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Edição 619

VTS Padrão com pombo mais rápido na solta de Vendas Novas

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Cumpriu-se a terceira prova de velocidade do campeonato columbófilo. Na Sociedade Columbófila Trofense (SCT), o pombo mais rápido a voar desde Vendas Novas até à Trofa pertence a VTS Padrão, com um tempo de voo de três horas, 55 minutos e seis segundos, a uma velocidade média de 75,6 quilómetros por hora (1260 metros por minuto).
O pombo ****555/15 superou a concorrência, nomeadamente o pombo de Tânia Flor, que foi marcado em segundo lugar. O pódio desta prova fechou com outro pombo de VTS Padrão, equipa que venceu por concorrentes, à frente de Araújo e Filhos, que marcou o 5.º, 8.º e 9.º pombos, e de Tânia Flor, que marcou o 2.º e o 13.º, respetivamente.
Ao fim de três provas, os melhores pombos da categoria de velocidade, ****931/15 e ****701/15, pertencem à Team Trofa e somam ambos 634 pontos. Na classificação geral, também são os pombos desta equipa a liderar: ****701/15 mantém o 1.º lugar, com 1443 pontos, à frente de ****088/15, com 1341.
Na classificação por concorrentes, VTS Padrão está na frente da tabela de velocidade, com 775 pontos, bem vigiado por Team Trofa (763 pontos) e Araújo & Filhos (751). Na geral, Team Trofa é líder, com 2044 pontos, seguindo-se VTS Padrão (1975) e Araújo & Filhos (1930).
A prova de Vendas Novas também pontuou para o campeonato Trifitrofa/Megafibros – competição secundária da SCT. Neste, o pombo ****058/16 de Team Trofa foi o mais rápido, mas foi a equipa Asas de Rindo o melhor concorrente. Neste campeonato, a classificação geral é liderada por Araújo & Filhos, com 1200 pontos.
Na Sociedade Columbófila e Ornitológica, a prova de Vendas Novas teve como pombo vencedor ****794/16, de Inocêncio Cardoso, amador que também venceu por concorrentes, à frente de Duarte & Companhia e Carlos Moreira.
Em velocidade, o melhor concorrente ao fim de três provas é Ismael António, com 481 pontos, enquanto a classificação geral é liderada por Inocêncio Cardoso, com 1222 pontos. O pombo mais bem classificado na classificação geral é ****038/15, de Inocêncio Cardoso, com 530 pontos.
A próxima prova está prevista para Motilla del Palancar, Espanha, e marca a segunda prova de fundo da campanha columbófila.

Classificação Sociedade Columbófila Trofense

Melhores pombos velocidade
01. ****931/15 Team Trofa – 634 pts
02. ****701/15 Team Trofa – 634 pts
03. ****745/15 VTS Padrão – 632 pts
04. ****088/15 Team Trofa – 612 pts
05. ****940/14 Araújo & Filhos – 598 pts

Melhores pombos geral
01. ****701/15 Team Trofa – 1443 pts
02. ****088/15 Team Trofa – 1341 pts
03. ****949/13 Araújo & Filhos – 1304 pts
04. ****057/15 Team Trofa – 1260 pts
05. ****376/14 Team Trofa – 1158 pts

Melhores concorrentes velocidade
01. VTS Padrão – 775 pts
02. Team Trofa – 763 pts
03. Araújo & Filhos – 751 pts
04. Domingos Pereira Silva – 698 pts
05. Tânia Flor – 681 pts

Melhores concorrentes geral
01. Team Trofa – 2044 pts
02. VTS Padrão – 1975 pts
03. Araújo & Filhos – 1930 pts
04. Domingos Pereira Silva – 1812 pts
05. Asas de Rindo – 1712 pts

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Leo da Trofa com distinção internacional

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O Leo Clube da Trofa foi reconhecido, a nível internacional, como “Leo Club of the Year 2015/2016”, a 8 de abril, na Conferência Nacional dos Leos, em Barcelos.

A distinção como Leo Club do ano foi atribuída pelo Lions Club Internacional, “pela atividade de voluntariado” desenvolvida, ao longo desse ano, pelo Leo Clube da Trofa
Filipa Ferreira presidia o Leo Clube da Trofa no referente ano e disse, em declarações ao NT, que promoveram “cerca de 20 a 30 iniciativas”. De todas elas, a atividade central do Leo trofense é a
das crianças, que consiste “num fim de semana, o último do mês de maio, na Figueira da Foz, que passam com crianças carenciadas de todo o país”.
Durante todo o ano são desenvolvidas várias atividades, no Halloween, no BeLive, na ExpoTrofa ou o Sunset, “que permitir angariar o máximo de fundos para essa iniciativa”, explicou Filipa Ferreira. “O ano passado tentamos também proporcionar a outras crianças do concelho dias diferentes”, complementou a ex-presidente.
Quanto à distinção, “embora não seja o que move” o Leo Clube da Trofa, “foi um reconhecimento daquilo” que fazem mas, também, “um acréscimo de responsabilidade”, já que se trata de um prémio que “todos os Leos Clubes querem receber, porque é um reconhecimento internacional”, afirmou a ex-dirigente. “Ficamos muito contentes”, revelou Filipa.
O atual presidente, Miguel Cardoso, considera este prémio “a cereja no topo do bolo, porque é a demonstração de que vale a pena fazer as coisas”.
A distinção tem por base “o tempo dedicado à comunidade, em reuniões, atividades, angariação de fundos para pessoas com necessidades, na ordem do vestuário, alimentação e higiene”, esclareceu o presidente do Leo trofense. “Fomos exímios e acharam que fomos merecedores pelo desenvolvimento que tivemos e pelo crescimento que demos aos Leos”, finalizou Miguel Cardoso.

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“É na dificuldade e na superação que nós queremos formar”

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De todos os escalões de formação, a de iniciados é a que mais se nota a diferença do desenvolvimento maturacional entre jogadores. Essa dificuldade é ultrapassada pela cultura da superação, condição que, no Clube Desportivo Trofense, é “pedra de toque” para o sucesso. O NT foi saber como evolui a equipa de iniciados A com o treinador Bruno Aroso.

O Notícias da Trofa (NT): Como está a correr a temporada?
Bruno Aroso (BA): Terminamos o nosso campeonato. Durante este tempo percorrido, temos vindo a trabalhar o grupo para uma etapa competitiva mais exigente face ao ano anterior, existem adaptações no processo de jogo que estão a ser feitas de acordo com as nossas capacidades. Este grupo tem alguns elementos novos, com muito potencial, mas ainda a assimilar o nosso modelo de jogo. Inicialmente, tivemos algumas dificuldades em assimilar os princípios do nosso modelo. Com muito trabalho estamos a melhorar os nossos desempenhos e a aproximarmo-nos do ADN do Trofense.
Neste sentido, a época está a decorrer dentro daquilo que esperávamos, naturalmente que iremos ficar mais fortes e mais próximos da qualidade de jogo que pretendemos.

NT: Quais os objetivos na competição?
BA: Quando estamos a representar um clube como o Trofense, temos de ter a noção que os nossos objetivos são sempre os mais ambiciosos possíveis. Procuramos ser muito competitivos sem descurar a qualidade de jogo que pretendemos. Estando os Iniciados A na 1.ª Divisão Distrital, os seus objetivos passam por tentar a subida de divisão ao campeonato nacional.
Quem quer obter grandes conquistas não pode ambicionar coisas pequenas. Não nos podemos esquecer que todos os escalões da formação estão ligados entre si, todos estão a percorrer o mesmo caminho embora em etapas diferentes. Se queremos ser os mais fortes temos de ombrear e vencer os outros fortes.

NT: Quais as principais dificuldades neste escalão/competição?
BA: Este é, porventura a par de outros escalões, aquele em que a diferença do desenvolvimento maturacional dos jovens mais se acentua. Este fator pode fazer com que em alguns jogos a equipa não seja premiada pelo bom desempenho que teve no jogo, porque, por vezes, a grande diferença fisiológica vence a organização. Por outro lado, nós sabemos que com estas condições, a equipa tem de jogar numa constante superação e é esta superação aliada a uma forte organização de jogo que nós implementamos nos jogadores que os vai preparar para um nível superior. É na dificuldade e na superação que nós queremos formar estes Homens – Jogadores.

NT: Com que aptidões os atletas se capacitam neste escalão?
BA: O jogador do Departamento de Formação do CDT é culto taticamente e os princípios do nosso modelo de jogo, o nosso jogar, são transversais a toda a formação. Nas diferentes etapas da formação não ensinamos coisas diferentes. O que eles aprenderam no ano transato não é diferente daquilo que estão a aprender agora, o conteúdo é o mesmo, agora a complexidade e a intensidade com que eles vivenciam os princípios do nosso modelo é que vai aumentando. Mas esta intensidade não é maior quando eles são Iniciados do que quando eram Infantis, isto em termos relativos. Agora, as dificuldades e as exigências são cada vez maiores, logo as capacidades que eles têm de desenvolver têm de acompanhar essas exigências.
Eles sonham um dia poderem ser jogadores, profissão que não é fácil de atingir, por isso mesmo no perfil de jogador do CDT não descuramos a inteligência, que é fundamental.
Para chegar a jogadores profissionais, têm de ter uma cultura tática superior aliada a uma intensidade de jogo alta e uma enorme capacidade de trabalho. Nesta etapa, iniciamos estas premissas, esperando que nas etapas seguintes possam ser complementadas.

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