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Edição 781

Nova direção dos Bombeiros avança com investimentos de 900 mil euros

Luís Elias foi reconduzido na presidência da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa para mais um biénio. Cabeça de lista da única lista candidata, avança para o terceiro mandato consecutivo no cargo, com investimentos que chegam aos 900 mil euros.

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Luís Elias foi reconduzido na presidência da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa para mais um biénio. Cabeça de lista da única lista candidata, avança para o terceiro mandato consecutivo no cargo, com investimentos que chegam aos 900 mil euros.

As obras de adaptação da creche e jardim de infância da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Trofa vão começar “ainda antes do fim do mês de janeiro”. A assinatura do contrato de empreitada foi assinado na segunda-feira e marca uma nova fase da valência que conseguirá ampliar a capacidade de “40 para 84 crianças”.
Este projeto, que ronda os “700 mil euros” e é apoiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência em cerca de 500 mil euros, é um dos grandes objetivos do mandato de Luís Elias na Associação Humanitária, revelou em declarações ao NT a propósito da tomada de posse, a 3 de janeiro. O prazo de execução da obra “é de um ano, mas há promessa do empreiteiro de conseguir terminá-la daqui a nove ou dez meses”. “Significa que no início do próximo ano letivo estará, praticamente, pronta, mas temos um processo burocrático para cumprir a seguir, nomeadamente ao nível da abertura das novas vagas, pelo que estimamos poder preenchê-las a partir de janeiro de 2024”, explicou Luís Elias.
As obras vão decorrer “em quatro fases”, para garantir o funcionamento da instituição, apesar de “alguns transtornos normais em qualquer obra”. “Em quatro meses o jardim de infância ficará instalado e, logo a seguir, arranca a fase da construção das novas instalações da creche, enquanto o melhoramento das atuais instalações fica para depois”, adiantou.
Do ponto de vista da proteção e socorro, concretamente no que à vida da corporação de bombeiros diz respeito, a direção tem como objetivo “a aquisição de três viaturas de transporte de doentes não urgentes”, que vão substituir as atuais, muito desgastadas devido à elevada quilometragem, e a substituição do primeiro veículo de comando operacional tático, que, segundo Luís Elias, está “em fim de vida”.
Este investimento está avaliado em “200 mil euros”.

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