª Divisão distrital e a subida de divisão.
“Não posso deixar de mostrar o meu apreço por um dos homens responsáveis pelo sucesso desta época, Romeu Correia, pessoa exemplar que me ensinou não só a ser um melhor jogador, mas, sobretudo, a ser um homem melhor”, sublinhou, sem esquecer o treinador, Sérgio Monteiro, a quem também tece rasgados elogios “pelo trabalho exímio em conseguir extrair todo o potencial de cada um dos jogadores e construir um grupo coeso”. “Os meus colegas de equipa não foram simplesmente pessoas com quem eu dei uns chutos na bola, foram uma verdadeira família ao longo de todo o ano, pois todos ajudavam a superar as dificuldades que cada um tinha. Penso que todos os adeptos também merecem um enorme obrigado, pois foram incríveis, porque muitas vezes abdicaram das suas vidas pessoais para nos apoiar e, em alguns momentos, esse apoio foi fundamental”, acrescentou.
Rúben considera que, dentro de campo, é tal e qual como fora dele, ou seja, “uma pessoa que trabalha muito para conseguir todos os objetivos”. Não se considera “fora de série”, mas também afasta a modéstia: “Ninguém trabalha mais do que eu dentro de campo”.
A oportunidade de se tornar treinador adjunto surgiu da amizade com Fábio Ferreira, técnico da equipa de juvenis do Centro Recreativo de Bougado, que lhe endereçou o convite há duas épocas. E como “nunca se diz que não a um amigo”, Rúben aceitou. Apesar de gostar mais de vestir a pele de jogador, o jovem não esconde a “sensação incrível” que é a oportunidade de “tentar transmitir os valores” que defende e “contribuir para o crescimento daqueles jovens”.
A época nos dois clubes deu-lhe duas subidas de divisão, por isso, ficará guardada num lugar especial do baú das recordações. “Ao olhar para trás, sei que cada segundo valeu a pena e, no futuro, vou levar a felicidade de cada vitória e o ensinamento de cada derrota para os novos desafios que a vida me trouxer. O facto de ter conseguido estes feitos tiveram ainda mais gosto e deram ainda mais prazer por ter sido ao lado de pessoas com valores muito idênticos aos meus. Foi um sentimento que não me vou esquecer e que não me importava nada de voltar a sentir” confessou.
Sobre o futuro, de forma pragmática, Rúben Costa diz que não se imagina “em grandes palcos”, e esse cenário nem é “uma obsessão”, porque o que mais importa “é aprender o máximo possível”. “Continuarei a auxiliar o Fábio Ferreira no CR Bougado e como jogador terei o prazer de continuar com algumas das pessoas que estive durante este ano”, concluiu.

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