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É mais caro arrendar casa na Trofa do que em Santo Tirso ou Famalicão

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Santo Tirso, Vila Nova de Famalicão e Trofa surgem na lista de 197 municípios disponibilizada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre o valor médio do metro quadrado das rendas imobiliárias.

Segundo o INE, arrendar uma casa em Portugal tem um custo médio de 4,8 euros por metro quadrado (m2), tendo em conta dos dados dos 197 municípios. Santo Tirso apresenta um valor médio por m2 de 3,15 euros, enquanto arrendar uma casa em Vila Nova de Famalicão custará, em média, 3,57 euros por m2. A Trofa apresenta o valor mais elevado dos três municípios, 3,66 euros por m2.
Ou seja, na Trofa alugar uma casa com 100m2 fica em média por 366 euros mensais, em Vila Nova de Famalicão por 357 euros e em Santo Tirso por 315 euros.

Na lista dos 197 municípios ordenada por ordem decrescente do preço médio das rendas por m2, Trofa ocupa o 76.º lugar, Vila Nova de Famalicão surge no 81.º lugar e Santo Tirso está na 116.º posição.

Segundo o INE, é a zona de Lisboa que apresenta, ao segundo semestre de 2018, a renda mais elevada: 11,16 euros, em média, por m2. O município com o valor mais baixo é Belmonte, com 1,70 euros por m2.

A completar o pódio dos locais mais caros para arrendar casa no país encontram-se Cascais e Oeiras, com preços médios de 9,71 euros por m2 e 9,38 euros por m2, respetivamente. Já o Porto, tem valores médios de 7,85 euros, por metro quadrado.

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Trofa

Vem aí muito calor

“Vamos ter em setembro um tempo, em regra, mais quente do que nos setembros anteriores. Entre 50% a 60%  mais quente e entre 40% a 50% mais seco”, disse José Luís Carneiro, reiterando que “isto diz tudo dos riscos acrescidos que vamos ter de enfrentar” até ao final do verão.

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Em declarações à imprensa, após uma visita ao Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o ministro da Administração Interna avisou que “vamos entrar numa terceira vaga de calor a partir de dia 20, que se vai prolongar por setembro”.

“Vamos ter em setembro um tempo, em regra, mais quente do que nos setembros anteriores. Entre 50% a 60% mais quente e entre 40% a 50% mais seco”, disse José Luís Carneiro, reiterando que “isto diz tudo dos riscos acrescidos que vamos ter de enfrentar” até ao final do verão.

Estas condições meteorológicas “exigem de nós um esforço acrescido”, pelo que o ministro apelou à “todo o esforço da comunidade nacional, em cooperação, que é indispensável”.

Não se pode, todavia, considerar que esta nova onda de calor mais grave do que as anteriores. “A onda de calor mais critica terá sido a de julho”, disse José Luís Carneiro.

“O pior pico desta onda deve corresponder aos momentos mais críticos da segunda onda de calor” deste ano, acrescentou.

O calor vai apertar a partir de quinta-feira

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), as temperaturas vão aumentar significativamente a partir de quinta-feira, sendo que em algumas zonas do país as máximas terão oscilações drásticas.

Em Lisboa e Setúbal, as temperaturas passam dos 25 e 28 graus esta quarta-feira para 37 e 38 graus na sexta-feira, respetivamente.

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Em Beja e Évora, as temperaturas aumentam progressivamente a partir de quinta-feira, com os termómetros a oscilar entre os 37 e os 39 graus no sábado e domingo. As temperaturas vão manter-se elevadas no arranque da próxima semana.

Em Braga e em Bragança, as máximas vão rondar os 33/34 graus no fim de semana e aumentam para 35/37 graus no início da próxima semana.

Castelo Branco, os termómetros vão chegar aos 38 graus no fim de semana, uma situação que se vai prolongar pelo menos até terça-feira, 23 de agosto.

Coimbra passa para máximas a oscilar entre os 31 e os 35 graus até terça da próxima semana.

Em Portalegre, conte com 36 graus no fim de semana e 37/38 graus daqui a sete dias.

Em Faro, Guarda, Viseu e Leiria, com oscilações menos drásticas ao longo dos próximos dias, as máximas vão variar neste período entre os 30 e os 34 graus.

Em Viana do Castelo as máximas vão manter-se sempre abaixo dos 30 graus Celsius. O mesmo acontece no Funchal e em Ponta Delgada.

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Lusa

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Desporto

Trofense perdeu na deslocação ao Leixões

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O Leixões foi quase sempre melhor do que o Trofense e fez o necessário para marcar até mais do que um golo durante a primeira parte, mas esteve mal na finalização.

O Trofense, que ficou reduzido a 10 jogadores aos 34 minutos, devido à expulsão do seu ‘capitão’, Vasco Rocha, sentiu problemas sempre que o opositor atacou pelos corredores e também deu pouco trabalho à defesa e ao guarda-redes contrário.

Kiki foi o grande motor do ataque leixonense até ao intervalo e logo aos dois minutos cruzou para João Oliveira, que, porém, chegou atrasado e atirou para fora.

A baliza do Trofense voltou a estar em perigo depois de outro cruzamento, este de João Amorim e do flanco direito, aos 10 minutos e com este lance terminou o ascendente inicial do Leixões.

Os visitantes conseguiram depois reagir e lançar alguns ataques promissores, mas por pouco tempo, e foi o Leixões que mais uma vez esteve perto de marcar em duas ocasiões consecutivas aos 15 minutos.

Okitokandjo arranjou tempo e espaço na área leixonense para rematar, assustar Beunardeau e ganhar um canto e, daí até o intervalo, só ‘deu’ Leixões, com Kiki em foco com as suas arrancadas pelo corredor esquerdo e cruzamentos para João Oliveira, que se destacou pela sua desinspiração.

O Trofense melhorou na segunda parte e o Leixões perdeu algum do fulgor exibido no primeiro tempo e tudo ficou mais complicado para a equipa de Matosinhos quando Paulo Alves viu o segundo amarelo aos 53 minutos e foi expulso também.

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O treinador leixonense fez três substituições aos 70 minutos, substituiu Kiki, já esgotado pelas suas acelerações e grande mobilidade, por Agostinho aos 82 minutos e foi bem sucedido com as mexidas efetuadas, pois o golo teve a assinatura de duas unidades saídas do banco.

Miguel Ângelo iniciou a jogada do golo, Fabinho prosseguiu-a e Agostinho, natural da Guiné-Bissau, concluiu-a com um golpe de cabeça oportuno, materializando assim o grande investimento que o Leixões efetuara em busca do golo.

Texto Lusa

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