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PRORROGAÇÃO DOS SUBSÍDIOS DE DESEMPREGO QUE ACABEM EM 2021 SERÁ AUTOMÁTICA

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Os subsídios de desemprego que terminarem em 2021 serão prorrogados por seis meses de forma “automática” não sendo necessário entregar um pedido para esse efeito, disse esta quarta-feira a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho.

As pessoas não precisam de fazer nada, [a prorrogação] será automática”, afirmou a governante numa conferência de imprensa no Ministério do Trabalho, em Lisboa, onde recebeu a ministra do Trabalho e Economia Social de Espanha, Yolanda Díaz, numa reunião bilateral para debater várias políticas e no âmbito da cooperação bilateral nos domínios do emprego e das políticas sociais.

Em causa está uma medida prevista no Orçamento do Estado para 2021 (OE2021) por iniciativa do PCP, que prorroga por seis meses os subsídios de desemprego que terminarem no próximo ano.

Excecionalmente, os períodos de concessão do subsídio de desemprego que terminem em 2021 são acrescidos de seis meses”, estabelece a proposta do PCP incluída no OE2021 e aprovada na especialidade com os votos favoráveis de todos os partidos à exceção do PSD, que se absteve.

A ministra adiantou que o Instituto da Segurança Social “já está neste momento a programar todos os sistemas para quem termine o subsídio de desemprego a partir de janeiro, em qualquer um dos meses, tem uma prorrogação automática”.

O Orçamento do Estado não prevê regulamentação e, portanto, terá aplicação imediata mal entre em vigor”, reforçou Ana Mendes Godinho.

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Vem aí muito calor

“Vamos ter em setembro um tempo, em regra, mais quente do que nos setembros anteriores. Entre 50% a 60%  mais quente e entre 40% a 50% mais seco”, disse José Luís Carneiro, reiterando que “isto diz tudo dos riscos acrescidos que vamos ter de enfrentar” até ao final do verão.

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Em declarações à imprensa, após uma visita ao Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o ministro da Administração Interna avisou que “vamos entrar numa terceira vaga de calor a partir de dia 20, que se vai prolongar por setembro”.

“Vamos ter em setembro um tempo, em regra, mais quente do que nos setembros anteriores. Entre 50% a 60% mais quente e entre 40% a 50% mais seco”, disse José Luís Carneiro, reiterando que “isto diz tudo dos riscos acrescidos que vamos ter de enfrentar” até ao final do verão.

Estas condições meteorológicas “exigem de nós um esforço acrescido”, pelo que o ministro apelou à “todo o esforço da comunidade nacional, em cooperação, que é indispensável”.

Não se pode, todavia, considerar que esta nova onda de calor mais grave do que as anteriores. “A onda de calor mais critica terá sido a de julho”, disse José Luís Carneiro.

“O pior pico desta onda deve corresponder aos momentos mais críticos da segunda onda de calor” deste ano, acrescentou.

O calor vai apertar a partir de quinta-feira

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), as temperaturas vão aumentar significativamente a partir de quinta-feira, sendo que em algumas zonas do país as máximas terão oscilações drásticas.

Em Lisboa e Setúbal, as temperaturas passam dos 25 e 28 graus esta quarta-feira para 37 e 38 graus na sexta-feira, respetivamente.

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Em Beja e Évora, as temperaturas aumentam progressivamente a partir de quinta-feira, com os termómetros a oscilar entre os 37 e os 39 graus no sábado e domingo. As temperaturas vão manter-se elevadas no arranque da próxima semana.

Em Braga e em Bragança, as máximas vão rondar os 33/34 graus no fim de semana e aumentam para 35/37 graus no início da próxima semana.

Castelo Branco, os termómetros vão chegar aos 38 graus no fim de semana, uma situação que se vai prolongar pelo menos até terça-feira, 23 de agosto.

Coimbra passa para máximas a oscilar entre os 31 e os 35 graus até terça da próxima semana.

Em Portalegre, conte com 36 graus no fim de semana e 37/38 graus daqui a sete dias.

Em Faro, Guarda, Viseu e Leiria, com oscilações menos drásticas ao longo dos próximos dias, as máximas vão variar neste período entre os 30 e os 34 graus.

Em Viana do Castelo as máximas vão manter-se sempre abaixo dos 30 graus Celsius. O mesmo acontece no Funchal e em Ponta Delgada.

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Lusa

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Trofense perdeu na deslocação ao Leixões

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O Leixões foi quase sempre melhor do que o Trofense e fez o necessário para marcar até mais do que um golo durante a primeira parte, mas esteve mal na finalização.

O Trofense, que ficou reduzido a 10 jogadores aos 34 minutos, devido à expulsão do seu ‘capitão’, Vasco Rocha, sentiu problemas sempre que o opositor atacou pelos corredores e também deu pouco trabalho à defesa e ao guarda-redes contrário.

Kiki foi o grande motor do ataque leixonense até ao intervalo e logo aos dois minutos cruzou para João Oliveira, que, porém, chegou atrasado e atirou para fora.

A baliza do Trofense voltou a estar em perigo depois de outro cruzamento, este de João Amorim e do flanco direito, aos 10 minutos e com este lance terminou o ascendente inicial do Leixões.

Os visitantes conseguiram depois reagir e lançar alguns ataques promissores, mas por pouco tempo, e foi o Leixões que mais uma vez esteve perto de marcar em duas ocasiões consecutivas aos 15 minutos.

Okitokandjo arranjou tempo e espaço na área leixonense para rematar, assustar Beunardeau e ganhar um canto e, daí até o intervalo, só ‘deu’ Leixões, com Kiki em foco com as suas arrancadas pelo corredor esquerdo e cruzamentos para João Oliveira, que se destacou pela sua desinspiração.

O Trofense melhorou na segunda parte e o Leixões perdeu algum do fulgor exibido no primeiro tempo e tudo ficou mais complicado para a equipa de Matosinhos quando Paulo Alves viu o segundo amarelo aos 53 minutos e foi expulso também.

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O treinador leixonense fez três substituições aos 70 minutos, substituiu Kiki, já esgotado pelas suas acelerações e grande mobilidade, por Agostinho aos 82 minutos e foi bem sucedido com as mexidas efetuadas, pois o golo teve a assinatura de duas unidades saídas do banco.

Miguel Ângelo iniciou a jogada do golo, Fabinho prosseguiu-a e Agostinho, natural da Guiné-Bissau, concluiu-a com um golpe de cabeça oportuno, materializando assim o grande investimento que o Leixões efetuara em busca do golo.

Texto Lusa

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