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Edição 762

JS Trofa reforça representatividade nos órgãos distritais

A representatividade da Juventude Socialista da Trofa nos órgãos distritais da estrutura saiu reforçada no último Congresso Federativo do Porto da JS, que se realizou em Vila Nova de Gaia, a 12 de março.

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A representatividade da Juventude Socialista da Trofa nos órgãos distritais da estrutura saiu reforçada no último Congresso Federativo do Porto da JS, que se realizou em Vila Nova de Gaia, a 12 de março.
Para o próximo mandato 2021/2023, foram eleitos Bruno Soares, Simão Moreira e Daniel Moreira, para o Secretariado Federativo, Maria Marques, Pedro Castro e Alexandre Rodrigues (efetivos) e Eduardo Bogas e Daniel Silva (suplentes) para a Comissão Política Federativa. Daniel Moreira foi, também, eleito Coordenador do Gabinete de Estudos da Federação do Porto.
Durante os trabalhos, Simão Moreira, presidente da JS Trofa, interveio para defender “uma justa representatividade de homens e mulheres nos lugares de topo da Federação Distrital do Porto da JS, acompanhando um caminho que tem sido percorrido continuamente pela JS e pelo PS”, referiu a estrutura concelhia da JS, em nota informativa.
Já Bruno Soares, coordenador cessante da ANJAS – Porto (Associação Nacional de Jovens Autarcas Socialistas), “também discursou sobre o importante papel que os jovens têm na participação política local e, concretamente, nas últimas eleições autárquicas que conduziram a uma vitória histórica do PS no distrito”.
Nas apresentações das Moções de Orientação Política, Daniel Moreira, subscritor do documento “A distribuição dos lucros é a base para a justiça social”, defendeu “uma atuação eficaz na atenuação das disparidades salariais, na redistribuição justa do rendimento e na equidade de 35 horas de trabalho para o setor público e privado”.
Por sua vez, Pedro Castro viu a moção “Pela Criação da Ecovia Integral do Ave” aprovada por unanimidade, validando as pretensões dos jovens socialistas verem valorizado “um extraordinário património biológico, hídrico e cultural ao longo das margens do Ave através da construção de uma ecovia desde a nascente até à foz, beneficiando também o concelho da Trofa”.
“Foi uma enorme honra e orgulho ter como presidente do Congresso a camarada trofense Luísa Felizardo que foi, igualmente, presidente da Comissão Política Federativa durante o último biénio 2019/2021. A Luísa Felizardo sempre se pautou firmemente na defesa da igualdade, da liberdade e das causas feministas e a todos nos deixa um importante legado que queremos e iremos honrar”, referiu a estrutura concelhia da JS, em nota informativa.
No Congresso, a trofense Filipa Ferreira foi distinguida com o título de militante honorária da Juventude Socialista, pelo percurso de mais de 12 anos de militância.

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Edição 762

S. Romão assinala 13 de Maio com festa da profissão de fé

A paróquia de S. Romão do Coronado promove a festa em honra de Nossa Senhora de Fátima, a 13 de maio, com a habitual celebração da profissão de fé das crianças do 6.º ano de catequese.

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A paróquia de S. Romão do Coronado promove a festa em honra de Nossa Senhora de Fátima, a 13 de maio, com a habitual celebração da profissão de fé das crianças do 6.º ano de catequese. A solenidade tem início junto à Capela de Santa Eulália, onde, às 10h30, começa o cortejo até à Igreja Paroquial.
Antes, às 08h00, é celebrada uma missa em honra de Nossa Senhora de Fátima.
Da parte de tarde, às 15h00, é dada entrada da Banda de Música de Moreira, da Maia, e, meia hora depois, da Fanfarra Particular de Gondomar. Às 16h00, começa a procissão, com sermão na Capela de S. Bartolomeu, e encerramento na Igreja.
Na paróquia romanense, a Imagem Peregrina vai passar pelas ruas, de 1 a 11 de maio, e a 12 de maio é recitado o terço, às 19h00, na Capela de S. Bartolomeu.
A 14, 21 e 28 de maio, às 18h30, há oração do terço, na Igreja Paroquial e nos restantes dias do mês, este momento acontece às 21h00.

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Memórias e Histórias da Trofa: Auto-viação Trofense – empresa de camionagem para transporte de passageiros

Em 1921, na imprensa local, foi possível ver anúncios relativamente a uma empresa existente de seu nome “Auto-Viação Trofense” que pelo anúncio fazia e assegurava as viagens entre a Trofa e a Póvoa.

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Atualmente, as empresas de camionagem, fruto do investimento dos portugueses na aquisição de viatura particular, foram um pouco relegadas para segundo plano.
Contudo, de forma gradual, no século passado, essas mesmas empresas viram a sua importância aumentar, tornando-se, inclusivamente, concorrentes diretas do comboio.
As empresas de camionagem foram crescendo um pouco por todo o país, demonstrando a enorme vitalidade daquele negócio e a Trofa não seria exceção a essa regra.
Em 1921, na imprensa local, foi possível ver anúncios relativamente a uma empresa existente de seu nome “Auto-Viação Trofense” que pelo anúncio fazia e assegurava as viagens entre a Trofa e a Póvoa.
Aliás, não deverá ser esta a sua única viagem, até porque é descrito “como a época de banhos do mar”, demonstrando que a sua atividade era anterior e também mais abrangente, dando-se ao luxo de poder realizar uma época específica para servir o seu potencial cliente.
Essa fase da sua atividade ia desde o dia 1 de julho até 15 de novembro de 1921 e ligava a Trofa à Póvoa de Varzim e fazia igualmente o percurso inverso, sendo que completava esse serviço com a ligação aos comboios do Minho e Douro e também de Guimarães.
O preço da viagem era pago ao quilómetro, concretamente dez centavos, e caso desejasse levar bagagem era de graça os 15 quilos, mas se levasse mais peso consigo pagava o excedente a quatro centavos o quilo.
A viagem demorava, sensivelmente, uma hora e realizava-se, somente, uma vez em cada sentido, em que da Trofa para a Póvoa saía às 10h00 e chegava ao destino às 11h00 e para regressar à Trofa partia às 16h30 e chegava às 17h30.
Um horário que funcionava durante o mês de julho, mas relativamente ao outro espaço temporal, de 1 de agosto até à data terminal do serviço, o número de viagens era mais elevado, alternando as partidas e as chegadas da Trofa com a Póvoa entre as 8h e as 18h30, dando por terminado o serviço às 19h30.
A companhia realizava igualmente serviços de recreio nos outros dias, concretamente ao domingo e dias santos em que na sua viagem até à Póvoa fazia paragens em Lagoa, Maganha, Bicho, Macieira e, por último, Vila do Conde. Saindo da Trofa às 13h30, regressava apenas às 24h00.
O seu chefe de movimento era Joaquim da Costa Pereira Serra e relativamente a esta empresa não foi possível recolher mais dados, desconhecendo-se mais elementos que seriam fundamentais para o seu estudo, concretamente as viaturas, o seu número e até outros serviços e rotas que poderia realizar.
Contudo, fica claro que a Trofa ia dando cartas em mais um serviço e as suas dinâmicas de crescimento eram elevadas que obrigavam inclusivamente à colocação ao serviço de uma empresa de camionagem para transporte da população.

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