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Edição 616

APVC participa no Dia das Boas Ações

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A Associação para a Proteção do Vale do Coronado (APVC) vai participar, a 2 de abril, no Dia das Boas Ações, na Praça dos Poveiros, no Porto. O Dia das Boas Ações é um evento mundial de solidariedade, que envolve 75 países, e está, pela primeira vez, em Portugal.
A iniciativa vai contar com a participação de associações e organizações não-governamentais e vai ter várias atividades: workshops, yoga, recolha de bens e adoção de animais são algumas delas.
No domingo, 2 de abril, a APVC vai ter um stand no Porto, das 10 às 17 horas, promovendo o voluntariado ambiental e anunciando, em primeira mão, a ZURRA – Festa do Burro 2017. No dia anterior, sábado, a APVC faz uma boa ação, no Coronado, entre as 15 e as 17 horas, também inserida na iniciativa mundial. A associação vai promover uma ação de voluntariado no âmbito do Património da Água do Coronado, com a manutenção e limpeza da Poça Nova.

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“No Trofense, queremos competir para evoluir”

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O objetivo competitivo desta época foi cumprido por parte da equipa de infantis 7 A do Clube Desportivo Trofense. O grupo conseguiu atingir a Divisão de Elite da Associação de Futebol do Porto. Neste escalão, os jovens aprendem “a jogar um futebol positivo”, mesmo que, às vezes, as derrotas apareçam, porque o mais importante é a formação, explicou o treinador Simão Maia, em entrevista ao NT.

O Notícias da Trofa (NT): Como está a correr a temporada?
Simão Maia (SM): Está a ser uma época positiva. Os nossos jogadores continuam a crescer futebolisticamente. Atingimos a divisão de elite que era o nosso objetivo, onde estão as equipas mais bem classificadas da primeira fase. Nesta fase, a competitividade é maior e o equilíbrio é notório. No Trofense, queremos competir para evoluir.

NT: Quais os objetivos na competição?
SM: O nosso objetivo principal em todo o departamento é formar, seguindo os princípios e os valores de todo o departamento de formação e neste sentido aperfeiçoar todas as competências técnicas e táticas que o jogador à Trofense tem de possuir, sendo capaz de entrar em cada jogo preparado para competir com qualquer adversário, e ultrapassar as várias adversidades que o jogo possa impor. Para além disso procuramos que os nossos atletas pratiquem um futebol positivo, com qualidade, baseados no nosso modelo de jogo.

NT: Quais as principais dificuldades neste escalão/competição?
SM: Como nós procuramos manter os nossos princípios de jogo, procuramos sempre o jogar, o que, por vezes, nos custa a vitória. Isto entristece os nossos atletas e temos de os lembrar que estamos a formar numa determinada forma, que por vezes, quando não decidimos bem, somos penalizados. Mas não abdicamos do nosso foco, que é formar. Não pensamos no resultado a qualquer custo. Queremos formar a jogar um futebol positivo desde cedo.

NT: Com que aptidões os atletas se capacitam neste escalão?
SM: Neste escalão, e em todos em geral, procuramos trabalhar o mais possível a sua capacidade de decisão (sobre pressão) e a sua inteligência tática. Todos os treinos, os nossos atletas são desafiados a pensar, a perceber qual a melhor opção em cada momento do jogo, seguindo a nossa filosofia e modelo de jogo. Fornecemos-lhes várias soluções e eles decidem, só assim serão capazes de melhorar (errando muitas vezes). Procuramos não lhes dar o peixe, mas que aprendam a pescar.
Também trabalhamos a capacidade dos nossos atletas em conciliar o futebol e a escola, assegurando que conseguem cumprir positivamente nestas duas áreas.

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União de Ciclismo promove 3.º Circuito da Trofa

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Apesar da chuva, organização do 3.º Circuito de Ciclismo da Trofa fez um balanço positivo da iniciativa, pelo número de corredores presentes que, segundo o presidente da União de Ciclismo da Trofa, Jorge Silva, superou o de anos anteriores.

Mais de 200 corredores jovens participaram no 3.º Circuito de Ciclismo da Trofa. Ainda com poucos dias de utilização, a sede da União de Ciclismo da Trofa (UCT) já esteve ao serviço daqueles que viajaram até à cidade para participar na prova, que teve como principal foco os escalões de formação. Vários ciclistas do concelho marcaram presença e houve alguns que se destacaram no pódio, como Ricardo Silva, da UCT, que alcançou o 2.º lugar em infantis. O jovem, que pratica a modalidade “há dois anos”, considerou a prova “dura”, principalmente no percurso com piso “em paralelo”.
A chuva também foi um obstáculo não só para os corredores, como para a organização, mas ainda assim, balanço final foi positivo. Quem o diz é Gabriel Azevedo, um dos comissários presentes, que afirmou que, à exceção do “capricho” meteorológico de S. Pedro, “a Trofa mostrou, mais uma vez, ter condições para receber uma prova como esta”.
Já Jorge Silva, presidente da UCT, evidenciou a importância de a associação promover este tipo de iniciativas: “Mostramos que, apesar de sermos um clube pequeno, sabemos organizar e a prova está no número de equipas que tivemos a participar, que superou o do ano passado”.
Este ano, houve algumas alterações relativamente às edições anteriores desta corrida, como a extensão do circuito “em mais cinco quilómetros” e o funcionamento de uma tasquinha que serviu comes e bebes, com o objetivo de angariar fundos para a associação, e que atraiu “muita gente para o espetáculo”, acrescentou Jorge Silva.
A UCT participou na prova com 16 ciclistas.
A União de Ciclismo da Trofa inaugurou recentemente a sede, localizada junto à Igreja Nova de S. Martinho de Bougado. O objetivo da coletividade é formar jovens ciclistas e atingir pódios nas provas onde estes marquem presença.

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