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Edição 615

Festejar 13 anos, o ecletismo e o lançamento de um livro

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Começou como o “clube dos carrinhos”, pela modalidade que levou à sua génese, mas ao longo de 13 anos foi acrescentando novos desportos e áreas de atuação.

Hoje, o Clube Slotcar da Trofa não é só conhecido pelos amantes das miniaturas de carros de corrida nem pelas provas 24 horas que realizou, mas pelo ecletismo que imprimiu ao longo dos anos. “Slotcar, videojogos, bilhar, futebol de formação, iniciativas de solidariedade, concertos musicais, conferências, promoção de hábitos de leitura e muitas mais atividades fazem do Clube Slotcar uma verdadeira associação recreativa, desportiva e cultural, cumprindo assim a finalidade para a qual foi constituída”, afirmou João Pedro Costa, presidente da direção, que esteve reunida num jantar comemorativo do 13.º aniversário da coletividade.
Mas além dos dirigentes, também os fundadores do Clube e alguns colaboradores de relevo reuniram-se no Restaurante Braguinhas, na noite de sexta-feira, para assinalar a data. Para João Pedro Costa, a presença destes “é sinal de união e dedicação que transborda para a comunidade e perspetiva ainda muitos mais anos de sucesso para o Clube Slotcar”.

Livro sobre o Trofi chega às crianças das escolas da Trofa
Feito o brinde, a coletividade prepara-se agora para mais uma “aventura”: o lançamento de um livro infantil, que vai chegar a todas as crianças das escolas do concelho da Trofa. A apresentação foi no sábado, 25 de março, na biblioteca da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa. O próximo passo é disponibilizá-lo a todas as crianças que frequentam as escolas básicas do concelho.
“As Histórias do Trofi” nasceu de um projeto do Clube Slotcar, iniciado no final de 2015, com vista a transmitir nos mais novos “valores e ideais”. A escritora trofense Alexandra Santos e o ilustrador Paulo Fernandes deram corpo à obra, que tem a mascote do Clube, o Trofi, como personagem principal, envolvido em seis histórias onde outras entidades parceiras do projeto também passaram para o papel: a Cruz Vermelha Portuguesa (Delegação da Trofa), a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa e o jornal “O Notícias da Trofa”.
Os temas vão desde a sensibilização para as ações dos Bombeiros e da Cruz Vermelha junto da comunidade, passando pela importância da leitura e da liberdade de expressão, pela igualdade entre todos, na escola e na sociedade, e ainda um apelo a que se façam associados do Clube Slotcar da Trofa e participem das suas atividades.
Do livro faz ainda parte um destacável que possibilita a realização de atividades didáticas e de lazer.

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Edição 615

Cross Stars reconhecido a nível europeu

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Já há muito que o projeto Cross Stars galgou as fronteiras da Trofa e mesmo do país. Mais uma vez, o projeto, que resulta de uma parceria entre a Cruz Vermelha – Delegação da Trofa e Escola de Kickboxing LifeCombat, mereceu reconhecimento a nível europeu.
O projeto Cross Stars concorreu ao prémio “European Prize for Social Integration Trough Sport”, que tem como objetivo reconhecer as boas práticas europeias no âmbito da integração social através do desporto. Embora não tenha vencido, recebeu uma menção honrosa e um destaque na publicação “European Practices for Social Integration Trough Sport”. Os vencedores foram os projetos “Mondiali Antirazzisti”, de Itália, “PLAY International”, de França, “Come-Together-Cup”, da Alemanha, “Icehearts”, da Finlândia, e “RollerFootBall”, da França.
Cross Stars, que nasceu em 2012, pretende incluir através do desporto jovens e adolescentes entre os seis e os 18 anos provenientes de meios sócio culturais desfavorecidos, do concelho da Trofa. Um dos objetivos principais é encorajar o espírito de equipa e a ajuda mútua. Os jovens são referenciados pela Cruz Vermelha – Delegação da Trofa, que, depois, em conjunto com a escola LifeCombat os ajuda a praticar kickboxing, ao mesmo tempo que têm acompanhamento psicológico.
O número de participantes tem crescido, sendo que quando o projeto começou eram 22 jovens e crianças e, em 2015, já eram 30. Os jovens que estão envolvidos no projeto Cross Stars responderam a um questionário onde revelaram que se sentem mais encorajados, que se respeitam a si próprios e aos outros e que descobriram uma nova família.

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Edição 615

“Dar ferramentas para que encarem os jogos em qualquer condição e contra qualquer adversário”

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A equipa de infantis 7 B do Clube Desportivo Trofense está a cumprir a 2.ª fase da Divisão de Honra da Associação de Futebol do Porto. A época está a decorrer como previsto, tendo como foco a preparação dos jovens para a variante de futebol de 11, como contou o treinador Henrique Santos.

O Notícias da Trofa (NT): Como está a correr a temporada?
Henrique Santos (HS): Neste momento vamos na 2.ª fase, disputando a Divisão de Honra. Ficamos no 2.º terço da tabela classificativa, o que estava dentro das expectativas que tínhamos em termos de objetivos.
Podemos concluir que, de uma forma geral, está tudo a correr dentro da ideia que foi pensada para esta equipa.

NT: Quais os objetivos na competição?
HS: Mais do que na competição, temos o objetivo de FORMAR, sempre com uma identidade própria do nosso departamento de formação e que passa por dar ferramentas a estes atletas para que possam encarar todos os jogos, em qualquer condição e contra qualquer adversário, respeitando um conjunto de princípios, que contemplam o nosso Modelo de Jogo.
Além disso, queremos que os nossos atletas joguem muito (tanto em tempo como em qualidade), sejam o mais completos possível e acima de tudo que consigam conciliar o trinómio CASA-CDT-ESCOLA.

NT: Quais as principais dificuldades neste escalão/competição?
HS: A principal dificuldade encontrada, tem a ver com o diferente desenvolvimento de cada atleta. São doze atletas que compõe o grupo e as qualidades de cada um são diferentes. Conseguir criar um equilíbrio na equipa para que o jogo coletivo seja o melhor possível tem sido a principal dificuldade encontrada, mas como é logico, é uma dificuldade que faz parte do nosso trabalho enquanto treinadores de futebol de formação.

NT: Com que aptidões os atletas se capacitam neste escalão?
HS: Estes atletas estão a terminar uma fase competitiva em que praticam futebol de 7. O nosso trabalho vai no sentido de que evoluam o mais e melhor possível e que para a próxima época sejam capazes de inserir o plantel de sub-13, que já pratica futebol de 11.
Neste sentido, mais do que capacidades físicas ou técnicas, a preocupação pela tomada de decisão é o mais trabalhado com estes meninos. Queremos que sejam mais inteligentes a jogar, mais rápidos a decidir e acima de tudo a decidir o melhor possível em função daquilo que o jogo pede.

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