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Edição 762

Cantinho da Saúde: Primavera “entupida”? Saiba como evitar

As alergias mais comuns são as associadas ao pólen, que se intensificam na altura da primavera. Apesar de não existir cura, podem ser prevenidas.

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Com a chegada da primavera, o aparecimento do nariz a pingar, dos olhos irritados, dos espirros, da comichão e da congestão nasal é devido a vários tipos de alergias e muitas vezes tornam-se um problema para quem sofre delas.
As alergias mais comuns são as associadas ao pólen, que se intensificam na altura da primavera. Apesar de não existir cura, podem ser prevenidas.
Primeiro tenha em conta que os períodos da manhã e do entardecer são aqueles em que os níveis de pólen são mais altos.
Outro método para controlar as alergias é a criação de uma barreira que não permite os alergénicos entrar no nosso sistema nem pela boca nem pelas vias nasais, logo é aconselhável o uso de uma máscara social ou reutilizável.
Tenha também em atenção que o pólen pode ser transportado para dentro de casa através dos sapatos, da roupa, dos cabelos e até das máscaras, por isso é necessário deixá-los a apanhar ar ou, então, sacudir antes de entrar em casa. Tente manter a sua casa fechada e, se tiver, ligue o ar condicionado para poder fazer circular o ar no interior da sua habitação sem deixar entrar os alergénicos. Verifique, periodicamente, o filtro do ar condicionado para que este não esteja contaminado.
Certos tipos de medicamentos podem ajudar a aliviar os sintomas das alergias, mas não consuma nada sem antes pedir ajuda a um profissional.

Tiago Jesus

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Edição 762

S. Romão assinala 13 de Maio com festa da profissão de fé

A paróquia de S. Romão do Coronado promove a festa em honra de Nossa Senhora de Fátima, a 13 de maio, com a habitual celebração da profissão de fé das crianças do 6.º ano de catequese.

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A paróquia de S. Romão do Coronado promove a festa em honra de Nossa Senhora de Fátima, a 13 de maio, com a habitual celebração da profissão de fé das crianças do 6.º ano de catequese. A solenidade tem início junto à Capela de Santa Eulália, onde, às 10h30, começa o cortejo até à Igreja Paroquial.
Antes, às 08h00, é celebrada uma missa em honra de Nossa Senhora de Fátima.
Da parte de tarde, às 15h00, é dada entrada da Banda de Música de Moreira, da Maia, e, meia hora depois, da Fanfarra Particular de Gondomar. Às 16h00, começa a procissão, com sermão na Capela de S. Bartolomeu, e encerramento na Igreja.
Na paróquia romanense, a Imagem Peregrina vai passar pelas ruas, de 1 a 11 de maio, e a 12 de maio é recitado o terço, às 19h00, na Capela de S. Bartolomeu.
A 14, 21 e 28 de maio, às 18h30, há oração do terço, na Igreja Paroquial e nos restantes dias do mês, este momento acontece às 21h00.

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Edição 762

Memórias e Histórias da Trofa: Auto-viação Trofense – empresa de camionagem para transporte de passageiros

Em 1921, na imprensa local, foi possível ver anúncios relativamente a uma empresa existente de seu nome “Auto-Viação Trofense” que pelo anúncio fazia e assegurava as viagens entre a Trofa e a Póvoa.

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Atualmente, as empresas de camionagem, fruto do investimento dos portugueses na aquisição de viatura particular, foram um pouco relegadas para segundo plano.
Contudo, de forma gradual, no século passado, essas mesmas empresas viram a sua importância aumentar, tornando-se, inclusivamente, concorrentes diretas do comboio.
As empresas de camionagem foram crescendo um pouco por todo o país, demonstrando a enorme vitalidade daquele negócio e a Trofa não seria exceção a essa regra.
Em 1921, na imprensa local, foi possível ver anúncios relativamente a uma empresa existente de seu nome “Auto-Viação Trofense” que pelo anúncio fazia e assegurava as viagens entre a Trofa e a Póvoa.
Aliás, não deverá ser esta a sua única viagem, até porque é descrito “como a época de banhos do mar”, demonstrando que a sua atividade era anterior e também mais abrangente, dando-se ao luxo de poder realizar uma época específica para servir o seu potencial cliente.
Essa fase da sua atividade ia desde o dia 1 de julho até 15 de novembro de 1921 e ligava a Trofa à Póvoa de Varzim e fazia igualmente o percurso inverso, sendo que completava esse serviço com a ligação aos comboios do Minho e Douro e também de Guimarães.
O preço da viagem era pago ao quilómetro, concretamente dez centavos, e caso desejasse levar bagagem era de graça os 15 quilos, mas se levasse mais peso consigo pagava o excedente a quatro centavos o quilo.
A viagem demorava, sensivelmente, uma hora e realizava-se, somente, uma vez em cada sentido, em que da Trofa para a Póvoa saía às 10h00 e chegava ao destino às 11h00 e para regressar à Trofa partia às 16h30 e chegava às 17h30.
Um horário que funcionava durante o mês de julho, mas relativamente ao outro espaço temporal, de 1 de agosto até à data terminal do serviço, o número de viagens era mais elevado, alternando as partidas e as chegadas da Trofa com a Póvoa entre as 8h e as 18h30, dando por terminado o serviço às 19h30.
A companhia realizava igualmente serviços de recreio nos outros dias, concretamente ao domingo e dias santos em que na sua viagem até à Póvoa fazia paragens em Lagoa, Maganha, Bicho, Macieira e, por último, Vila do Conde. Saindo da Trofa às 13h30, regressava apenas às 24h00.
O seu chefe de movimento era Joaquim da Costa Pereira Serra e relativamente a esta empresa não foi possível recolher mais dados, desconhecendo-se mais elementos que seriam fundamentais para o seu estudo, concretamente as viaturas, o seu número e até outros serviços e rotas que poderia realizar.
Contudo, fica claro que a Trofa ia dando cartas em mais um serviço e as suas dinâmicas de crescimento eram elevadas que obrigavam inclusivamente à colocação ao serviço de uma empresa de camionagem para transporte da população.

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