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Covid-19

Padre Rui Alves apela às comunidades paroquiais para estarem atentas a necessidades

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Em comunicado o pároco de São Cristóvão do Muro, São Mamede do Coronado ou em São Romão do Coronado apela a comunidade das 3 paroquias para estarem “atentos ao nosso vizinho do lado, ou de cima, ou de baixo, e dentro das nossas possibilidades fazermos a diferença” e informando-o caso conheçam nesta altura “alguém que passe necessidades”

Leia o comunicado:

“Se alguém disser: Amo a Deus, mas odeia o seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama o irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê.” I Jo 4,20

Acredito profundamente na verdade que estas palavras encerram em si. Nunca, como hoje, as sinto…
Estamos num período delicado da história humana. Nunca, como hoje, senti que devemos dar as mãos a sério: deixar de parte todas as coisas que nos possam separar e percebermos que é muito mais o que nos une, do que o que nos separa. Precisamos definitivamente e desta vez, mesmo a sério, de irmos de encontro com as periferias humanas, como tanto nos tem pedido o nosso querido Papa Francisco.

Não somos médicos, enfermeiros, auxiliares de saúde, bombeiros, forças de segurança, prestadores de serviços ou transportadores, que não só nesta altura são heróis, mas são-no todos os dias e há muito tempo, mas poderemos sê-lo, ao, dentro de nossa casa, ou do nosso prédio, estarmos atentos ao nosso vizinho do lado, ou de cima, ou de baixo, e dentro das nossas possibilidades fazermos a diferença.

Assim sendo, e respeitando todas as orientações da DGS para conseguirmos travar este grande inimigo, se porventura alguém tiver conhecimento de alguém que passe necessidades, em São Cristóvão do Muro, em São Mamede do Coronado ou em São Romão do Coronado, contacte Padre Rui Alves (916987634), ou o Camilo Faria (917741234).

Nesta última viagem que fiz, aos campos de concentração na Polónia (Auschwitz-Birkenau), algures li o seguinte: “Quem salva uma vida, salva o Mundo inteiro”. Este não é tempo de ídolos, é antes o tempo daqueles, que com pequenos gestos e sem grande alarido, podem fazer toda a diferença!

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Por tudo isto, Juntos na causa comum!!!

Rui Miguel da Mota Alves (Pároco)

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Covid-19

Campanha de vacinação de outono contra a covid-19 pode já incluir vacinas adaptadas

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A campanha de vacinação de outono contra a covid-19 e a gripe poderá já incluir as vacinas adaptadas à variante Ómicron do SARS-CoV-2, caso os ensaios clínicos o permitam, disse hoje em Penafiel a ministra da Saúde, Marta Temido.

“Se essas vacinas adaptadas estiverem disponíveis para a campanha de outono, faremos a campanha de outono, em função, naturalmente, de uma validação técnica e clinica”, disse hoje aos jornalistas Marta Temido em Penafiel, no distrito do Porto.

Frisando não querer “nem condicionar nem estar aqui a precipitar” as análises necessárias, a ministra vincou que caso seja possível a campanha de outono será feita “com base nessas vacinas”.

“Resta saber quais são os resultados dos ensaios clínicos com essas vacinas, porque essas vacinas adaptadas apenas agora em junho iriam entrar em ensaios clínicos, e portanto nós precisamos de perceber os resultados desses ensaios para, no fundo, perceber a sua eventual vantagem”, sustentou.

A ministra referiu que Portugal está envolvido no processo de compra das vacinas adaptadas, que a Agência Europeia dos Medicamentos (EMA) anunciou na quinta-feira poderem ser aprovadas em setembro.

Marta Temido, que falava no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Vale do Sousa Sul após a assinatura de autos de transferência no âmbito do processo de descentralização de competências para as autarquias, acrescentou que já foram adquiridos “mais de 15 milhões de euros de vacinas para a gripe para a próxima época gripal, portanto outono/inverno de 2022/23”.

“O plano neste momento é a administração mais combinada possível das atuais vacinas [covid-19] e das vacinas para a gripe”, ressalvou, com o objetivo de proteger primeiro os mais vulneráveis, mas admitiu que se houver alterações serão precisos ajustamentos. “Os planos também são feitos com essa latitude”.

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Marta Temido disse ainda que o núcleo de vacinação irá apresentar o plano ainda esta semana.

Quanto ao processo de vacinação da quarta dose para os idosos, e depois de terem sido atingidos, no sábado, 200 mil vacinados, o objetivo “é ter este grupo vacinado o mais depressa possível, e garantidamente neste mês”.

“Já o sabemos dos anteriores processos de vacinação que esta população é mais difícil de vacinar, pelas questões associadas à mobilidade, à necessidade de apoio, muitas vezes da família ou dos municípios, para se deslocarem, portanto é um processo que é difícil”, sustentou.

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Covid-19

Média diária aumenta para 22.805 casos de infeções com covid-19

A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões

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A média de infeções aumentou de 14.400 para 22.805 casos diários em Portugal e o Norte regista um índice de transmissibilidade (Rt) do coranavírus de 1,30, o mais alto de todas as regiões, indica hoje o INSA.

Segundo o relatório semanal do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) sobre a evolução da covid-19 no país, o Rt – que estima o número de casos secundários de infeção resultantes de cada pessoa portadora do vírus — atingiu os 1,23 a nível nacional e 1,24 em Portugal continental no período entre 09 e 13 de maio.

Os dados hoje divulgados avançam ainda que o número médio de casos diários de infeção a cinco dias passou dos 14.400 para os 22.805 em Portugal, sendo ligeiramente mais baixo (21.980) no continente.

Por regiões, a Madeira é a única que apresenta um Rt abaixo do limiar de 1, apesar de ter registado um aumento de 0,86 para 0,99.

Este indicador é mais alto no Norte, que passou de 1,17 para 1,30, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo com 1,23, o Centro com 1,17, o Algarve com 1,15, os Açores com 1,14 e o Alentejo com 1,13.

“Todas as regiões, à exceção da região autónoma da Madeira, apresentam a média do índice de transmissibilidade (cinco dias) superior a 1, o que indica uma tendência crescente” de novas infeções, alerta o INSA.

De acordo com o documento, todas as regiões registam também uma taxa de incidência bastante superior a 960 casos por 100 mil habitantes em 14 dias, sendo a mais elevada nos Açores (2.933,1), seguindo-se o Centro (2.797,2), o Alentejo (2.678,5), o Norte (2.505,9), Lisboa e Vale do Tejo (1.888), o Algarve (1.842,1) e a Madeira (962,1).

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O INSA estima que, desde o início da pandemia e até 13 de maio, Portugal tenha registado 4.118.509 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2 que provoca a covid-19.

C/Lusa

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