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Edição 693

Burlado em 6500 euros por falsos funcionários dos CTT

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Um homem foi burlado em cerca de 6500 euros, a 14 de maio, por dois indivíduos que se fizeram passar por funcionários dos CTT.

Segundo fonte da GNR, os larápios abordaram o idoso cerca das 15.30 horas, na Rua de Lemende, freguesia de Covelas, alegando que estavam responsáveis por proceder à troca de notas antigas por novas.

O homem acabou por cair no conto do vigário e quando já tinha na mão cerca de 6500 euros foi ameaçado por um dos ladrões, que lhe apontou uma arma de fogo. Já com a quantia de dinheiro na sua posse, os larápios colocaram-se em fuga.

A queixa foi formalizada na Guarda Nacional Republicana, mas o caso passou para a alçada da Polícia Judiciária por se tratar de um roubo com recurso a arma de fogo.

As autoridades alertam a população, principalmente a mais idosa, para ter cuidados redobrados quando são abordados por desconhecidos. Numa situação deste género, observe bem o que lhe rodeia e memorize o número de indivíduos e a sua descrição física. Os uniformes com que estes indivíduos se apresentam não chegam para garantir a identidade de uma pessoa que se apresenta à porta de casa, alegando ser funcionário de qualquer entidade, pelo que não hesite em pedir-lhe a devida identificação (cartão de funcionário, que deverá ter fotografia, nome e número). Quando for abordado por um desconhecido em sua casa, chame um vizinho para junto de si.

Nenhuma das grandes empresas de serviços (eletricidade, comunicações ou serviços de água) faz cobranças ao domicílio, nem por serviços prestados nem por reparações de avarias técnicas.

Não deixe o desconhecido entrar na habitação, nem sequer lhe mostre elevados valores de dinheiro ou artigos valiosos.

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Em caso de dúvida, não hesite em contactar a força policial da área. A Guarda Nacional Republicana da Trofa pode ser contactada através do número de telefone 252 499 180.

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Edição 693

António da Costa Ferreira (1879-1937): Um dos primeiros empreendedores trofenses do Século XX

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António da Costa Ferreira nasceu a 14 de maio de 1879, no Paranho, freguesia de São Martinho de Bougado. Era filho de António da Costa Ferreira e de Maria da Costa Dias. Descendente de pais humildes – o pai foi emigrante no Brasil -, nasceu para o progresso e prosperidade da sua terra.

Fez-se comerciante. O pai tinha-lhe deixado uma loja de mercearia que ele alargou a fazendas e miudezas. Entretanto, como as fazendas não se vendiam, resolveu contratar um alfaiate. Estabelecido o alfaiate, começou a vender. Como havia nesta região apenas uma fábrica e era de serração, resolveu arriscar. Primeiro fundou a empresa com dois sócios- Manuel Campos e Alfredo da Costa Peniche- e deu-lhe a designação de Costa, Campos & Ferreira e destinava-se a fabrico de chapéus de feltro. Esta fábrica situava-se na zona do atual Largo Costa Ferreira e foi inaugurada em 1 de setembro de 1913.

A seguir, ajudou (em 1922) a fundar a Moagem- a terceira fábrica em São Martinho de Bougado -, na Avenida de Paradela. E finalmente, esteve ligado, nesta região, a uma fábrica de Tecidos e Serração, situada junto à Avenida de Paradela, cujo nome se designava por Monteiro, Carvalho & Portela.

Casou com Francelina da Silva e Sá, também natural de São Martinho de Bougado.

António da Costa Ferreira era um homem justo e extremamente sensível à necessidade do próximo. Foi um dos fundadores do Clube Trofense. Chegou a vereador e até a vice-presidente da Câmara de Santo Tirso.

Quando ainda não havia movimentos ambientalistas, ele foi um dos que se opôs ao abate de centenárias árvores (plátanos), junto à ponte do Rio Ave (Santo Tirso), erguendo a sua voz, determinada e persuasiva, nestes termos: “-O quê?… Destruir aquilo que demorou tantos anos a criar? Não. Não pensem nisso. Cuidem de plantar mais, isso é que é necessário.”

E os plátanos ainda hoje lá estão… velhinhos. Foi também um dos grandes impulsionadores e defensores da abertura da agora chamada Avenida de Paradela.

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Costa Ferreira era um político republicano convicto, mas punha a amizade entre as pessoas à frente do credo político. Como grande visionário que era, e crente num futuro promissor para a Trofa, era voz corrente(vox populi) ao longo dos anos setenta, oitenta e até noventa do século passado, de que a sua casa , construída no largo que agora tem o seu nome, fora concebida e predestinada para os futuros Paços do Concelho… da Trofa.

Este bairrista trofense faleceu a 17 de março de 1937, antes de completar a sua obra: deixou por acabar a obra planificada e projetada de alindamento, leia-se, arborização do Parque de Nossa Senhora das Dores, assim como já não teve tempo de construir o hotel que chegou a elaborar em projeto.

António Costa

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Edição 693

Casa cheia na apresentação do “Voluntariado pelo mundo”

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Foi num ambiente intimista e de partilha de vivências que Silvano Lopes apresentou o livro “Voluntariado pelo Mundo”, a 3 de maio, na sede do Clube Slotcar da Trofa.

Foi com a casa cheia e entre dois amigos de longa data, João Mendes e Francisco Barros, que Silvano emocionou a plateia com as histórias que viveu nos países onde fez voluntariado, Camboja, Guiné-Bissau e Quénia, terras longínquas, onde a água potável e a eletricidade são considerados bens de luxo.

A pobreza extrema esteve sempre presente em todas as missões realizadas pelo trofense, que partiu com o principal objetivo de fotografar as disparidades que existem entre o os países em vias de desenvolvimento e a Europa, para que essas imagens pudessem ajudar a divulgar o trabalho das associações que apoiam as comunidades dessas nações e, quem sabe, despertar mentalidades.

Ao longo da apresentação, Silvano contou que, em todas as missões que abraçou, vivia da mesma forma e comia exatamente o mesmo que os habitantes locais, documentando que quando chegavam, os voluntários eram recebidos como “reis” e imediatamente a comunidade lhes oferecia a comida, que, em sinal de respeito, aceitavam. “Experimentei larvas e gafanhotos. Eu gostava muito das larvas. São parecidas com as tripas”, referiu, causando alguma agitação e muitos sorrisos na plateia.

Entre risos de nervosismo e alegria pelo momento que estava a viver a apresentar o livro, o trofense confessou que foi uma enorme dificuldade compor o livro, visto que nunca teve esse propósito e uma vez que sua memória e sentido cronológico “falham bastante”. No entanto, adotou o conceito de “registo fotográfico”, que acabou “ilustrado com palavras” do amigo e escritor João Mendes, que aceitou de imediato esse desafio.

No meio da plateia a assistir, estava outro amigo de Silvano, Miguel, que também partilhou algumas das suas experiências de voluntariado com o público.

No final, foram várias as pessoas que compraram o livro e se deixaram contagiar pelas histórias de quem ajuda os outros.

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O livro, editado pela Chiado, é a primeira aventura de Silvano no mundo da escrita.

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