Conceição Silva e Paulo Queirós repetem candidatura à Câmara e Assembleia Municipal da Trofa, respetivamente. Apresentação do manifesto eleitoral realizou-se, no café junto à estação de comboio desativada.

 Foi numa mesa do café da Estação, na freguesia do Muro, que a Coligação Democrática Unitária (CDU) apresentou formalmente os candidatos à Câmara e Assembleia Municipal da Trofa nas eleições autárquicas de outubro.

Conceição Silva repete a corrida à autarquia, depois de ter sido candidata em 2009, para contribuir para “uma mudança de paradigma” no concelho, que passa pelo voto na CDU, que “pode governar para o povo sem o enganar na altura das campanhas eleitorais” e que “tem a mesma palavra e ação na Trofa, na Assembleia da República ou em Bruxelas”, afirmou no discurso de apresentação do manifesto.

Por se guiar por “critérios de seriedade e honestidade”, afirmou, a CDU “garante a competência para dar um impulso necessário ao desenvolvimento sustentado do concelho”.

Para mostrar oposição à gestão autárquica dos últimos anos, Conceição Silva frisou “o elevado número de desempregados e o alto índice de pobreza”, o “estado miserável” das estradas e a não chegada do metro à Trofa.

Para “retirar os trofenses do marasmo”, a candidata da CDU assume “uma criteriosa definição de prioridades, privilegiando investimentos que se retratem na qualidade de vida e na segurança das pessoas e em obras realmente necessárias”. “Baixar impostos e taxas, defender a gestão da água, saneamento e resíduos sólidos como bens públicos e combater a sua privatização reivindicando, se necessário for, a municipalização dos serviços” são outras das propostas do partido.

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