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Edição 611

Atletas da Trofa na Seleção Regional de Rugby

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José Silva e Gonçalo Brás, atletas da Escolinha de Rugby da Trofa (ERT), representaram a Associação de Rugby do Norte de Sub-16 no jogo da Taça de Portugal diante da Agrária-Tondela, no sábado, 18 de fevereiro, que se realizou em Pedralva, Braga.
A formação nortenha acabou por vencer categoricamente por 50-0, com a participação em “excelente nível” dos atletas trofenses, adiantou Ricardo Costa, responsável da ERT, que considera que “esta convocatória vem mais uma vez confirmar o caminho seguido pela Escolinha de Rugby da Trofa na aposta na igualdade de oportunidades”.
“A base deste caminho tem sido sustentado em valores e princípios exigidos aos nossos atletas que marcam a diferença na sua forma de estar e agir na sociedade”, sustentou.

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Edição 611

“É um desafio permanente treinar os princípios de jogo”

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“Nós Somos Trofense” é o lema que acompanha todos os escalões de formação do Clube Desportivo Trofense e a equipa de Sub-11 B não é exceção. Nesta etapa, os objetivos passam por “jogar, jogar muito, a competir”, revelou o treinador António Pedro Silva, em entrevista ao NT.

O Notícias da Trofa (NT): Como está a correr a temporada?
António Pedro Silva (APS): Efetivamente bem. Metade da equipa está a competir pela primeira vez e a resposta tem sido positiva. Os nossos jogadores estão cada vez mais competentes a jogar e, naturalmente, que a equipa apresenta cada vez mais competência. Acabamos a primeira fase e vamos começar agora a segunda fase com boas expectativas tendo em conta o desempenho até agora.

NT: Quais os objetivos na competição?
APS: Os objetivos passam por jogar, jogar muito, a competir. Nessa perspetiva, os problemas que o jogo coloca acabam por originar respostas e oportunidades para que os atletas cresçam e, consequentemente, evoluam. É um desafio permanente treinar os nossos princípios de jogo, ou seja, estabelecer comportamentos de jogo com a irreverência deles. Com a competição conseguimos “treinar” os comportamentos e potenciar as características de cada um para um comportamento coletivo. É realmente um desafio.

NT: Quais as principais dificuldades neste escalão/competição?
APS: As principais dificuldades prendem-se, essencialmente, com o facto de que neste escalão muitos atletas estão a praticar o jogo formal (7×7) pela primeira vez. Desta forma, muitas vezes os atletas assumem comportamentos e decidem menos bem, porque ainda estão a descobrir o jogo e a competitividade do jogo.

NT: Com que aptidões os atletas se capacitam neste escalão?
APS: Pretendemos que os atletas adquiram competências técnicas, táticas e físicas, que lhes permitam dar resposta aos problemas que o jogo apresenta, tornando-os mais competentes no jogo coletivo.
Também investimos na capacidade dos nossos atletas em conciliar o futebol e a escola, fundamental para que no futuro consigam potenciar estas áreas da formação deles. E, como em todas as equipas, desenvolvemos o “Nós Somos Trofense”.

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Edição 611

“Ciência e Vida” com o investigador Nuno Miguel Almeida

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No dia nove de fevereiro, tivemos a oportunidade de presenciar uma palestra sobre ciência e vida apresentada por Nuno Miguel da Silva Almeida, um jovem investigador. Durante essa palestra, ouvimos um historial sobre as várias descobertas feitas por diversos cientistas, desde a Grécia, e que vieram evoluir e melhorar as condições de vida do ser humano, na medida em que partiram da ciência e de várias descobertas para que hoje tivessemos um modo de vida evoluído. Para acompanhar a sua palestra, o investigador apresentou diapositivos que continham, nomeadamente, vídeos e imagens que permitiram uma melhor visualização do seu objetivo.
Deste modo, e na minha opinião, foi uma palestra bastante interessante e importante para percebermos o quanto se evoluiu e o significado que tem a ciência nos dias de hoje. Para o sucesso desta apresentação, contribuiu também o facto de se utilizar uma ótima estrutura do seu trabalho para uma melhor compreensão.
Já a terminar, o investigador captou ainda mais a atenção do auditório, quando referiu as moléculas que se formavam com o prazer e, também, quando transmitiu, no final, a mensagem de que devemos fazer o que gostamos e sermos felizes. Graças a toda a sua apresentação, podemos concluir que a educação e a cultura são formas de evoluir o mundo e não de o estagnar.

Tatiana Ramalhete (1102) – Escola Secundária da Trofa

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