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Edição 417

Trofa acolheu jovens rotários em RYLA Páscoa

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O Rotary Club da Trofa organizou o campo de férias RYLA Páscoa de 2013, que contou com a participação de 14 jovens rotários do Distrito 1970, em atividades desenvolvidas entre os dias 25 e 29 de março. Iniciativa contou com uma receção oficial na Câmara Municipal da Trofa.

Este ano, a organização do RYLA Páscoa 2013, campo de férias, coube ao Rotary Club da Trofa, que acolheu “14 jovens” dos 14 aos 18 anos de idade.

O projeto, que decorreu no âmbito das atividades do ano Rotário, seguiu as orientações do Rotary International e promoveu a realização de um campo de férias com “atividades rotárias”, sob a temática “Liderança ‘Made in Portugal’”. Os jovens foram propostos pelos vários Clubes Rotários do Distrito 1970, devido às “suas aptidões de liderança e bons resultados a nível escolar”.

Assim, na terça-feira, dia 26 de março, os jovens foram recebidos pelo executivo municipal da Câmara Municipal da Trofa. Joana Lima, presidente da autarquia, aproveitou a “ocasião para desejar as boas vindas ao grupo e para incentivar os presentes a continuarem o percurso de excelência e de mérito”.

Depois da receção oficial, os jovens participaram na Palestra “Liderança – Uma atitude e uma prática” a cargo de Ângela Santoalha e, durante a tarde, assistiram ao testemunho de vários empresários do concelho.

Já no dia 27, fizeram uma visita à Santa Casa da Misericórdia da Trofa, à Salsa Jeans e à Casa da Cultura da Trofa, onde conheceram “a História local com o investigador Alcino Rodrigues”. A estas iniciativas culturais seguiu-se uma “Magic Party” em Cidai, finalizando o dia com um jantar convívio.

O último dia do RYLA ficou marcado por uma visita ao Laboratório Bial e ainda à Universidade Sénior, seguindo-se uma palestra “Saber falar em público” e um jantar festivo, que contou com a presença da Governadoria e Representadorias Distritais.

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Alunos da Forave solidários

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forave

 

No último dia de aulas, antes das férias da Páscoa, a turma de Apoio Familiar e à Comunidade (AFC) 11/13 da Escola Profissional Forave dinamizou duas atividades inseridas no projeto de turma “AFC Saudável e Solidária”.

A iniciativa consistia numa caminhada solidária pelas ruas de Lousado. Os participantes foram “convidados a oferecer um género alimentar a uma instituição de solidariedade social de Vila Nova de Famalicão”, revelou fonte da organização.
Para além do exercício físico, o “espírito de partilha” esteve patente e todas as ofertas recolhidas já foram entregues à associação “Dar as Mãos”, que as fará chegar a quem mais precisa.

Após o exercício físico solidário, todas as turmas da Forave participaram no concurso “Mesas de Páscoa”, decorando uma mesa com “doces típicos desta festividade e partilhando-os com toda a escola”, assegurou fonte da organização.

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Socratinices requentadas do artista da cassete pirata

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Uma declaração prévia da intenção de escrever sobre José Sócrates: nunca votei nele; nunca acreditei nas suas palavras agridoces de encantar os mais distraídos; não gosto dele como pessoa; não gosto do seu estilo de fazer política; vejo nos seus olhos um olhar de ódio pela vida; vi no discurso da noite da derrota eleitoral, um discurso presidenciável; é minha opinião que foi o pior primeiro-ministro que nos governou em democracia; é o grande culpado, mas não o único, do descalabro das contas públicas; é um político com uma agenda escondida. Mesmo assim, acho que tem todo o direito a defender-se publicamente daquilo que é acusado. É assim a liberdade e a democracia.

Como se não bastasse a péssima governação com que José Sócrates “brindou” o país ao longo de seis anos, deixando os portugueses a pão e água, vem agora fazer de nós uns “camelos” a atravessar o deserto da ignorância. Nas suas falinhas mansas de “carneiro mal morto”, lá teve o seu tempo de antena para justificar a sua péssima governação. Depois de dois anos sabáticos parisienses, apareceu no seu estilo, em grande forma. Foram mais de noventa longos minutos de retórica persuasiva e manipuladora.

Com constantes golpes de rins, Sócrates lá foi adulterando factos, manipulando números, mentindo e apresentando verdadeiros embustes. E foram tantos. Num facto, José Sócrates tem razão; Cavaco Silva é também culpado pela situação a que Portugal chegou. É verdade! O Presidente da República deveria ter demitido o governo socialista quando o descalabro começou a acentuar-se, não fora as eleições presidenciáveis que estavam à porta. Com essa estratégia pessoal, Cavaco Silva relegou para segundo plano o interesse nacional. Deu no que deu, com o país a afundar-se cada vez mais.

José Sócrates manipulou os números das PPP – parcerias público-privadas, afirmando que no seu governo os encargos até baixaram, quando o que aconteceu nos seis anos de governação socialista foi uma quase duplicação desses encargos, passando de 16 mil milhões de euros em 2005, para quase 33 mil milhões em 2012; aumentou sempre os funcionários públicos e em 2009, ano de eleições, os aumentos foram de 2,9%, no valor nominal mais alto desde 2001; foi o primeiro a aplicar cortes salariais à Função Pública, pois em 2011, as reduções salariais variaram entre os 3,5% e os 10% para salários acima de 1.500 euros; afirmou que a dívida subiu mais com o atual Governo, mas ignorou que foram assumidas dívidas do passado nos períodos mais recentes e alteradas as regras contabilísticas, como em 2011, quando houve alterações contabilísticas que aumentaram a dívida pública, designadamente as associadas às ex-Scut’s e ao reforço de capital do BPN.

As socratinices requentadas do verdadeiro artista da rádio, tv disco e da cassete pirata estiveram à altura do estilo com que sempre nos habituou, da sua postura manipuladora, da sua arrogância e falta de humildade para reconhecer os graves erros cometidos. Ao contrário do seu camarada António Guterres, que recentemente pediu desculpas públicas pelos erros que cometeu na governação do país. Que diferença!

José Maria Moreira da Silva

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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