Edição 768
Cantinho da Saúde: O sol pode ser um bom aliado, mas sem exagerar
Nas crianças e idosos, considerados grupos etários de maior risco, estas queimaduras solares podem causar insolações e desidratação. A exposição prolongada ao sol tem, igualmente, um efeito imunodepressivo, podendo estimular a reativação do herpes labial.
Para além das inúmeras vantagens que permitem a Vida no planeta, o sol também beneficia a saúde dos humanos, mas como em tudo, o excesso pode provocar efeitos nefastos, devido aos raios UV nocivos.
A curto prazo, a demasiada exposição solar pode causar escaldões, que podem atingir níveis de gravidade elevados. Nas crianças e idosos, considerados grupos etários de maior risco, estas queimaduras solares podem causar insolações e desidratação. A exposição prolongada ao sol tem, igualmente, um efeito imunodepressivo, podendo estimular a reativação do herpes labial.
Já a médio prazo, o sol potencia o envelhecimento prematuro da pele, com perda da elasticidade e aparecimento de rugas, sinais e manchas inestéticas, e a longo prazo aumenta a probabilidade do aparecimento do cancro da pele.
Em caso de queimaduras solares, é recomendada a aplicação de creme hidratante várias vezes ao dia, assim como banhos com água a temperatura ambiente e, em caso de necessidade de sair de casa, cobertura das áreas queimadas.
Para evitar estes problemas, não nos devemos expor diretamente ao sol entre as 12h30 e as 14h30. Nas áreas de pele mais suscetíveis de exposição, é recomendada a aplicação de um protetor solar superior a 30, aplicando de duas em duas horas ou após cada ida a água, e é importante levar um guarda-sol na ida à praia, piscina ou outro local onde esteja exposto ao sol.
Em caso de aparecimento de bolhas, febre, arrepios, dor de cabeça, confusão, desmaio e sintomas de desidratação é aconselhado a ida ao hospital.
Tiago Jesus


