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Ano 2011

Corrida de Rolamentos: Covelas acolheu segunda prova do campeonato nacional (c/vídeo)

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A PombalRol promoveu a II Descida do Lar do Emigrante em Carrinhos de Rolamentos. Atletas da Trofa conseguiram boas classificações.

No domingo à tarde, em Covelas, foi dado o sinal de partida para a II Descida do Lar do Emigrante, em Carrinhos de Rolamentos, promovida pela PombalRol. De madeira, metal ou outro material menos comum como o acrílico, os carros despertavam o interesse do público, enquanto os pilotos se preparavam para mais uma descida.

A subida era acentuada, mas as centenas de pessoas que assistiam às corridas pareciam não se importar. Nas bermas da estrada ou sentado nos muros, o público apoiava os pilotos e vibrava com as curvas dobradas a grande velocidade.

A segunda edição desta prova incluiu a realização de quatro corridas distintas, com a participação de quase meia centena de atletas: Troféu do Vale do Sousa, Fórmula Madeira, Fórmula Livre e Campeonato Nacional de Fórmula Roll.

Organizar esta prova acarreta alguns custos, como explicou José Guilherme, presidente da direção da PombalRol – Associação de Desportos de Inércia Coronado/Covelas: “Depende dos requisitos, mas uma atividade como a que organizámos precisa de um orçamento de cerca de 2500 euros, incluindo seguros e despesas com forças de segurança e socorro”. As verbas necessárias são conseguidas através de patrocínios e o presidente espera ainda conseguir “o apoio das Juntas de Freguesia de Covelas, S. Romão e S. Mamede do Coronado e da Câmara Municipal da Trofa”.

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No entanto, para os praticantes, este acaba por não ser um desporto dispendioso, uma vez que “estes carros não se vendem”. “São feitos por nós e, como tal, a dedicação poupa muito dinheiro”, acrescentou José Guilherme.

No final, Daniel Correia foi o único piloto trofense a subir ao pódio na prova para o Campeonato Nacional de Fórmula Roll, tendo alcançado o 3º lugar. Joni Costa e António Santos, da Juventude de Sanguêdo, foram os outros vencedores. Na primeira prova da competição, os atletas trofenses ficaram em 3º, 4º e 5º lugares. José Guilherme não escondeu a satisfação: “Para quem compete este ano pela primeira vez, acho que é muito bom”. Ainda assim, o responsável garantiu que o mais importante é “proporcionar aos jovens um desporto que aumente a adrenalina e que não lhes faça muito mal”.

Em Fórmula Livre, a associação trofense dominou, tendo alcançado os três primeiros lugares com as prestações dos pilotos José Eduardo, João Mota e Daniel Correia.

Na prova de carrinhos de madeira, Ivo Almeida ficou no primeiro posto, secundado por Filipe Almeida. José Coimbra ficou em 3º lugar.

Na prova do Troféu Vale do Sousa, Pedro Coelho, Paulo Coelho e Vítor Matos foram os mais rápidos.

O responsável faz um “balanço positivo” do trabalho desenvolvido pela coletividade que, para além da organização destas provas, esteve presente na ExpoTrofa 2010, onde expôs os carrinhos de rolamentos.
José Guilherme deixou a garantia de que esta prova “vai continuar” a realizar-se nos próximos anos.

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Ano 2011

O ano de 2012 não será uma hecatombe, mas…

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A passagem de mais um ano, obriga-nos a meditar sobre o ano que passou e o ano que está a chegar. Não é que se viva de recordações, mas elas são muito úteis para se poder fazer um balanço da nossa vida; de onde viemos, para onde vamos. É o tradicional «reveillon», talvez o mais triste dos últimos anos.

O ano que agora finda é provavelmente, aquele que mais afetou a vida de quase todos nós, que ainda por cá andamos. O ano que virá, não será uma hecatombe, mas será um ano de muitas falências, de desemprego, de recessão e de depressão. Será a continuação da crise, ainda mais agravada com o passar do tempo.

Não vai ser possível escapar a mais um ano de recessão e caos económico, uma situação que não vivemos desde a segunda guerra mundial. O ano que agora festejamos o seu fim, brindou os portugueses com algumas medidas de carácter económico, que fizeram abalar a “carteira” de muitos, a começar com os cortes, para alguns, nos subsídios de férias e de natal, no fim das borlas nas SCUT, o fim do passe social para todos e os diversos e sucessivos aumentos em produtos necessários ao nosso dia-a-dia.

A crise que estamos a atravessar é uma crise quase generalizada a todo o mundo: o Ocidente debate-se com uma grave crise económica, que dura há mais de três anos; a África continua com as suas tradicionais crises humanitárias, económicas e políticas; a Ásia está a viver um conjunto de problemas originados pelo crescimento económico muito rápido de diversos países. A crise – financeira, económica e social -, alastrou-se a todo o mundo e o ano de 2012 vai exigir um combate em todas as frentes, vai exigir soluções globais.

Os decisores políticos mundiais deverão ter em atenção algumas premissas para que o combate tenha o êxito desejado. Em primeiro lugar, deve ser dada a primazia da economia sobre as finanças, mas antes de tudo devem dar a primazia ao ser humano. Não se quer uma economia baseada no «capitalismo selvagem», mas uma economia centrada no homem. É no homem e para o homem e nos princípios da solidariedade, que a economia deve estar focada. Só assim é que faz sentido.

Vai ser preciso um combate eficaz à miséria, à fome, ao desemprego, que grassa por todo o mundo. Seguramente, o ano que se avizinha terá de ser um ano de grandes transformações, pois os desafios são tremendos. Vai ser preciso suster o descalabro das finanças públicas, deter o galopante crescendo da dívida soberana dos Estados e fazer crescer a economia.

A crise que o mundo está a atravessar interpela todos, pessoas e povos, homens e mulheres, jovens e menos jovens, empregadores e empregados, partidos políticos e grupos de reflexão a um profundo discernimento dos princípios e dos valores que estão na base da convivência social. A crise obriga a um empenhamento geral, numa séria reflexão sobre as causas e soluções de natureza política e económica não deixando de ter o homem como epicentro. Para o bem-estar da humanidade. Sempre!

José Maria Moreira da Silva

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moreira.da.silva@sapo.pt

www.moreiradasilva.pt

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Ano 2011

Grupo de Jovens de Guidões recria presépio

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O Grupo de jovens S. João Baptista de Guidões deu vida ao presépio, numa iniciativa que é já tradição na freguesia.

Para muitos o dia de Natal é sinónimo de descanso e convívio familiar, mas em Guidões cerca de duas dezenas de jovens abdicam do conforto do lar para dar vida ao nascimento de Jesus, recriando o Presépio ao Vivo.

O último domingo, 25 de dezembro, começou bem cedo para o grupo. Ainda o relógio da Igreja Paroquial, onde é encenado o presépio, não assinalava as 7 horas e já os primeiros elementos chegavam para ultimar os preparativos. “Há certas coisas que apenas podemos fazer no dia, como colocar decorações e trazer os animais”, explicou o presidente do grupo de jovens, José Pedro Campos. Depois de tudo colocado no devido sítio, os animais acomodados nas suas cercas e dos jovens vestirem os trajes da época, era altura de ensaiar a encenação que deveriam levar a cabo durante a eucaristia de Natal. “Este ano, para além do presépio, também fizemos uma pequena atuação no momento de Ação de Graças”, esclareceu o responsável.

Esta é uma iniciativa que o Grupo de Jovens S. João Baptista de Guidões desenvolve há já vários anos: “Naturalmente que dá bastante trabalho”. “Toda a estrutura foi criada de raiz e é da responsabilidade dos elementos do grupo que soldam, pregam, serram e fazem o que for necessário para que tudo esteja pronto no dia de Natal”, acrescentou José Pedro Campos.

Neste presépio existem anjos, pastores, reis, José, Maria e muitas outras personagens que recriam os relatos da Bíblia, como a aparição do anjo a Maria, a falta de lugar na hospedaria em Belém para José e Maria pernoitarem ou a fuga para o Egito, depois de Herodes ordenar a morte de todos os bebés.

O objetivo é “diversificar as cenas todos os anos para não se tornar monótono”. Se ainda não teve a oportunidade de visitar o Presépio ao Vivo, pode fazê-lo no dia 1 de janeiro entre as 14 e as 17.30 horas.

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