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Ano 2011

Excelência e conduta cívica distinguidas (c/video)

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EB 2/3 de Alvarelhos homenageou alunos com as melhores notas e os que, pela sua conduta cívica, são um exemplo para a comunidade.

As vozes dos elementos da Oficina da Música embelezaram mais uma cerimónia de entrega de prémios de mérito na Escola EB 2/3 de Alvarelhos.

Os melhores alunos, que se destacaram entre o 5º e o 9º ano de escolaridade, foram homenageados numa iniciativa que a direção da escola faz questão de promover todos os anos.

Cátia Machado, uma das jovens distinguidas, lembrou que, para além do valor individual, o sucesso escolar “exige a conjugação de vários fatores”. “Quero agradecer aos nossos pais, porque são eles a base do nosso sucesso. Também os nossos professores têm um lugar de destaque no meu agradecimento. Acredito que só pode haver alunos e escolas excelentes se os professores tiverem oportunidade de colocar em prática a sua excelência na preocupação, na motivação, na forma como nos ensinam a aprender, nos incutem a curiosidade e nos reforçam a confiança nas nossas capacidades”, frisou.

Para além disso, Cátia também agradeceu à direção do Agrupamento de Escolas do Castro, que “tudo faz para proporcionar um ótimo ambiente escolar e uma escola com condições físicas adequadas às necessidades”.

Também o trabalho feito pela escola não foi esquecido pelos encarregados de educação. Álvara Neves estava “muito feliz” pelos filhos terem passado na EB 2/3 de Alvarelhos. “Esta escola integra um espírito de ajuda, de equipa, de trabalho, com um corpo docente que tem trabalhado de forma brilhante”, afiançou.

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Desta vez, os responsáveis do estabelecimento também quiseram reconhecer o trabalho de mérito daqueles que integraram os quadros de excelência por mais de três anos. Para estes alunos, que querem seguir uma carreira profissional ligada à ciência, o prémio foi uma visita ao laboratório farmacêutico da BIAL, em S. Mamede do Coronado.

Mais do que reconhecer os alunos que tiveram boas notas, também é importante homenagear os que tiveram uma boa conduta. Para isso a escola estabeleceu o quadro de valor, para “valorizar aqueles que, com a sua conduta cívica, são motivo de orgulho para a comunidade”, frisou Renato Carneiro, diretor do Agrupamento de Escolas do Castro.

Para a Câmara Municipal, são estes alunos de excelência que são capazes de trazer um futuro de desenvolvimento para a Trofa. “O momento atual exige que tenhamos uma sociedade bem governada e bem estruturada. Para que isso seja possível, temos que construir uma comunidade exigente, qualificada, empreendedora e proativa. Estou convicta que os alunos do Agrupamento de Escolas do Castro representaram um capital social de extrema importância que importa valorizar”, afirmou a presidente Joana Lima.

A autarquia defende um “novo conceito de educação” que “encerra uma visão universal da formação”. “Este conceito inovador implica que as escolas sejam estabelecimentos de ensino de nova geração, corporizando e materializando o novo paradigma de escola, caracterizado pela polivalência dos espaços, congregando a qualidade de oferta educativa e a prestação de serviços à comunidade”, acrescentou.

 

Escola de Alvarelhos bem posicionada no ranking

A EB 2/3 de Alvarelhos é a escola pública da Trofa mais bem posicionada no ranking nacional. Para conseguir a proeza é necessário conjugar “vários fatores”, entre os quais “a dedicação dos alunos” e “proporcionar-lhes um ambiente adequado para progredirem”. “A nossa função é educá-los e não só instrui-los. É preciso socializar e estimular capacidades”, referiu Renato Carneiro.

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Também é preciso marcar a diferença com projetos como a Oficina Musical e a CastroTv, apesar das dificuldades “em contabilizar horários de alunos e professores”. “Também temos menos professores nas escolas, não temos horas livres, tudo isto é feito com muita dedicação e esforço por parte das pessoas que integram as atividades que se realizam na escola”, concluiu.

 

Quadro de valor

Sara Afonso (4º)

Simão Moura (4º)

Ana Carolina Santos (5º)

Ana Margarida Oliveira (5º)

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Cristiana Silva (6º)

Ana Luísa Costa (8º)

Isabel Silva (9º)

Tânia Quintas (9º)

 

Quadro de excelência

5º ano

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Ana Carolina Santos

Inês Moreira

Tiago Costa

Beatriz Freitas

Diogo Carvalho

Eduardo Amorim

 

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6º ano

Andreia Dias

Inês Moreira

Inês Dias Azevedo

Mariana Serra

Rita Rocha

Rogério Machado

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Afonso Pinto

Ana Cristina Torres

Maria Matos Maia

Patrícia Martins

Pedro Campos

Cristiana Silva

Paula Oliveira

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Xavier Campos

 

7º ano

João Moura

Sara Silva

Daniela Oliveira

Ana Catarina Maia

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Juliana Sá

Rita Ribeiro

 

8º ano

Ana Isabel Santos

Inês Amorim

Raquel Santos

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Patrícia Sendas

Adriana Marques

Cátia Machado

Ana Luísa Costa

Ana Catarina Andrade

 

9º ano

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Alexandra Freitas

Ana Lídia Neves

Rita Gomes

Rui Oliveira

Carina Vieira

Pedro Martins

 

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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