Dos dois aos 80 anos. Não houve limite de idade para ajudar e, por isso, muitos foram os que participaram na caminhada solidária a favor da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental da Trofa, que decorreu na quarta-feira, 10 de junho.
Rosa Araújo, um dos elementos da organização, não se mostrou surpreendida com a elevada adesão à iniciativa, uma vez que “o objetivo era ajudar a única instituição do concelho que apoia jovens com incapacidades, através da recolha de verbas que contribuam para colmatar as dificuldades financeiras que a afetam atualmente”.
Mas se a adesão foi positiva, a forma como decorreu a caminhada mereceu o reparo de Rosa Araújo: “Lamento profundamente que a Câmara não tenha autorizado a utilização do Parque Nossa Senhora das Dores e Lima Carneiro para fazermos a concentração para a caminhada, quando já lá se realizaram imensas iniciativas. Foram feitos todos os procedimentos legais, a instituição entregou todos os pedidos que a Câmara obriga, tínhamos o aval da GNR e foi pedida a utilização do espaço público”.
Rosa Araújo contou que “para prevenir acidentes, alguns participantes voluntariaram-se para vestir os coletes refletores”. “Conseguimos realizar a caminhada com sucesso, sem problemas. Gostaria de agradecer a todos os participantes que protagonizaram uma manhã muito solidária”, sublinhou.
Já Conceição Leitão, diretora pedagógica da APPACDM, agradeceu “a todos os que se associaram, pela forma harmoniosa como a iniciativa decorreu”.