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Acidente de trabalho faz três feridos na Metalogalva

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Três homens, com idades entre os 30 e os 45 anos, sofreram ferimentos na sequência de um acidente de trabalho, ao início da manhã desta quinta-feira, na empresa Metalogalva, na Maganha, Santiago de Bougado.

Ao que o NT apurou, os funcionários terão sido atingidos por uma estrutura metálica.

Dois dos trabalhadores sofreram ferimentos graves e foram transportados, um para o Hospital de S. João, no Porto, e outro para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA), com acompanhamento médico das Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação dos respetivos hospitais.

O outro ferido foi transportado para a unidade hospitalar de Vila Nova de Famalicão do CHMA.

Os Bombeiros Voluntários da Trofa estiveram no local com seis operacionais e três viaturas. A GNR da Trofa registou a ocorrência.

Contactada pelo NT, fonte da Metalogalva fez saber que “lamenta o acidente ocorrido”, confirmando que este “não resultou de qualquer ação laboral ou em exercícios de funções dos envolvidos”, excluindo “qualquer violação das regras de segurança no trabalho”.

Esclareceu ainda que “na sequência do acidente, foi imediatamente ativado o plano de emergência interno”, com ação da “equipa de socorristas da empresa” e “simultaneamente chamadas as entidades de socorro médico, que, de forma célere, socorreram as vítimas”.

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Ainda segundo a mesma fonte, durante a tarde desta quinta-feira, “as vítimas ainda estavam em estado de observação, mas encontravam-se livres de perigo e com prognóstico de total recuperação”.

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Grupo da Brasmar adquire maioria do capital da empresa francesa Sedisal

O Grupo Brasmar, líder nacional no setor alimentar de produtos do mar, adquiriu a maioria do capital da francesa Sedisal, empresa especializada na distribuição de produtos do mar refrigerados.

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O Grupo Brasmar, líder nacional no setor alimentar de produtos do mar, adquiriu a maioria do capital da francesa Sedisal, empresa especializada na distribuição de produtos do mar refrigerados. Com um volume de negócios de cerca de 13 milhões de euros, a Sedisal tem na distribuição de polvo e bacalhau refrigerado as grandes áreas de expertise, dispondo de forte presença nos mercados francófonos.

Ao longo dos últimos anos, a Sedisal tornou-se um parceiro de referência na distribuição moderna em França, desenvolvendo uma gama de produtos de elevada qualidade e reconhecimento. Em 2015, lançou uma gama de produtos de cefalópodes prontos a consumir – em parceria com a Foncasal, empresa que viria igualmente a integrar o Grupo Brasmar, em 2019. Já em 2016, apostou no lançamento da própria marca, a ITSALUZ Lumiére de Oceans.

A aquisição da maioria do capital da empresa francesa (assegurando um call option sobre os restantes 49%), fundada em 1999 e localizada em Saint-Jean-de-Luz, permitirá à Brasmar a consolidação das operações no mercado francófono, potenciando as vendas tanto no negócio de produtos refrigerados, como nos produtos congelados.

A Brasmar, empresa participada do VigentGroup e do private equity MCH, tem vindo a intensificar o seu processo de internacionalização, através de um conjunto de aquisições e da abertura de filiais.

“Estamos sempre atentos a potenciais oportunidades de negócio que nos permitam incrementar a nossa quota de mercado, oferta de produtos e fluidez da cadeia logística. Esta aquisição responde aos nossos objetivos de crescimento neste mercado e reforça a dinâmica internacionalizadora que temos vindo a implementar nos últimos anos”, explica Sérgio Silva, CEO do VigentGroup.

O grupo português está presente em mais de 40 países, conta com um universo de colaboradores que supera os 850 e obteve uma faturação consolidada, em 2021, de cerca de 240 milhões de euros.

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Memórias e Histórias da Trofa: O telefone e a indústria em S. Romão

A introdução do telefone na Trofa foi um processo bastante lento com muitas condicionantes, apesar de ter desde cedo um conjunto de empresas que precisava obviamente de meios de comunicação para comunicar com os seus clientes.

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A introdução do telefone na Trofa foi um processo bastante lento com muitas condicionantes, apesar de ter desde cedo um conjunto de empresas que precisava obviamente de meios de comunicação para comunicar com os seus clientes. Justificava-se este atraso com a dependência administrativa para com Santo Tirso.
Na verdade, também na sede de concelho as comunicações eram difíceis, pedia-se a ligação a Guimarães e Fafe, importantes centros de industriais.
Os empresários e habitantes trofenses pediam a ligação a S. Romão, Ermesinde e depois seria estabelecida a ligação com o Porto, justificando esse investimento com o facto de em S. Romão existir já um forte tecido industrial, reforçando ainda com a argumentação que era igualmente um importante centro comercial.
Sobre o seu centro comercial era enumerado que era um território em crescendo e que se fossem dadas as condições ainda poderia crescer mais e por arrasto trazer novas dinâmicas para S. Romão.
A própria localidade já não podia dispensar o telefone, era uma necessidade gritante que não podia estar mais tempo em suspenso.
A solução para a resolução deste problema, escrevia-se em 1927 teria de passar por iniciativa privada dos seus cidadãos, não ficar eternamente à espera de uma solução do poder governativo que já naquela época era centralista.
Apelava-se à criação de uma subscrição, algo comum para aquele momento da história, na prática os membros da comunidade com as verbas que iriam arrecadar pagariam a instalação do telefone naquela sua comunidade.
Anunciava-se que era um bem necessário a ligação de S. Romão com o resto do país, a sua indústria e comércio necessitava dessa solução para sustentar e alimentar ainda mais aquele crescimento económico que estava a viver.
S. Romão do Coronado, uma freguesia que sempre caminhou lado a lado com o progresso, recebendo a industrialização no seu regaço e devendo muito essa vantagem seguramente graças ao comboio que desde 1875 passava nos seus limites geográficos.

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