quant
Fique ligado

Edição 770

Paróquias organizam-se para preparar Jornadas Mundiais da Juventude

As paróquias do concelho da Trofa começam a preparar-se para as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ).

Publicado

em

As paróquias do concelho da Trofa começam a preparar-se para as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ). Apesar de este grande evento ter lugar em Lisboa, de 1 a 6 de agosto de 2023, envolve muito mais do que a capital e já se faz sentir, atualmente.
Nos boletins semanais das paróquias trofenses, já foi colocado um aviso a solicitar às famílias que se envolvam nas atividades relacionadas com o acontecimento, concretamente, na receção dos jovens participantes, na semana anterior. “Cada diocese de Portugal acolherá um grande número de jovens provenientes de todos os países do mundo. Por isso, também a nossa paróquia se deve começar a preparar para este evento e para acolher os jovens que vierem até nós. Nesse sentido, estamos a preparar um grupo de pessoas jovens e adultos para na nossa paróquia acolhermos esta dinâmica. Este grupo de pessoas tem o nome de Comité Organizador Paroquial e será o dinamizador das jornadas da juventude na nossa paróquia”, pode ler-se, por exemplo, nos boletins de Santiago e S. Martinho de Bougado. Chamando “todos” a “colaborar”, os párocos apelam às famílias que se disponibilizem para receber, nas suas casas, jovens, oriundos de outros países, nos dias que antecedem as JMJ.
Além disso, estão já a percorrer as diversas dioceses de Portugal os símbolos destas jornadas. Para a Diocese do Porto está programado o mês de outubro e para a vigararia Trofa-Vila do Conde, os dias de 23, 24 e 25.

Continuar a ler...
Publicidade

Edição 770

Escrita com Norte – Ida à praia

Como não havia mais ninguém na praia para impressionar, em vez de entrar na água de mergulho directo, molho os pés, as pernas, os braços e depois sim, deixo-me “desmaiar” para dentro do mar.

Publicado

em

Por

Ajusto novamente o despertador para as sete horas. Como sempre, a ideia é acordar cedo para aproveitar a melhor parte da praia, a manhã.
Mal pouso o despertador na mesinha de cabeceira, ouço um respirar arrastado e profundo. Ao pensamento de que a Cristina já estaria a dormir, precisava de confirmação.

– Morzinho? …Morzinho?…Estás a dormir? – pergunto, quase em segredo.

– Humnhhmmnhhhrrrrrrhh. – responde a Cristina a uma pergunta que não ouviu e não sabe que respondeu.
Este som/resposta, que se assemelha a um grunhido, é a certeza de que se a casa vier a baixo, ela não acorda.
Levanto-me e num instante saio de casa. Aproveito o abrigo natural da noite e em todas as ruas da Trofa com lojas de decoração, lojas de sapatos e hortos, coloco uma placa a dizer, “Rua em obras, trânsito proibido. Volte daqui a três meses”.
No final, regresso a casa e já na cama, pergunto:

– Morzinho? …Morzinho?…A casa está a arder!

– Humnhhmmnhhhrrrrrrhh. – responde.
Suspiro de alívio e deixo-me adormecer!

Uns raios de luz a entrarem pela janela entreaberta, abrem-me as pálpebras – “Já é dia!” – pensei. Olho com mais atenção e vejo a Cristina.

– Olá, bom dia! Hoje vamos cedinho para a praia. – diz-me ela.

Publicidade

– Boa… – e sem me deixar acabar de falar, continua:

– Só tenho uma listinha pequeninha de alguns sítios para irmos antes…fica tudo a caminho.
Depois de arranjados e o pequeno-almoço tomado, ao irmos para o carro, a Cristina comunica-me os “antros de vício” onde quer ir antes de irmos para a praia.
Em todas as direcções que tomámos, à entrada de cada rua havia uma PLACA a indicar “Rua em obras, trânsito proibido. Volte daqui a três meses.”.

– É impressionante, nunca fazem nada, chega o Verão e é obras por todos os lados! – exclama a Cristina.

– É, é! Tens toda a razão! Logo hoje que eu queria ver uns lírios no horto! – respondo.
Sem alternativas, devido às “obras” na minha terra, seguimos para a praia.

Às nove horas e trinta minutos, já temos os pés na areia e eu pronto para instalar o pára-vento. Espeto o primeiro pau, depois o segundo, tendo em conta a direcção e velocidade do vento e depois…e depois sou interrompido!

– Esse pau…não é melhor ficar colocado um bocadinho mais abaixo? – pergunta a minha senhora.

– Não!

Publicidade

– É, é.
Desenterro o segundo pau e coloco-o um pouco mais abaixo, segundo indicações da Cristina.

– Aqui? – pergunto.

– Não sei! Põe onde quiseres!
Estava com vontade era de ir à água. Mal espeto o último pau do pára-vento, tiro a t-shirt e desato a correr para a água. Como não havia mais ninguém na praia para impressionar, em vez de entrar na água de mergulho directo, molho os pés, as pernas, os braços e depois sim, deixo-me “desmaiar” para dentro do mar.
Quando regresso ao areal, a Cristina ainda está vestida e de pé!

– Esqueceste-te de colocar o guarda-sol! – diz-me.
Entretanto tinha chegado um casal novo, que se estava a instalar um pouco mais acima, ele a montar uma tenda e ela sentada…e caladinha!

– Está bem, assim? – pergunto, relativamente à colocação do guarda-sol.

– Humnhhmmnhhhrrrrrrhh.
Deitei-me na toalha a apreciar o jovem casal. A tenda que ele estava a montar parecia uma vivenda e ela, sentada e sossegadinha, mantinha-se calada, certamente orgulhosa do namorado, que monta tendas complexas!
Estava eu embevecido com aquela imagem romântica, quando o rapaz anuncia:

– Minha querida, a tenda está pronta!
A rapariga, de aspecto doce, levanta-se e:

Publicidade

– Achas que tem algum jeito? Para fazeres isso tinha montado eu!
Passaram o resto da manhã à volta da tenda!!!
Quando olho para a esquerda está a chegar um senhor, com a sua esposa e filha. Pousam as tralhas e, enquanto o senhor instala dois pára-ventos e dois guarda-sóis, as mulheres vão molhar os pés e quando chegam, repara a esposa:

– Oh, Carlos! Achas que isto está bem? Muda esse guarda-sol para aquele lado!

– Está bem! – responde o chefe de família, resignado e adaptado à realidade.

Na minha toalha, com um sorriso, sento-me virado para o mar.

Continuar a ler...

Edição 770

São Pantaleão, padroeiro do Porto durante cinco séculos

Existe, na freguesia do Muro, uma capela dedicada ao mártir S. Pantaleão.

Publicado

em

Por

Tendo estudado Medicina, Pantaleão tornou-se médico pessoal de César Galério. Converteu-se ao Cristianismo,vindo a ser acusado pelo imperador por ter recebido o baptismo. Preso e torturado, foi martirizado por decapitação, por se recusar a abjurar de sua fé em Nicomédia, na Ásia Menor, no ano de 303. Tinha então menos…

 

Já é assinante? Inicie sessão

Não é Assinante? Clique aqui e assine os nossos conteúdos a partir de 1 euro

 

Continuar a ler...

Edição Papel

Comer sem sair de casa?

Facebook

Farmácia de serviço

 

arquivo

Neste dia foi notícia...

Ver mais...

Covid-19

Pode ler também

} a || (a = document.getElementsByTagName("head")[0] || document.getElementsByTagName("body")[0]); a.parentNode.insertBefore(c, a); })(document, window);