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Edição 684

Beatriz Martins na Taça de Portugal de Pista

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No sábado, 5 de janeiro, a atleta trofense Beatriz Martins participou na primeira prova da Taça de Portugal de Pista – Troféu Bento Pessoa. A corredora que representa a equipa Bairrada Cycling Tem conseguiu o 1.º lugar na corrida por pontos e o 4.º lugar na disciplina eliminação.
“Estou muito satisfeita com estes resultados, pois deu para perceber que todo o trabalho que tenho feito está a dar frutos. Agora é continuar a trabalhar para alcançar ainda melhores resultados”, afirmou a atleta.

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Altronix propõe-se a criar soluções inovadoras na saúde

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“Fornecer soluções diferenciadoras, que agilizem procedimentos, promovam maior eficiência e reduzam tempos e erros de execução, ao nível operacional” é o desafio atual da Altronix, empresa sediada na Trofa, que tem apostado na tecnologia RFID para melhorar os processos nas unidades de saúde. Assumindo-se como “uma das principais entidades parceiras de diversas unidades de saúde, como hospitais, centros, clínicas e fármácias”, apesar de esta área representar “apenas 15 por cento da faturação”, a Altronix anunciou que, além dos mais de 40 milhões de cartões produzidos e 36 milhões de etiquetas anualmente fabricadas, que “permitem identificar, de forma automática, profissionais de saúde e pacientes”, ainda fornece equipamentos complementares, nomeadamente impressoras de etiquetas e terminais móveis de leitura e captura de dados, desenhados especificamente para a área da saúde.
A empresa da Trofa quer crescer no setor, considerado pelo CEO Rui Fonseca “um segmento cada vez mais importante”. “É acima de tudo uma oportunidade de negócio e uma área na qual temos vindo a investir, pesquisando e auscultando o mercado. Queremos, acima de tudo, estar próximos dos nossos clientes e fornecer-lhes soluções cada vez mais sofisticadas, que respondam claramente às suas necessidades”, refere o CEO da Altronix.
Esta aposta acompanha a curva de crescimento da organização, que potenciou o negócio no mercado externo, tendo vindo a reforçar o quadro de pessoal. Recentemente, mudou-se para novas instalações – perto da demolida Ponte da Peça Má -, que resultaram de um investimento de 1,5 milhões de euros.
Além da sede, a Altronix possui uma filial, em Lisboa, e está representada em Madrid e Vigo. Ao longo de 14 anos de atividade, somou mais de 5900 projetos em Portugal, Espanha, Cabo Verde, Moçambique, Angola e Timor-Leste.
A Altronix é especializada na comercialização e suporte de soluções nas áreas de identificação de pessoas, codificação de produtos e mobilidade empresarial.

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Não há que ter medo da liberdade de expressão

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Quanto mais culta e evoluída for uma sociedade, um país, uma nação, menos portas se abrirão para os extremismos patéticos e para as intolerâncias bacocas, que minam a democracia e a liberdade. Em Portugal, um país de brandos costumes, os extremismos têm um significado eleitoral muito residual, excetuando os bloquistas que engordaram com o emagrecimento dos socialistas, só que estão de novo a definhar.
A absurda polémica pública provocada pela participação de um energúmeno extremista, que defendeu Salazar e as suas ideias, contrasta com as afirmações que não provocaram polémica de um dirigente, e atual autarca comunista, que à chegada a Portugal vindo de uma visita oficial à Coreia do Norte afirmou que não sabia se esse país era regido por um sistema não-democrático. Estas afirmações estão em consonância com as declarações de um outro seu camarada, que defendeu o regime ditatorial da Venezuela, num canal televisivo, para o qual também tinha sido convidado.
São graves estas afirmações feitas em televisão, como tinham sido graves as declarações do ideólogo do MRPP e “grande educador da classe operária” Arnaldo Matos feitas numa rede social, que declarou, sem papas na língua: “Operárias e operários: organizemo-nos e lutemos contra a exploração capitalista, com tudo o que tivermos à mão!”. Acompanhando o apelo, Arnaldo Matos partilhou a imagem de duas metralhadoras Ak47.
Estas afirmações são muito graves, só que não originaram qualquer tipo de polémica, talvez por terem sido feitas por dirigentes esquerdistas, que continuam a ser convidados de canais televisivos para comentarem a situação política atual. Se as mesmas firmações (ou semelhantes) tivessem sido feitas, por um qualquer dirigente político de direita caía o “Carmo e a Trindade”, como caiu com as afirmações do extremista, que defendeu Salazar.
A mais forte das tradições das esquerdas políticas é a tradição jacobina, que foi sempre liberticida, pois nunca respeitou a liberdade dos outros. O debate entre diferentes correntes de opinião (concordemos com elas ou não) faz parte de uma sociedade plural, democrática e tolerante, desde que devidamente comprometido com o respeito pela individualidade de cada um, e pelos direitos, liberdades e garantias fundamentais de um povo.
É verdade que os extremismos andam por aí e será trágico fechar-lhes os olhos, mas não devemos dar-lhe a importância que não têm. E, mesmo que seja incómoda, não há que ter medo da liberdade de expressão, que é um valor com proteção constitucional.
Pode parecer estranho haver liberdade para os inimigos da liberdade, mas a melhor forma de garantir a liberdade é não hipotecar a nossa liberdade de agir. Muito menos consignar a nossa liberdade de ser!

moreira.da.silva@sapo.pt
www.moreiradasilva.pt

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