Sentia-me na obrigação de me candidatar para não criar nenhum vazio diretivo”. Esta foi a razão que levou Fernando Costa a apresentar uma lista para os corpos sociais da Associação Cultural e Recreativa da Abelheira (ACRABE) e que foi aprovada em Assembleia, no sábado, 6 de dezembro.
Como “ninguém se queria candidatar”, Fernando Costa sentiu-se na “obrigação” de o fazer, uma vez que é “sócio fundador” e está na “pré-reforma”. “Não quer dizer que fosse o mais competente, mas sentia-me na obrigação de me candidatar. Vou fazer tudo o que puder e vou esforçar-me para que o nome da associação fique bem alto e seja bem tratado”, afirmou.
Antes de apontar os objetivos da direção para o próximo biénio, o presidente “agradeceu à direção anterior por tudo o que fez pela associação” e informou que este sábado, há um jantar convívio de Natal na sede da ACRABE, na Abelheira, S. Martinho de Bougado.
Fernando Costa afirmou que a direção tem “muita coisa em mente” para o próximo biénio, mas que os “subsídios da Câmara Municipal e da Junta são quase impossíveis”. Além da necessidade de “fazer obras na sede da associação” e de participar no Campeonato Concelhio de Futebol, a direção quer “criar um serviço social virado para a saúde”, que passe por rastreios de tensão arterial, Índice de Massa Corporal, colesterol e glicémia e que seja aberta à população de Abelheira. “Somos uma das aldeias mais distantes do centro. Queremos criar um protocolo com o Centro de Saúde para que as pessoas de idade possam vir à associação e fazer rastreios de saúde”, referiu. Apesar de “ainda não ter falado com eles”, Fernando Costa sabe da existência de “cinco ou seis enfermeiros” na Abelheira que possam estar “dispostos a contribuir” para este projeto. P.P.