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Vídeo | Novo pároco de Guidões aposta na formação e no envolvimento dos jovens
Perante uma igreja paroquial cheia, Bruno Ferreira tomou posse como pároco de Guidões. Cumprindo a nomeação do bispo do Porto, determinada no mês de julho, o sacerdote foi acolhido pela comunidade, numa Eucaristia Solene que decorreu no domingo, 6 de setembro.
O sacerdote, que exerce funções como pároco de Santiago de Bougado há 16 anos, passa agora a acumular também a responsabilidade pela comunidade de Guidões.
No final da celebração, o novo pároco deixou uma mensagem centrada na continuidade da formação cristã e no envolvimento de toda a comunidade na vida paroquial. “É importante não perder a formação na vida cristã e na liturgia”, afirmou, sublinhando a necessidade de “valorizar as celebrações, dignificar as celebrações” e de “ajudar as crianças a crescerem na fé”, através de “um bom programa de catequese”.
Bruno Ferreira apelou também à participação dos mais jovens na vida da igreja. “Obviamente, contamos com os jovens, eles estão aí, mas é necessário convocá-los para também fazerem parte da Igreja deles”, declarou, defendendo ainda que se deve “valorizar, de facto, o património que esta comunidade tem, material e espiritual, as tradições e a festa”, sem perder a identidade própria de Guidões.
Entre as prioridades apontadas para o seu novo trabalho pastoral, o sacerdote destacou “a preocupação de conhecer as pessoas, visitar as famílias e acompanhar os doentes”, enumerou, acrescentando a importância de “estar disponível para ajudar as pessoas a aproximarem-se de Deus”, nomeadamente através “da frequência dos sacramentos, a Eucaristia, a reconciliação, a oração”.
Questionado sobre o bairrismo, característica muito própria da comunidade guidoense, o padre considerou que este pode ser um valor positivo se bem orientado. “Todas as paróquias têm, de facto, os seus bairrismos. E Guidões também tem o seu, certamente”, notou, defendendo que é preciso “valorizá-lo no sentido certo”. “O bairrismo não é para andarmos em lutas uns com os outros”, explicou, propondo antes que se use “as diferenças de cada um, para o bem comum, para o bem da paróquia”, de forma a “unir a comunidade”.
“O bairrismo, quando é salutar e ajuda a nos unirmos como irmãos e a caminharmos no mesmo sentido, acho que é bem-vindo, sem dúvida. E Guidões também o tem e por isso vamos caminhar juntos”, concluiu.


