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Padre Borga falou sobre Escola de Pais do Externato

Padre  Borga falou sobre Escola de Pais do Externato

A Associação de Pais do Externato Nossa Senhora das Dores criou uma Escola de Pais, e convidou para falar na primeira iniciativa publica da organização o Padre José Luís Borga, que defendeu o “saber com sabor”, que curiosamente é o lema do Externato para 2007 .

Padre José Luís Borga cantou algumas musicas

 

Esta iniciativa da criação da Escola de Pais contou com o apoio da Direcção do Colégio, que, tomou posse há três anos e que é orientada pela Diocese do porto, a quem o Externato pertence.

Miguel Tato Diogo e João Cerejeira, respectivamente presidente e vice-presidente da Associação de Pais, consideraram esta Escola de Pais muito importante para a dinamica do Externa e “é também uma forma de envolver a própria comunidade trofense na vida desta instituição de ensino”, garantiram. A ideia de convidar o Padre José Luís Borga para esta sessão partiu do vice-presidente da Associação de Pais pois “serviu assim para motivar os pais a estarem cá nesta reunião e aprenderem algo de mnovo através do convívio e da troca de saberes”, acrescentou.

Já o Padre Borga, que durante a sessão falou em tom de brincadeira, mas sempre de assuntos sérios, considerou “este tipo de trabalho vai consolidando as pessoas, para estarem, além de muito motivadas, estarem conscientes da importância da acção na escola”.

Durante a conversa a Interrupção Voluntaria da Gravidez não foi esquecida e ao NT o Padre Borga salientou que “esta questão não é jurídica, é uma questão de princípios e de civilização, tivemos as regras a partir dos princípios, depois pelas regras que fazemos esquecemos dos princípios e fazemos uma baralhada, como se tudo isto fosse válido. Enquanto a gente tivermos uma sexualidade episódica, descontextualizada, sem projecto de vida, sem responsabilidade iremos ter problemas destes a torto e a direito, para os quais não temos solução. Acabamos por ter uma incapacidade de ter uma solução feliz e equilibrada para tudo, então recorremos aos princípios, e um deles é que uma vida indefesa, por direito deve ser sempre protegida para que a sociedade seja humana.

Temos que apostar em soluções que sejam integradoras, acolhedoras, que sejam de amor, é que fala-se de sexualidade e maternidade e põe-se o amor numa prateleira, como se isso não fizesse parte e apenas se faz uma gestão de recursos. Escolhendo qualquer das soluções, qualquer das partes, está o problema resolvido e a questão é que o problema nem fica resolvido com a solução, nem fica com a solução nem sequer fica equacionado, apenas a questão jurídica ficará mais resolvida”.

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