No dia que antecedeu à chegada da nova estação do ano, celebrada a 21 de março, a Escola da Feira Nova, em conjunto com a Associação de Pais, dinamizou uma iniciativa dedicada àquela que é a “rainha das flores”.
“Fizemos o ano passado a primeira festa da primavera e este ano pensamos em fazer outra e dar uma continuidade a este tipo de atividades, em articulação com a nossa Associação, e nada melhor do que escolher o Dia Mundial da Árvore e o Dia Mundial da Poesia, que são duas atividades que nós comemoramos sempre isoladamente, e desta vez pudemos pôr tudo num dois em um”, explicou a coordenadora da escola, Joana Caeiro.
Para assinalar a data, os cerca de 142 alunos da instituição participaram na plantação de duas árvores, colocadas no exterior da escola.
Aproveitando o clima de festa, os encarregados de educação foram convidados a integrarem o evento, participando numa aula de zumba ao ar livre. Esta atividade foi para a coordenadora da escola uma “espécie de chamariz” para os pais assistirem de perto à vida escolar dos filhos.
Além do convívio ao ar livre, o polivalente da escola encheu-se de trabalhos feitos pelos alunos, sob o tema da poesia e do Dia Mundial da Árvore. Neste âmbito, a escritora Cátia F. Pereira, autora do livro infantil “Irmãos no Coração”, marcou presença na iniciativa para uma sessão de autógrafos.
O lanche da iniciativa esteve a cargo da Associação de Pais, que pôs à disposição uma série de produtos à venda como “bolos à fatia, bifanas, caldo verde, bolinhos de bacalhau”, entre outros, cuja receita revertia a favor de “melhorias na escola”. Segundo Marta Alves, presidente da Associação de Pais da EB1/JI da Feira Nova, a escola precisa de um “divertimento” para os alunos do ensino básico. “Não digo um parque infantil porque os miúdos são muito grandes para parque infantil, mas um divertimento para os meninos da EB, porque não têm nada. Os meninos maiores queixam-se que realmente não têm e, neste momento, é nisso que estamos a pensar em investir”, adiantou.
Quanto à adesão das crianças, Joana Caeiro salientou que “ficam muito entusiasmadas desde que começam a fazer os primeiros trabalhos”. “Os primeiros trabalhos que eles fazem não sabem para o que é. Normalmente nesta semana há aquele êxtase final misturado com as avaliações”, concluiu.