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Edição 457

Reaberta ponte no Coronado

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De forma a não criar “imensos transtornos” por ter “menos uma acessibilidade” disponível, a Brisa procedeu à “estabilização” das terras da passagem hidráulica que está sob a ponte que liga S. Romão e S. Mamede do Coronado.
Já reabriu a ponte, denominada Travessa Costa, que liga as localidades de S. Mamede e S. Romão do Coronado, junto à Escola Básica e Secundária da freguesia, no dia 13 de janeiro.
A via, que passa sobre a A3, estava cortada desde o dia 7 de janeiro devido a um deslizamento de terras, provocado pelo mau tempo e as fortes chuvas, que danificou “uma passagem hidráulica”.
Na altura, de forma a “salva- Reaberta ponte no Coronado guardar as normas de segurança”, uma vez que “o piso” da ponte “ameaçava ruir”, a Câmara Municipal da Trofa decidiu, segundo José Ferreira, presidente da Junta de Freguesia do Coronado, “interromper o trânsito”. 
Quando contactada a Brisa, esta fez saber na altura que a ponte “não oferecia qualquer risco em termos de segurança”, tendo decorrido, durante final do dia 8, “uma reunião técnica para definir a solução a implementar”. Segundo José Ferreira foi feita “uma estabilização do terreno e das terras que ali estavam”, tendo sido “consolidado”.

Esta foi uma solução provisória encontrada pelos técnicos da Brisa até “passar este grosso do inverno e o caudal do rio Mamoa, que ainda é significativo”, uma vez que “não dá para fazer intervenção que vai ser necessária”, que passa pela “sustentabilidade do túnel” da passagem hidráulica. O presidente da Junta assegurou que “logo que o tempo permita e melhore”, irá ser feita “essa intervenção necessária”. 

Até lá, José Ferreira pensa que “estão reunidas as condições de segurança para se ter reaberto a ponte para que possam circular quer peões, quer trânsito automóvel, sem qualquer tipo de problema”. “Foi a solução técnica encontrada pelos técnicos para que não criasse o condicionalismo de termos a Rua do Gondão fechada e canalizar todo o trânsito para a nacional 318, o que iria causar imensos transtornos e era menos uma acessibilidade que iriamos ter diretamente à Escola Báscia e Secundária, que como sabemos trás sempre muito trânsito, e descongestiona sobretudo o trânsito na nacional”, explicou.

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Edição 457

O desemprego jovem é uma chaga social que hipoteca o futuro

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Na história dos tempos, os jovens sempre foram considerados uma força importante para o desenvolvimento das sociedades e para a humanidade seguir adiante, mas na atualidade, e numa visão funcionalista e mercantilista da sociedade, os jovens são considerados descartáveis, em virtude de não responderem às lógicas produtivas, nem a qualquer critério útil de investimento. As consequências desta visão retrógrada são o flagelo do desemprego, e em particular o desemprego jovem.

Desempregado é o individuo com idade mínima de 15 anos que não tenha trabalho remunerado e esteja disponível para trabalhar. Se tem entre 15 e 34 anos, e está nestas condições é considerado, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), desempregado jovem. Esta triste realidade, que chega a atingir os 40%, não é só portuguesa; é também europeia. São muitos os países europeus, que atingem esta elevadíssima percentagem de desempregados jovens.

Os números do desemprego jovem, ainda são mais assustadores, pois é considerado empregado o individuo com idade mínima de 15 anos que tenha efetuado um trabalho de pelo menos 1 hora mediante o pagamento de uma remuneração. São muitos os jovens que, em situação de desespero, aceitam um trabalho temporário. Estes jovens, que aceitaram este trabalho precário e receberam uns parcos dinheiros, não contam para o desemprego. Também não se contabiliza os que emigram. Por estes motivos, os dados avançados pelo INE, referentes ao desemprego jovem, estão muito longe da realidade.

A legislação, que supostamente foi feita para originar a criação de novos postos de trabalho, define que os contratos de utilização de trabalho temporário podem renovar-se até ao limite máximo de dois anos, mas tem sido facilmente contornável. Os contratos nunca duram até ao limite temporal estabelecido, pois são rescindidos antes, para nunca atingir o limite, e volta-se a contratar o mesmo trabalhador, originando um círculo vicioso maléfico para a juventude.

O trabalho temporário, que seria importante para a flexibilização do mercado de trabalho, desde que adequadamente utilizado, transformou-se numa aberração e num abuso sem precedentes. Esta triste realidade, que tem tido beneplácito do poder político e também do poder judicial, demonstra o forrobodó que tem sido, principalmente para as grandes empresas multinacionais, que chegam a contratar o mesmo trabalhador para outras funções, ou com outra categoria, por novos períodos de tempo, chegando a atingir 10 e mais anos. Assim, formalmente, não corresponde a uma renovação contratual, mas a um novo contrato, mesmo que, na realidade, seja para ocupar o mesmo posto de trabalho.

O aproveitamento escandaloso dos estágios curriculares e o trabalho temporário têm sido um engulho ao desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens, pondo em causa o seu futuro. Com esta nova realidade, e porque ser jovem é (devia ser) acreditar e correr atrás dos sonhos, surgiu um novo ciclo de emigração não voluntária, agora mais jovem e qualificada, com consequências graves para o futuro do país, que pagará caro por esta falta de visão.

Portugal está a empurrar para o estrangeiro uma geração, talvez a mais bem qualificada de sempre!

Num país onde não se pode ter esperança, nem sonhos, emigrar é o mais natural. O futuro comum é negro, pois está hipotecado. O flagelo do desemprego jovem é uma chaga social que hipoteca o futuro. Infelizmente, em Portugal, a história do futuro está a escrever-se na porta de saída. É triste que assim seja!

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José Maria Moreira da Silva

moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Edição 457

Exposição fotográfica revela trabalho solidário em Moçambique (C/Video)

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No dia 23 de outubro de 2013, o trofense Silvano Lopes partiu para Moçambique, com o intuito de a realizar, durante um mês, um documentário junto da Organização Não Governamental (ONG) Um Pequeno Gesto, com vista ao apadrinhamento de crianças e divulgação da instituição.

Quase três meses depois, o trofense vai divulgar o resultado do seu trabalho, através de uma reportagem fotográfica que vai estar exposta na sala de exposições do FIJE – Fórum de Inovação para Jovens Empreendedores. “Um pequeno gesto, uma grande ajuda” é o nome do projeto de solidariedade que Silvano Lopes realizou em Moçambique e que tem como objetivos “divulgar o resultado de todo o seu trabalho e, simultaneamente, promover esta ONG e os seus objetivos de solidariedade, que passam pelo Programa de Apadrinhamento, que liga uma criança moçambicana a um padrinho de língua portuguesa”.

Assim, do dia 3 de fevereiro a 28 de março, a sala de exposições do FIJE recebe “uma seleção de 20 fotografias” de Silvano Lopes, que retratam o tempo passado em Moçambique

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